Dossiê 21 - Tadiana Alves Moreira

Área de identificação

Código de referência

BR RJCOC 05-05-03-21

Título

Tadiana Alves Moreira

Data(s)

  • 03/04/2003 (Produção)

nível de descrição

Dossiê

Dimensão e suporte

Documentos sonoros: 2 itens (fita cassete; 1h30m; arquivo digital).

Área de contextualização

Nome do produtor

História arquivística

Procedência

Área de conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Entrevista realizada por Jaime Benchimol, Ruth Martins, Roberta Câmara e Laurinda Rosa Maciel abordando aspectos sobre o panorama da hanseníase no Brasil, contexto e atual e perspectivas possíveis. Local: Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, Rua México, 128/418, Rio de Janeiro. Transcrição: Clícea Maria Augusto de Miranda; Conferência de fidelidade: Tadiana Alves Moreira; Revisão: Natercia Rossi e Edição de texto: Ruth B. Martins

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Entrevista editada e publicada

Área de condições de acesso e uso

Condições de acesso

Sem restrição.

Condições de reprodução

Sem restrição.

Idioma do material

Forma de escrita do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de pesquisa

Área de fontes relacionadas

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Nota de publicação

MOREIRA, Tadiana Alves. Panorama sobre a hanseníase: quadro atual e perspectivas . Hist. cienc. saude-Manguinhos [online]. 2003, vol.10, suppl.1, pp.291-307. ISSN 0104-5970. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702003000400014.

Área de notas

Nota

A entrevistada fala sobre a endemia no Brasil, atualmente com 4.4 casos por dez mil habitantes, sendo o segundo país em número de doentes. Ao discorrer sobre o engajamento do Brasil no programa lançado pela Organização Mundial de Saúde, Tadiana explica que o objetivo da OMS é eliminar a hanseníase até 2005. No entanto, ela diz que a meta brasileira é, neste prazo, reduzir a incidência da doença a até menos de um caso por dez mil pessoas. Em nosso país, a estrutura e organização de tal programa, que engloba desde a formação e especialização de profissionais para garantir o diagnóstico precoce, ao acompanhamento do paciente durante o tratamento, é realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), implantado em todos os estados da federação. O tratamento poliquimioterápico dura, em média, um ano, se for seguido à risca. Em muitos casos, a doença volta a se manifestar posteriormente. Ela comenta as diferenças de incidência da hanseníase, dependendo da região: já foi eliminada em dois dos três estados do Sul do país, ao passo que em estados do Norte e Centro-Oeste atinge índices hiperendêmicos. Trabalhando em estreita articulação com as associações de pacientes e ex-pacientes, inicialmente como enfermeira e, depois, na implantação das políticas de atenção ao hanseniano, Tadiana Alves Moreira fala sobre a importância do diagnóstico precoce visando evitar seqüelas físicas que a doença provoca quando alcança estágios avançados, e assim, reduzir o estigma que recai sobre os seus portadores.

Notação anterior

Pontos de acesso

Ponto de acesso - assunto

Ponto de acesso - local

Ponto de acesso - nome

Pontos de acesso de género

Área de controle da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status da descrição

Preliminar

nível de detalhamento

Integral

Datas de criação, revisão, eliminação

Junho de 2010.

Fontes utilizadas na descrição

Zona da incorporação

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