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Salvador (BA)
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Núcleo Arquitetônico da Fiocruz

Contém fotografias dos seguintes pavilhões: Mourisco, Henrique Aragão, Pavilhão da Peste – Relógio e Aquário, Gaspar Viana, Rocha Lima, Figueiredo Vasconcellos, Lauro Travassos, Cardoso Fontes, Rockefeller, Carlos Chagas, Wladmir Lobato Paraense, Leônidas Deane; ainda contém fotografias do Campus e seus arredores, das primeiras instalações do Instituto Oswaldo Cruz e das seguintes construções: Casa de Chá, Almoxarifado, Pombal, Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Parque Ecológico dos Pinheiros, Multimeios, Cavalariça/Estrebaria, Cocheira, Garagens e Oficinas, Biotérios, CECAL, Residência da Presidência, Laboratórios, Instituto Fernandes Figueira (IFF), Instituto de Endemias Rurais - Jacarepaguá (RJ), Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz - Salvador (BA), Centro de Pesquisa René Rachou e Hospital Instituto Evandro Chagas - Belém (PA) Ainda contém plantas e projetos para a construção das instalações.

Thomas Ferran Frist

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
Sobre o local de seu nascimento; lembranças da infância e dos pais; formação escolar nos Estados Unidos, no Davidson College, Carolina do Norte e Universidade de Montpellier, na França; a ida à Índia, para lecionar no Goverment College Commerce, em 1968; a passagem pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) durante a guerra do Vietnã e sua oposição; sua estada por dois anos na Universidade Yale, nos Estados Unidos, e o início do interesse pela hanseníase através do contato com a ALM; a bolsa de estudos para estudar na Tanzânia; o casamento e a vinda para o Brasil para trabalhar na Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária em 1973; a ida a Bauru para fazer pesquisa e o contato com o dr. Opromolla; o início da transformação de sanatórios em
hospitais gerais na década de 1980; o trabalho no Sanatório Aimorés, atual Instituto Lauro de Souza Lima; a passagem em estados como Amazonas, Pará e Rondônia, entrevistando doentes; relatos da resistência de doentes em assumir seus próprios nomes e o estigma em torno da doença; sobre o Projeto de Reabilitação do Hanseniano (PRO-Rehab) implementado por ele em Bauru; a
reestruturação do Sanatório Aimorés e as melhorias em todas as áreas; a criação da Sociedade para a Reabilitação e Reintegração do Incapacitado (Sorri), em 1981, e seu êxito; a criação do primeiro curso no Brasil para conselheiros de reabilitação, com o auxílio da faculdade Southern University, norte-americana; os cursos em Harvard e Columbia em 1984; a criação do programa “A Turma do
Bairro” para esclarecer a população sobre aspectos gerais da doença; sobre a expansão das Sorris para o restante do país; sua luta contra o estigma e o preconceito que envolvem a doença.

Fita 1 – Lado B
Sobre Francisco Augusto Vieira Nunes, o Bacurau, e a ideia de utilizá-lo como símbolo de esclarecimento à população; a reunião em Brasília com a participação de pacientes para consolidar esse movimento; sobre os fatores que levaram à criação do Morhan em São Bernardo do Campo; a respeito da presidência da ALM; a amizade com Bacurau e a participação na administração do Congresso da International Leprosy Association (ILA) em Orlando (Flórida, EUA), em 1993, com a efetiva participação de portadores e ex-portadores de hanseníase; sua permanência no Brasil por 14 anos; opinião sobre a mudança na designação da doença e sobre a necessidade de se dar maior importância à manutenção da dignidade dos pacientes; os movimentos implementados por ele para reintegração do ex-paciente à sociedade; sobre as campanhas de combate à doença no país e o início do uso de medicamentos, como a Talidomida.

Fita 2 – Lado A
Comparação do tratamento da doença no Brasil e nos Estados Unidos; relatos sobre o baixo índice de hanseníase naquele país; comentários a respeito do sanatório de Carville, Louisiana, e a descoberta da Sulfona; sobre a vida de ex-pacientes residentes nos Estados Unidos e a independência destes em relação aos sanatórios, depois de curados; sua opinião favorável em relação à cura da
hanseníase; o receio de contrair a doença em razão de sua baixa resistência; a respeito da meta de eliminação da hanseníase estipulada pelo governo e sobre a possibilidade do surgimento de uma vacina eficaz; sobre as graves questões sociais do país, como a desigualdade social; ênfase na reintegração e manutenção da dignidade dos pacientes e ex-pacientes.

Cristiano Cláudio Torres

Sumário
Fita 1 – Lado A
Informações sobre o local de nascimento na Colônia da Prata, em Igarapé-Açu, Pará; comentários sobre os pais e irmãos, seu nascimento e a ida para a creche Santa Teresinha; o aparecimento dos primeiros sintomas de hanseníase, em 1944, aos cinco anos de idade e a internação na Colônia de Marituba; a transferência para a Colônia do Prata em 1945, aos seis anos, para encontrar os pais; o espanto ao ver, pela primeira vez, as deformações físicas dos pais e a inexistência de tratamento adequado na época; sobre Alfredo Brutz e a saída da colônia para a capital Belém com os pais, em 1948; a permanência dos irmãos saudáveis na creche; o trabalho na quitanda e a vinda dos irmãos para junto da família; os primeiros problemas decorrentes da doença aos 20 anos de idade, conseqüente do abandono do tratamento; a piora no estado de saúde do depoente aos 21 anos, a volta para Marituba com os pais e a revolta em retornar à colônia em 1960; comentários sobre a repressão sofrida na colônia e os embates com os diretores pelos direitos dos internos; relatos sobre os namoros, as medidas profiláticas para impedi-los e a briga com o diretor Chaves Rodrigues por causa de seu casamento; o casamento em 1967, apesar da proibição, e a sua prisão por oito dias; relato sobre a vida de casado na colônia; o falecimento do pai em 1966 e a ida para a casa da mãe; a visita do governador Jarbas Passarinho à colônia em 1964 e as circunstâncias da saída dos pais do pavilhão coletivo para uma casa individual; sua separação em 1974, após sete anos de casamento e o que a motivou; seu emprego como auxiliar de enfermagem; sobre o jornal clandestino Clarim elaborado por sua mãe e outros pacientes da colônia do Prata; sobre os temas que o jornal abordava como críticas às medidas profiláticas e disciplinares; as freiras que ajudavam a esconder o jornal, a relação da igreja católica com a doença e a presença da igreja nos leprosários; sobre Reinaldo Sá, diretor da colônia, que morreu de infarte após jogar bola com o depoente.

Fita 1 – Lado B
Sobre os dois times de futebol da colônia de Marituba e a criação do Nauas, seu time de futebol; comentários sobre o intercâmbio esportivo entre as colônias e as atividades culturais da colônia como teatro e grupos musicais e folclóricos; a vinda do governador Jarbas Passarinho à colônia, em 1964, a encenação da peça de teatro contestando a ditadura militar e a amizade com Passarinho; relatos sobre o carnaval na colônia e a rivalidade entre os dois blocos existentes; considerações sobre o isolamento compulsório; o início do uso de medicamentos como óleo de chaulmoogra e as reações; o tratamento quimioterápico com a sulfona e as dores decorrentes da doença; as primeiras deficiências na mão com o avanço da doença; sobre Marcelo Cândia e a prevenção de incapacidade; o seu engajamento na luta por melhoria na condição de vida dos pacientes; as entidades sociais ligadas ao combate da doença; o irmão Gedová e a Sociedade de Pobres e Cegos da Divina Providência; a respeito do loteamento de casas efetuado pelo governo, na década de 1970, na área onde estava situada a colônia; quando o depoente passa a pagar por serviços básicos, como o uso de água e energia elétrica; o fracasso do ônibus coletivo gratuito e a criação de uma linha de ônibus; sua ligação com o Partido dos Trabalhadores (PT) e o conflito com o prefeito do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) por falta de prestações de contas; o julgamento e o juiz comprados, segundo o depoente, pelo prefeito.

Fita 2 – Lado A
O outdoor acusando o prefeito de esconder o dinheiro do município; a defesa do depoente pelos advogados do PT; a união com o novo prefeito e a construção da Câmara Municipal dentro da colônia de Marituba; sobre a criação da Secretaria Municipal de Saúde e do Serviço Social; a fundação do Centro de Referência em hanseníase do município na Colônia e a proposta de mudança do nome da Colônia para bairro D. Aristides; sobre a visita do Papa João Paulo II ao leprosário em 1980 e a luta para preservação dessa igreja como lugar histórico; sua ligação com o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) e observações sobre seu início, fundadores, o primeiro encontro em São Bernardo do Campo, SP, e as diversas representações pelos estados; o estigma que ainda permanece; a mudança do nome do Morhan de Movimento de Reintegração do Hanseniano para Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase; a respeito do alto índice da doença no Pará; sua participação no Morhan e erudição sobre aspectos referentes à doença; a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e dificuldade de implantar um sistema de saúde eficiente; sua eleição como Presidente do Conselho de Saúde; a bolsa de estudos concedida por Jarbas Passarinho para o término de seus estudos; o preconceito sofrido nas escolas por ter morado em uma colônia e a doação da bolsa para a filha saudável de um paciente; a criação de um curso supletivo com professores voluntários e a não conclusão desse curso por sua atuação no Morhan; sobre o livro que está escrevendo, o segundo casamento em 1980 e a criação de suas enteadas, como filhas legítimas, e seus netos; sobre sua amizade com Regina Barata, atual vereadora do PT; a morte de sua segunda mulher; o estudo da lei nº 4320 sobre orçamento público.

Fita 2 – Lado B
Continuação do comentário sobre o estudo da lei nº 4320 e sua relação com representantes do município de Marituba; a implementação da lei orgânica e a participação dos movimentos sociais dentro da Câmara Municipal; os 30 artigos que o depoente elaborou para a Câmara, tais como, a criação de cargos públicos para deficientes físicos; comentários sobre a funcionalidade do Conselho de Saúde do município de Marituba; a luta do depoente em superar traumas, preconceitos e marcas da doença, como um exemplo para as gerações futuras.

Antônio de Oliveira Borges Júnior

Sumário
Fita 1 – Lado A
Informações pessoais e a lembrança dos pais; a percepção dos primeiros sintomas de hanseníase em 1936, aos 14 anos e o diagnóstico recebido em 1942; sobre os médicos Otávio Torres e Reginaldo Sarmento; o preconceito e o estigma da doença; comentários sobre os irmãos e a morte do pai em 1930; a ida para o leprosário de Quintas dos Lázaros em 1943, aos 21 anos e o sofrimento pela separação da família; relatos sobre o cotidiano no leprosário e seu precário funcionamento; a ida para a Colônia Águas Claras e a atuação como prefeito desta Colônia; a respeito de medicamentos como o óleo de chaulmoogra, o Promim a Sulfona.

Fita 1 – Lado B
A saída da Colônia Águas Claras em 1953 e a ida para Santo Amaro da Purificação (BA); lembranças da família e o trabalho como feirante na Bahia; sua opinião sobre a cura da hanseníase, as comissões de alta na década de 1950; a eliminação da doença no Brasil e a necessidade do diagnóstico precoce; a utilização da vacina BCG na prevenção da hanseníase e formas e reações da doença; a necessidade de se eliminar definitivamente a hanseníase e conselhos para os atuais pacientes; sobre o Morhan, sobre Francisco Augusto Vieira Nunes, o Bacurau, e a importância deste movimento no combate à doença; relatos sobre a dificuldade em reintegrar o ex-paciente de hanseníase à sociedade.

Dossiê Grupo Trabalho Comunicação Social

Cartas, relatórios de reuniões, relatórios de atividades, relatórios de acompanhamento, relatório de despesas, atas de reunião, ofícios, orçamentos, comunicados, listas de cheques, listas de políticos, listas de concessionárias de energia elétrica, listas de instituições, listas de delegados, listas de distribuição, listas de documentos, listas de funções administrativas, listas de instituições, listas de itens, listas de jornais, listas de materiais, listas de membros, listas dos sindicatos de jornalistas, listas de ajuda de custo, guias de remessas, memorandos, resumos, discursos de abertura, solicitação de reembolsos, autorizações, notas para imprensa, recortes de jornal, mensagens por fax, projetos, declarações, cadernos de protocolo, pautas de reunião, credenciais, cartões, telex, fichas de inscrição, informativos, telegramas, programas de eventos, prospectos, bilhetes, formulários, apontamentos, anteprojetos, fichas cadastrais, manifestos, organogramas, poesias, propostas, questionários, roteiros para a televisão, roteiros de eventos, convites.

Cartas

Carlos Augusto de São José; Cesar Costa de Araujo; Cláudio Pereira de Queiroz; Dílson Paulo Alves; Helenildo Ramos Ortega; João Klinger; Lanes Recio Lopes Osório; Maria de Fátima Costa; Valter Henrique Renno

Relatórios

Relatórios de reunião, relatórios de pesquisas, relatórios de atividades, relatórios de cadastros, relatórios de prestação de contas, relatórios de transmissões, relatórios de controle de passagem, relatórios de acompanhamento.

Dossiê Assessoria Internacional

Listas telefônicas, listas de presença, listas de endereços, listas de distribuição de jornal, listas de destinatários, listas de instituições, convocações, pautas de reunião, ofícios, resumos, autorizações, bilhetes, mensagens por fax, ofícios circulares, memorandos, cartas, informativos, telex, relatórios de atividades, memorandos circulares, despachos, apontamentos, cartões, comunicados, convites, fichas de cadastros, normas, prospectos.

Dossiê Assessoria de Planejamento

Resoluções, relatórios de atividades, ofícios, mensagens por fax, decretos, pautas de reuniões, comunicados, resumos de relatórios, solicitações de diárias, solicitações de serviços, autorizações de pagamentos, projetos, cartas, programas de eventos, ofícios-circulares, propostas, listas de delegados e participantes, listas de endereços, listas de presença, listas de instituições, atas de eleições, publicações: I Conferência Estadual de Saúde de São Paulo, abaixo-assinados, cadernos de protocolos, manifestos, memorandos-circulares, credenciais, memorandos, telegramas, ficha de inscrições, agendas, apontamentos, capas, convites, cronogramas, ensaios, normas, notas de considerações, prospectos, regimentos, regulamentos, roteiros de discussões, tabelas, telex, moções, declarações, recortes de jornais, bilhetes.

Certidões

  • BR RJCOC HL-FC-ST-04
  • Dossiê
  • 26/09/1935 - 25/07/1979
  • Parte de Herman Lent

Cartas

  • BR RJCOC AP-DP-PP-09
  • Dossiê
  • 05/12/1955 - 31/03/1992
  • Parte de Augusto Perissé

Gerardo Wilken; Ronaldo Mordi

Membro da Sociedade de Biologia do Rio de Janeiro

Atas de reunião, folhas timbradas, fotografias de documentos, publicações, comprovante de pagamento, certidões registro civil de estatutos, propostas, livro de movimento de caixa, projeto de lei, diário oficial, cartão postal, recortes de jornal, cartas, declarações, oficios, cartão de pedido de artigos, convites, relatório de atividades, ofícios circulares, memorandos, cartão, recibos de pagamento, comunicados, carta circular, orçamentos, prospectos, currículos, apontamentos, bilhetes, estatutos, formulários, envelopes, estatutos, lista de nomes, roteiros.

Cartas

Carlos Ribeiro; Dirceu Rodrigues; Ernesto Reichmann; Eudoro Lemos; Fernando López Fernández; Fundação Lenore Schwartz; Geigy do Brasil S.A.; Harry Smith; Ivan Santiago; Julio César Galán; Luiza Pires Cabral; Maria de Lourdes Soares; Maria José Conceição; Richard Warren; Ruth Abramson; Vera Lopes; Roberto Pasqualin

Cartas

  • BR RJCOC AP-DP-IC-02.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 01/01/1947 - 08/07/1992
  • Parte de Augusto Perissé

Alec Grimison; Carlos Henrique Silva Penteado; Carol Shults; Charles de Guern; Fernando Capecchi; Fred Linsker; Giles St. Clair; Isaac Wolfson; Jean-Luc Schmerber; Joaquim Lima Pereira; José Genival Leite; Joseph Duflos; Kurt Ahlert; Lucienne Bonnot; Luiz Carlos G. Pannzio; Maria Adelaide Cardoso; Maria Lúcia Taylor de Ramos; Maria de Lourdes de Andrade; Marie-Luise Ulrich; Patricia Ann Tilley; Richard J. Owellen; Roberto Alves de Lima; Ronaldo Mordi; Wilmar Rocha

Cartas

  • BR RJCOC JJ-DP-IC-01.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 20/06/1961 - 29/11/2004
  • Parte de José Jurberg

Chainey, J. E.

Mapas Brasil

Reúne imagens de mapas de cidades e estados, distribuição e disseminação de febre amarela, schistosomose e histoplasmosis, pluviometria, população, umidade, vegetação, altitude, serviços realizados, postos de viscerotomia, ecologia e capturas no território do Brasil.

Dossiê Grupo de Trabalho Técnico

Artigos científicos, publicação: “Participação popular e distritos sanitários”, comunicação em eventos, projetos, listas de presenças, listas de ajudas de custos, listas de participantes, listas de bibliografias, listas de painelistas, listas das pastas do arquivo, listas de componentes do grupo de trabalho técnico, listas de produtos do grupo de trabalho técnico, ofícios, relatório de atividades, relatório de reuniões, cadernos de teses, apontamentos, resoluções, comunicados, fotografias, mensagens de fax, recomendações, abaixo assinados, cartas, solicitações de diárias, pautas de reuniões, quadros demonstrativos, autorizações de pagamentos, propostas, recibos, resumos, memorandos, ofícios-circulares, programas de eventos, fichas de instruções, convites, ensaios, ponderações, roteiros, estudos de caso, cadastros.

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