Niterói (RJ)

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Osmar Mattos

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
Seu nascimento e infância em Maceió e sobre os pais e irmãos; a mudança da família para Recife, em 1932; o ingresso na Faculdade de Medicina do Recife, em 1934, e o término em 1939; o início da vida profissional, a mudança o Amazonas, a vinda para o Rio de Janeiro e o ingresso no Instituto de Leprologia, a volta para o Amazonas e o trabalho em colônia de leprosos, o retorno para a capital do estado, Manaus, e a direção do leprosário; a segunda vinda para o Rio de Janeiro e o trabalho na Campanha Nacional Contra Lepra, de 1950; o fechamento do Instituto de Leprologia, na década de 1970 e a transferência para a Saúde dos Portos e indo trabalhar no aeroporto Internacional do Rio de Janeiro; a respeito do uso da talidomida no tratamento da hanseníase e a apresentação deste método como tratamento no exterior; o aparecimento da Sulfona e o início de seu uso.

Fita 1 - Lado B
Comentários sobre os filhos; volta a comentar sobre sua saída do Instituto de Leprologia e a ida para a Saúde dos Portos e a Campanha Nacional contra a Lepra; opinião quanto à mudança do nome lepra para hanseníase; relato de casos; tratamento atual da hanseníase e a nova classificação para a doença; o isolamento compulsório no Rio de Janeiro e em São Paulo; opinião quanto à abertura e ao fechamento dos leprosários, a posição dos médicos quanto à política de isolamento compulsório; comentários sobre os professores Ramos e Silva, Eduardo Rabelo e Rubem David Azulay; o Programa Nacional de Lepra e o convite recebido por Fausto Gaioso para assumir a direção; sobre os diretores do Instituto de Leprologia; comentários sobre Luiz Marino Bechelli, Nelson de Lauro, Nelson Cavalcanti e Lauro de Souza Lima; a especialização em dermatologia no Rio de Janeiro e o Professor Armínio Fraga.

Fita 2 - Lado A
Sobre suas atribuições e o cargo na Campanha Nacional Contra a Lepra; o atendimento aos hansenianos nas unidades municipais e seus funcionários como guardas e enfermeiras; sobre o uso da Sulfona e da talidomida no combate à hanseníase; sobre a recusa do depoente em internar pacientes hansenianos com reações; a aplicação do BCG enquanto trabalhava no Instituto de Leprologia; o trabalho como chefe de setor na Campanha Nacional contra a Lepra em municípios do Estado do Rio de Janeiro e a extensão da Campanha para outros municípios; o controle dos comunicantes; os dispensários e a descentralização do centro de saúde; a respeito da necessidade de internação de alguns pacientes e a pressão que sofreu para internar dois pacientes em Cabo Frio; sobre possíveis voluntários na luta contra a doença; a remessa falsa de talidomida comprada pelo Serviço Nacional de Lepra; o cargo de mediador na Policlínica Geral do Rio de Janeiro; o professor Ramos e Silva e a cátedra de Dermatologia da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro; o convite para ministrar um curso de dermatologia em São Paulo e a participação de René Garrido Neves nesse curso como assistente; sobre a cura da hanseníase e o caso dos dois advogados curados em Niterói; o uso do CB1; a respeito da transmissibilidade da doença de mãe para filho; os preventórios e as internações no Hospital Frei Antônio; o tratamento da doença através da descompressão dos nervos; o uso da talidomida e suas reações; a cura da reação leprosa pelo Xécio (?);(Sheskin) os variados tipos da doença tais como virshowiano e polimorfa; o estudo sobre a doença com os paulistas Leo e Robson Janine (?); sobre seu trabalho de evolução anômala da lepra; sobre o caso da lepra de Lucio e sua intercorrências; o episódio com Periassu (?) e o diagnóstico de lepra pelo nervo auricular; a publicação desse trabalho como lepra de Lucio.

Fita 2 - Lado B
O doutor Sheskin (?) e a publicação do trabalho da talidomida no tratamento contra a lepra; sobre as políticas de controle da hanseníase no país e na Baixada Fluminense (Rio de Janeiro); o trabalho experimental da Campanha implementada pelo Rossis (?) e sua extensão pelo país todo; os meios de transportes utilizados na Campanha; sobre o preconceito que envolve a doença; a Campanha em Cabo Frio e o caso Otacílio; a decepção com Wandick Del Fávero devido ao fim da campanha estipulado por ele; a nomeação como chefe da Campanha Nacional contra a Lepra; o VIII Congresso Intenacional de Tóquio em 1958 e a abolição do isolamento terapêutico; sobre a diferença entre a Campanha Nacional e a de Orestes Diniz; a respeito de pessoas conhecidas contaminadas pela doença; sobre seu consultório na Rua da Carioca, no Rio de Janeiro; sobre sua aposentadoria; o consultório em parceria com Hinálio de Castro (também do Instituto de Leprologia) e sua admiração pelo colega; sobre as lesões cutâneas decorrentes da doença e suas diferentes designações; a ida para a Saúde dos Portos depois de uma passagem pelo Cais do Porto; a questão estatutária e a Consolidação das Leis do Trabalho; sobre a temporada que passou com a família na Colônia Antônio Aleixo; a vinda para o Rio de Janeiro para fazer o curso de lepra; a volta para a colônia e a sua nomeação como chefe do Serviço Nacional de Lepra; o caso do roubo do cimento da colônia; o rompimento com Edson Stanislau (?) devido a desavenças políticas e a demissão do Serviço; o curso de doenças venéreas no Rio de Janeiro e a ida para Fortaleza a convite do diretor de saúde do Ceará.

Fita 3 - Lado A
Sua entrada na Campanha Nacional de Lepra em 1954; sobre o Dr. Borges Filho e a alta incidência da doença por todo o Brasil; as dificuldades por quais passam os profissionais que lidam com a hanseníase no país; o controle da doença e as questões sociais que envolvem a doença tais como a pobreza da população; relatos sobre sua passagem pelo Amazonas e as péssimas condições de vida das famílias que habitavam esse estado; lembranças de alguns casos de hanseníase nos locais em que já atuou tais como: Roraima, Amapá e Acre; a especialização em dermatologia ministrada pelos doutores Armínio Fraga e Ramos e Silva; memórias acerca desses professores; a admiração pelo professor Ramos e Silva e por sua filha Márcia Ramos e Silva; o caso do professor Arton (?) da Itália e sobre os doutores Mário Rutovit (?) e Jarbas Porto; sua opinião sobre o Movimento de Reintegração de pessoas atingidas pela Hanseníase (MORHAN); o congresso de Dermatologia em 1979; a respeito de medicamentos utilizados no tratamento da doença como o óleo de chaulmoogra, a Sulfona e a diazona; lembrança de alguns casos tratados com Sulfona (DDS).

René Garrido Neves

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
Seu nascimento e infância em Niterói, no Rio de Janeiro; as atividades profissionais de seus pais e sua intenção de seguir a carreira militar; lembranças do Curso Científico no Liceu Nilo Peçanha, em Niterói; a opção pela Medicina e o ingresso na Faculdade Fluminense de Medicina, atual UFF, em 1948; comentários sobre professores, colegas e o fim da obrigatoriedade da tese para obtenção do diploma no curso de Medicina.

Fita 1 – Lado B
Sobre a opção pela Dermatologia e as aulas do professor Paulo de Figueiredo Parreiras Horta e seu assistente, Rubem David Azulay; o estágio no ambulatório de Dermatologia da Universidade, em 1951; a contratação para trabalhar no Laboratório de Anatomia Patológica, no Instituto de Leprologia (IL), após a formatura, em 1954; suas perspectivas de trabalho durante a graduação e a primeira experiência como professor da parte prática do Curso de lepra, oferecido pelo Ministério da Saúde, em 1954; os cursos de extensão oferecidos pela Sociedade dos Internos da Santa Casa do Rio de Janeiro, tais como o Curso de Dermatologia, em 1952; comentários sobre o curso de Histopatologia da Pele com o professor Hildebrando Portugal, na Universidade do Brasil, em 1962, a impossibilidade de fazer o curso de Micologia e o pouco valor dados à qualificação profissional no país; o concurso para auxiliar médico da Secretaria de Saúde e Assistência do Distrito Federal, de 1953 a 1954; a transferência do IL para a fundação Oswaldo Cruz, na década de 1970; sobre a Campanha Nacional contra a Lepra e o Dr. Orestes Diniz, diretor do Serviço Nacional da Lepra à época, comentários sobre Ernani Agrícola.

Fita 2 - Lado A
Comentários sobre a política de isolamento compulsório; o funcionamento do Hospital Frei Antônio, em São Cristóvão/RJ; o Curso de Leprologia, do Serviço Nacional de Lepra, em 1956, cujos professores eram Rubem David Azulay e Avelino Miguez Alonso, entre outros; as mudanças na estrutura do curso, como enviar os professores para os estados para realizar cursos intensivos; as atividades do IL; a pesquisa para a implantação da Sulfona no Brasil; comentários sobre o Dr. Diltor Vladimir Araújo Opromolla, médico do Instituto Lauro de Souza Lima, em Bauru (SP); as pesquisas do Dr. Inálio de Castro; o curso de Especialização em Lepra, do Departamento Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, em 1957.

Fita 2 – Lado B
As atividades do IL no combate a hanseníase após a descentralização; os critérios das comissões de alta; relato de um estudo de caso em paciente. Seu trabalho como diretor do IL, em 1964; o projeto com a Organização Mundial de Saúde, para tornar o instituto um centro de referência em pesquisa de Sulfona; algumas dificuldades; a produção da Lepromina. O trabalho como Chefe de Anatomia Patológica do IL, em 1969. Comentários sobre os vínculos empregatícios e os salários dos funcionários públicos que trabalham na área da saúde.

Fita 3 – Lado A
Outras observações sobre a incorporação do Instituto de Leprologia a Fundação Oswaldo Cruz, na década de 1970; a biblioteca do IL especializada em hanseníase; relato sobre a transferência da área do IL para a Irmandade da Candelária, em 1976; e a transferência do Serviço Nacional de Lepra para Brasília; as tentativas de resistência; sua ida para o Instituto do Câncer; as dificuldades de implantação do serviço de atendimento ao câncer de pele; o curso de Dermatologia, de 1952.

Fita 3 – Lado B
Os estágios oferecidos pelo IL; a assessoria dada pelo Instituto para diagnóstico de lepra de outros estados e até de outros países, como a Guiana Holandesa; sobre o Dr. Lauro de Souza Lima e suas atividades com a hanseníase; sua carreira de docente como professor titular da Universidade Federal Fluminense, em 1986; as atividades do Dr. Rubem David Azulay; sobre as técnicas de laboratório para diagnóstico de lepra; o trabalho como Assistente do Serviço de Dermatologia, em 1958.

Fita 4 – Lado A
As atividades como presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, em 1986; sobre a Associação Brasileira de Leprologia e o simpósio acerca da utilização da vacina BCG contra a lepra; o primeiro Curso de Dermatologia Tropical realizado em 1979, na cidade de Manaus, Amazonas e as circunstâncias da realização do curso em Porto Velho, Rondônia; comentários sobre o médico Abraão Rotberg; o ensino da Dermatologia no Brasil; observações sobre a catalogação de seus artigos publicados; as circunstâncias de sua aposentadoria, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1979; como se deu a organização da pós-graduação na UFF, durante o período em que trabalhou como Coordenador, sendo, ao mesmo tempo, aluno.

Fita 4 – Lado B
Lembranças de situações vivenciadas durante o curso de pós-graduação; seu trabalho como avaliador da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) nos cursos de pós-graduação; as circunstâncias de sua ida para a UFRJ, como professor titular em Dermatologia, em 1992 e como foi realizado o concurso; os títulos de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em 1967, e de Especialista em Hansenologia, pela Sociedade Brasileira de Hanseníase (SBH), em 1974; o concurso para médico dermatologista do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em 1973; sua formação musical em teoria e solfejo pelo Teatro Municipal de Niterói, em 1939.

Fita 5 – Lado A
O Curso de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas, realizado em 1985, no Instituto de Pós-Graduação Carlos Chagas; a diminuição da carga horária da disciplina Dermatologia na graduação, atualmente e o maior interesse dos professores e alunos na área de estética; sua participação em congressos; a meta de eliminação da hanseníase no Brasil e o alto índice dos casos da doença; a importância da mudança do nome lepra para hanseníase.

Fita 5 – Lado B
O estigma que envolve a doença; comentários sobre a proposta de Abraão Rotberg para a adesão internacional do termo hanseníase e o embate deste com Luís Marino Bechelli devido a isto.

Vice-Presidente da Fundação Nacional de Saúde - FUNASA

  • BR RJCOC CA-GI-AI-05.v.1-v.7
  • Dossiê
  • 1978 - 2001
  • Parte de Cláudio Amaral

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