José de Carvalho Filho

Área de identificação

Tipo de entidade

Pessoa

Forma autorizada do nome

José de Carvalho Filho

Forma(s) paralela(s) de nome

Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

Outra(s) forma(s) do nome

identificadores para entidades coletivas

Área de descrição

Datas de existência

1936-2015

História

Nasceu em 25 de fevereiro de 1936, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), filho de José de Carvalho e Soledade Lopes de Carvalho. Iniciou sua trajetória no Instituto Oswaldo Cruz (IOC) em 1950, quando foi contratado como servente na Seção de Fotografia e realizou atividades no Serviço de Envasamento de vacina antitífica. No ano seguinte participou do Curso de Fotomicrografia, e em 1960, do Curso de Auxiliar de Laboratório, ambos promovidos pelo IOC. Foi enquadrado em 1964 como fotógrafo, função que desempenhava desde 1955, após ter sido declarado servidor equiparado aos funcionários efetivos. Em 1968 foi designado para participar do Projeto Rondon I, no qual produziu registros fotográficos inéditos das aldeias dos índios yanomamis no Alto Catrimani, em Roraima. Entre 1970 e 1977 respondeu pela Unidade de Audiovisual da Escola Nacional de Saúde Pública. No ano de 1975 atuou na Campanha de Prevenção ao Câncer Ginecológico, bem como participou dos cursos de Fotografia como Método Científico, da Associação Universitária Santa Úrsula, e de Técnicas Audiovisuais, da Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado. Em 1977 graduou-se no curso de licenciatura em geografia da Sociedade Unificada de Ensino Superior Augusto Motta. Ainda nesse ano foi aposentado. Retornou em 1986 ao IOC, novamente na condição de funcionário público, como fotógrafo de microscopia no Departamento de Virologia, onde trabalhou com a equipe que pela primeira vez isolou o vírus da dengue no Brasil. Ainda em 1986 produziu o registro fotográfico dos dez cientistas do IOC, personagens do episódio do Massacre de Manguinhos, para o evento de reintegração destes à Fundação Oswaldo Cruz. Aposentou-se compulsoriamente em 2006. Anos depois, voltou ao instituto como técnico de laboratório, sendo responsável por grande parte do trabalho de restauração e organização das lâminas das coleções Histopatológica e de Febre Amarela pertencentes ao Laboratório de Patologia. Morreu em 22 de maio de 2015, no Rio de Janeiro.

Locais

Status legal

Funções, ocupações e atividades

Fotógrafo do Instituto Oswaldo Cruz

Mandatos/Fontes de autoridade

Estruturas internas/genealogia

Contexto geral

Área de relacionamento

Área de controle da descrição

Identificador do registro de autoridade

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status da descrição

nível de detalhamento

Datas das descrições (criação, revisão e remoção)

Idioma(s)

Escrita(s)

Fontes utilizadas na descrição

Notas de manutenção