Paulo Ernani Gadelha Vieira

Área de identificação

Tipo de entidade

Pessoa

Forma autorizada do nome

Paulo Ernani Gadelha Vieira

Forma(s) paralela(s) de nome

  • Paulo Gadelha

Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

Outra(s) forma(s) do nome

identificadores para entidades coletivas

Área de descrição

Datas de existência

1951-

História

Nasceu em 22 de julho de 1951, em Fortaleza (CE), filho de Mário Câmara Vieira e Yvone Gadelha Vieira. Em 1976 graduou-se em medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na qual se especializou em psiquiatria no Hospital de Clínicas – residência médica (1977-1978) e em medicina do trabalho (1981). Entre 1977 e 1978 foi presidente da Associação dos Médicos Residentes do Estado do Rio de Janeiro, função igualmente exercida na Associação Nacional dos Médicos Residentes de 1978 a 1979. Ainda na UERJ, no ano de 1983, obteve o título de mestre pelo Instituto de Medicina Social, apresentando a dissertação “Assistência médica no Rio de Janeiro – 1920-1937: reformas institucionais e transformações da prática médica”. Em 1991 completou sua formação acadêmica ao ingressar no doutorado da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde, em 1995, defendeu a tese intitulada “História de doenças: ponto de encontros e de dispersões”. Na década de 1980, foi professor da UERJ, do Instituto Brasileiro de Administração Municipal, do Museu Histórico Nacional, da Universidade Santa Úrsula e da Universidade Cândido Mendes. Nesse período também integrou e coordenou projetos e programas de pesquisas, como “Contribuição à história da assistência médica no Rio de Janeiro, 1930-1967” (1982), “Memória do trabalho industrial no Rio de Janeiro, 1900-1950 (1982-1984), “Memória da saúde pública e da assistência médica no Rio de Janeiro: um sistema de recuperação e classificação de informações históricas” (1983) e o “Programa Nacional de Preservação da Documentação Histórica – Pró-Documento” (1984-1985). De 1983 a 1984 participou da criação do Departamento de Fisiologia da UERJ. A partir de 1985 iniciou sua atuação na gestão institucional da Fiocruz, quando participou da elaboração e coordenação do projeto de criação da Casa Oswaldo Cruz (COC), unidade técnico-científica dedicada à preservação da memória institucional e às atividades de pesquisa, ensino, documentação e divulgação da história da saúde pública e das ciências biomédicas no Brasil. Como diretor da COC, entre 1987 e 1997, liderou diversos projetos relacionados às suas múltiplas áreas de atuação, como “Organização e ampliação da documentação iconográfica do Museu da Casa de Oswaldo Cruz” (1986-1988), “Constituição do acervo de depoimentos orais sobre a história de Manguinhos e da saúde pública no Brasil” (1986-1988) e “História da assistência médica na previdência social no Brasil” (1986-1991). De 1995 a 2000 foi responsável pela coordenação geral do Museu da Vida. Além disso, exerceu na Fiocruz as funções de secretário-geral, coordenador das plenárias (1988-2007) e presidente (2010-2012) dos Congressos Internos, coordenador-geral das comemorações de seu centenário de fundação (1998-2000), vice-presidente de Desenvolvimento Institucional, Informação e Comunicação (2001-2004), vice-presidente de Desenvolvimento Institucional e Gestão do Trabalho (2005-2008) e presidente (2009-2012). Em 2013 foi eleito para o segundo mandato à frente da instituição. Ainda na década de 2000 exerceu a presidência da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (2005-2006). Recebeu diversas honrarias, como comendador da Ordem do Rio Branco (2009), grã-cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (2010) e professor honorário da Universidade Andina Simon Bolívar, do Equador (2011).

Locais

Status legal

Funções, ocupações e atividades

Presidente da Fundação Oswaldo Cruz, 2009-2016

Mandatos/Fontes de autoridade

Estruturas internas/genealogia

Contexto geral

Área de relacionamento

Área de controle da descrição

Identificador do registro de autoridade

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

ISAAR(CPF): norma internacional de registro de autoridade arquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias.

Status da descrição

nível de detalhamento

Datas das descrições (criação, revisão e remoção)

Idioma(s)

Escrita(s)

Fontes utilizadas na descrição

Notas de manutenção