Item 28 - Venâncio Bonfim

Área de identificação

Código de referência

BR RJCOC 05-05-02-01-28

Título

Venâncio Bonfim

Data(s)

  • 1986 (Produção)

nível de descrição

Item

Dimensão e suporte

Documentos sonoros: 5 fitas cassete e 5 CD's (5h; cópia digital)

Área de contextualização

Nome do produtor

História arquivística

Entrevista realizada por Flávio Edler, Jaime Benchimol e Rose Ingrid Goldschmidt, na Fiocruz, nos dias 11 de novembro e 18 de dezembro de 1986.

Procedência

Área de conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Sumário
1ª Sessão: fitas 1 e 2
A família e a infância em Juiz de Fora; a ligação com a família de Carlos Chagas; o impacto causado pela primeira viagem ao Rio de Janeiro; o trabalho do pai como administrador de fazenda; a mudança definitiva para o Rio de Janeiro e o trabalho com o tio; a moradia dos funcionários em Manguinhos; os estudos no Liceu Comercial da Penha e no Instituto Lacé; o ingresso no IOC como servente em 1937; o trabalho com Genésio Pacheco no laboratório de bacteriologia e imunologia em 1939; perfil de Cardoso Fontes e de Henrique Aragão; a função dos auxiliares nos laboratórios; as diferenças entre a Fundação Rockefeller e o IOC na organização do trabalho; os produtos biológicos de Manguinhos; as pesquisas sobre o soro antigangrenoso desenvolvidas no laboratório de Genésio Pacheco; a produção de soro antigangrenoso no IOC; o impacto da descoberta da penicilina em 1943; a relação de Genésio Pacheco com Henrique Aragão; comentários sobre a produção de penicilina no IOC; a localização dos laboratórios; a repercussão da incorporação da Fundação Rockefeller ao IOC; os empregos em laboratórios particulares.

2ª Sessão: fitas 3 e 4
O trabalho no laboratório de Genésio Pacheco e a formação profissional do técnico; a campanha contra a brucelose e a viagem ao Nordeste em 1958; as mudanças no IOC durante as administrações de Henrique Aragão, Francisco Laranja e Antônio Augusto Xavier; comentários sobre o preconceito racial no IOC; relato da viagem ao Nordeste; as diferenças entre as expedições organizadas pela Fundação Rockefeller e pelo IOC; a segunda viagem ao Nordeste em 1959 e o curso sobre brucelose; o convite de Francisco Laranja para trabalhar na instalação de postos de saúde em Brasília; a chefia do Setor de Esterilização e Meios de Cultura em 1962; comentários sobre as administrações de Joaquim Travassos da Rosa e Amilcar Vianna Martins; a administração de Rocha Lagoa; comentários sobre os inquéritos administrativo e militar no IOC; a relação profissional de Genésio Pacheco com José Guilherme Lacorte; a chefia da seção de biologia em 1967; a experiência no Projeto Rondon; a cassação dos cientistas em 1970; a colaboração na produção de vacina anticolérica enviada à Nicarágua em 1971; a participação na inauguração do Pavilhão Joaquim Venâncio.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Transcrição e sumário

Área de condições de acesso e uso

Condições de acesso

Sem restrição

Condições de reprodução

Sem restrição

Idioma do material

Forma de escrita do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de pesquisa

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Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

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Área de notas

Nota

Resenha biográfica
Venâncio Bonfim nasceu em 08 de novembro de 1916, em Juiz de Fora, Minas Gerais, na Fazenda Bela Vista, que pertencia à família de Carlos Chagas. Aos 18 anos mudou-se para o Rio de Janeiro para trabalhar com seu tio Joaquim Venâncio, na criação de gado no Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Estudou no Liceu Comercial da Penha e no Instituo Lacé, concluindo o curso de contabilidade. Em 1937, foi contratado como servente do IOC, passando logo em seguida a trabalhar na seção de bacteriologia e imunologia como auxiliar de laboratório, sob a chefia de Genésio Pacheco. Em 1958, viajou ao Nordeste, a convite de Genésio Pacheco, para trabalhar na campanha contra a brucelose. A convite de Francisco Laranja, na época diretor do Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU), colaborou na instalação de postos de saúde em Brasília, em 1960. Em 1967, foi designado chefe da seção auxiliar de biologia. No ano seguinte, participou do projeto Rondon como técnico de laboratório, no então território de Roraima. Venâncio Bonfim colaborou também na produção de vacina anticolérica, distribuída às vítimas do terremoto na Nicarágua, em 1971. Dois anos depois, aposentou-se por tempo de serviço do Ministério da Saúde, ingressando no Centro de Pesquisas do Instituto Gonzaga da Gama Filho como técnico de laboratório, a convite do diretor Gobert Araújo Costa. Aposentou-se do Instituto Gonzaga da Gama Filho em abril de 1992.

Notação anterior

Pontos de acesso

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Escrita(s)

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