Visualização de impressão Fechar

Mostrando 25 resultados

descrição arquivística
Brasília (DF) Hanseníase
Visualização de impressão Ver:

1 resultados com objetos digitais Mostrar resultados com objetos digitais

Folhetos

  • BR RJCOC GA-DP-LP-09
  • Dossiê
  • 1963 - 1987
  • Parte de Paulo Gadelha

Diretor do Centro Nacional de Epidemiologia do Ministério da Saúde- CENEPI

  • BR RJCOC ED-GI-AI-04.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 01/1989 - 10/10/1995
  • Parte de Eduardo Costa

Reúne: diário oficial, protocolos, regulamentos, artigos científicos, informativos, memorandos, cartas, roteiros, relatórios de atividades, mensagens por fax, projetos, relatórios de viagens, avisos de depósitos, ofícios, anteprojetos, currículos, termos de consentimentos, minutas de relatórios, contratos de serviços, ofícios circulares, editais, gráficos, tabelas, organogramas, listas de siglas, propostas, prospectos, projetos de pesquisa, diretrizes, convênios, formulários, acordos de cooperação técnica, mapas.

Informativos

  • BR RJCOC ED-DP-LP-05.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 1964 - 11/1993
  • Parte de Eduardo Costa

Boletim Nacional de Epidemiologia (BNE)

Ensaios

  • BR RJCOC ED-DP-LP-01.v.1-v.3
  • Dossiê
  • 31/03/1923 - 11/1993
  • Parte de Eduardo Costa

Alberto de Oliveira; Antônio Rivadavia Sobreiro Rolim; Juan Edilberto Antezana; Clovis Heitor Fernandes Tigre; Cezar Augusto Aldabe; Magnus Nikeasson; Jore Strandell; Vanderlei Severo; Olga Lipiridou; Jeanes Zaphiride; Ephi Zervanou; Eriphili Danga; Eugene Sanders; Myrna Ginter; Léia Melo da Silva

Vice-Presidente da Fundação Nacional de Saúde - FUNASA

  • BR RJCOC CA-GI-AI-05.v.1-v.7
  • Dossiê
  • 1978 - 2001
  • Parte de Cláudio Amaral

Reúne apontamentos, artigos, atas, atos administrativos, avisos, cartas, contratos, cronogramas, currículos, discursos, gráficos, informativos, informes técnicos, laudos, listas de funcionários, manuais, mapas, memorandos, mensagens, minutas de contratos, ofícios, organogramas, pareceres, planos de ação, procurações, programas, projetos, propostas, prospectos, publicações, recortes de jornais (O Globo), regimentos, relatórios, tabelas, textos, fotografias e transparências.

Secretário da Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde - SNABS

  • BR RJCOC CA-GI-AI-04.v.1-v.3
  • Dossiê
  • 1978 - 1995
  • Parte de Cláudio Amaral

Reúne manuais, gráficos, relatórios, planos de ação, artigos, informativos, dissertações, relatórios de prestação de contas, organogramas, ofícios, atos de administrativos, publicações, programas, tabelas, mensagens, cartas, contratos de serviços, apontamentos, formulários e projetos.

Wagner Nogueira

Entrevista realizada por Laurinda Rosa Maciel, em Brasília (DF), no dia 05 de agosto de 2009.
Sumário de assuntos
– Lembranças da infância e da família; a recusa em seguir a carreira militar e a opção pela Universidade; menção à ‘escola’ que abriu em sua casa para dar aulas e ter alguma independência financeira; breve passagem pela escola militar da Aeronáutica; a entrada no curso de Medicina, da USP, o movimento estudantil e sua participação; menção à atuação no setor de medicina preventiva da faculdade (0min - 7min57s);
– O início de seu envolvimento com a hanseníase; considerações sobre o dermatologista e professor de medicina, dr. Constantino José Fernandes, que o orientava no início da atuação com pacientes de hanseníase; o contexto de surgimento do Morhan e a iniciativa de Bacurau; a administração da vida acadêmica associada à sua inserção e atuação no Morhan; sobre a implantação da poliquimioterapia em São Paulo e a oposição do Morhan; a atuação da Fiocruz na área de pesquisa da hanseníase; a Coordenação Estadual de Hanseníase em São Paulo no momento de implantação gradual da poliquimioterapia; a inserção do tratamento da hanseníase no sistema de saúde; treinamento e capacitação de pessoal (7min58s - 25min33s);
– Os hospitais-colônia no estado de São Paulo; detalhes sobre o período de sua atuação como coordenador estadual de hanseníase, de 1988 até 2004, e o processo de saída desse cargo; a atuação no Programa de Saúde da Família; a aceitação da poliquimioterapia e as observações sobre a importância da Fiocruz neste processo; algumas considerações sobre a atuação no
Morhan; citação sobre sua entrada na Secretaria Estadual de Saúde; o papel do Morhan na atualidade; lembranças da atuação do Morhan no passado e comparação com o presente, destacando a diferença de objetivos; exaltação à melhora no âmbito macropolítico e a fragilidade na base do Movimento; opinião sobre o tratamento da hanseníase na atualidade e a municipalização das ações de controle; o surgimento de grande número de casos com pacientes menores de 15 anos; a capacitação do profissional envolvido no tratamento da hanseníase (25min34s - 56min43s);
– A mudança de ‘lepra’ para ‘hanseníase’; considerações sobre a importância da atitude diante da hanseníase e do entendimento sobre seu significado; a política de eliminação da hanseníase e as áreas endêmicas; a necessidade de priorização do diagnóstico precoce e do tratamento, em detrimento da busca pela eliminação da doença; a posição ocupada pelo Brasil nas estatísticas mundiais sobre a doença; citação do grupo de profissionais que desde a década de 1980 não aceita as imposições internacionais de combate à hanseníase, e concordância com essa atitude; encerramento da entrevista; agradecimentos e considerações finais sobre sua aposentadoria e a pretensão de continuar trabalhando com a hanseníase (56min54s - 1h11min).

Fabíola Aguiar Nunes

Entrevista realizada por Maria Leide W. de Oliveira, em Brasília (DF), no dia 03 de fevereiro de 2004.
Sumário de assuntos
Fita 1 - Lado A
Comentários sobre a família, a formação do pai como médico sanitarista e sua atuação como Secretário Estadual de Saúde, da Bahia; comentários sobre os irmãos; formação escolar, o vestibular e o ingresso nas Faculdades de Farmacologia e de Medicina; a opção pela Medicina e a especialização em Saúde Pública por influência de seu pai; o convite recebido para fazer o curso de Arquivo Médico na Costa Rica, no último ano da graduação em Medicina; o término do curso e a organização do arquivo médico do Hospital das Clínicas da Bahia, a realização deste trabalho e as resistências encontradas; a organização do curso de Extensão em Arquivo Médico, no Hospital das Clínicas; o mestrado em Saúde Pública na área de concentração em Administração em Serviços de Saúde, na Universidade da Califórnia; as disciplinas cursadas e as dificuldades encontradas.

Fita 1 - Lado B
Comentários sobre o trabalho realizado no Hospital das Clínicas no período político da ditadura no Brasil; o retorno ao Brasil, após o curso da Universidade da Califórnia e o trabalho como professora assistente no Departamento de Medicina Preventiva, da Universidade Federal da Bahia, em 1972; a rotina de trabalho neste período; a experiência profissional no Centro de Saúde de Cruz das Almas, em Recife; a nomeação como vice-diretora do Hospital das Clínicas da Bahia, em 1974; o trabalho na Primeira Diretoria Regional de Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde; a ida para o a Costa Rica, por intermédio do Programa de Planejamento Estratégico Centro América e Panamá (PASCAP), patrocinado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em 1980; as dificuldades enfrentadas nesse período.

Fita 2 - Lado A
O retorno da Costa Rica ao Brasil, em 1982, para trabalhar na assessoria dos hospitais do Ministério da Saúde; comentários sobre a vida pessoal, a eleição de Tancredo Neves à Presidência da República e as circunstâncias da nomeação de Carlos Santana, seu esposo, para a pasta do Ministério da Saúde, em 1985; sua nomeação para a Secretaria Nacional de Programas Especiais (SNEPS), em São Paulo, em 1985; algumas dificuldades enfrentadas e os programas de tratamento da hanseníase; relato sobre o aumento do número de pacientes de Aids no país e os primeiros programas de combate à doença.

Fita 2 - Lado B:
A VIII Conferência Nacional de Saúde, em 1986, e a falta de informação sobre a AIDS nos principais meios de comunicação; circunstâncias sobre o encontro com Halfdan Theodor Mahler, diretor da OMS, a orientação em relação à implantação da poliquimioterapia no Brasil e a convocação de uma reunião nacional para discutir o esquema terapêutico ser adotado; o embate com Aguinaldo Gonçalves sobre organização desta reunião; opiniões contrárias de alguns profissionais contra a poliquimioterapia; a saída de Carlos Santana, como Ministro da Saúde e a entrada de Roberto Figueira Santos em 1986; a demissão de Aguinaldo Gonçalves como diretor da Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária e a entrada de Maria Leide W. de Oliveira, em 1986; a assessoria de Manoel Zuniga para a implantação da poliquimioterapia e recordações das reuniões deste processo.

Fita 3 - Lado A
As discussões e articulações políticas por um sistema unificado de saúde; relato sobre episódios ocorridos na gestão de Carlos Santana no Ministério da Saúde; os problemas enfrentados pela falta de recursos para campanhas de esclarecimentos em saúde; os problemas de infecção hospitalar ocasionados pela falta de qualidade dos produtos de limpeza usados nos hospitais; relato sobre dificuldades encontradas na continuação de seu trabalho junto ao Ministro da Saúde, Roberto Santos, em 1987 e lembranças deste período.

Fita 3 - Lado B
Circunstâncias da sua ida para o Ministério da Educação (MEC) e o retorno à Universidade de Brasília (UnB), como professora de Administração em Serviço de Saúde; o trabalho na Secretaria Nacional de Educação Superior e algumas mudanças curriculares propostas para cada curso, como o estágio em Farmacologia; o convite para participar da comissão organizadora da Faculdade de Farmacologia na Universidade de Brasília; as dificuldades em continuidade do trabalho devido à saúde precária de seu marido; o convite para assumir a chefia da Coordenação Regional da Fiocruz, em Brasília; a realização do curso com prioridade para as questões legais e a saúde, voltado para promotores e juízes; o trabalho de conscientização sobre a febre amarela, realizado com alunos do ensino fundamental e médio, na cidade de Planaltina, em Goiás; comentários sobre alguns projetos não realizados durante sua permanência na direção de órgãos públicos.

Euclides Ayres Castilho

Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Marcos Roma Santa, em Brasília (DF), no dia 06 de novembro de 1996.
Sumário
Fita 1 – Lado A
Sua formação em medicina preventiva; o trabalho como professor da USP; as funções desempenhadas na Fundação Oswaldo Cruz; a origem de seu interesse profissional pela Aids; o ingresso na Comissão Nacional de Aids, em 1987; a presidência do Comitê Diretivo de Pesquisa do Programa nacional de Aids e do Comitê de Vacinas do Programa Nacional de Aids, ambos em 1993; dificuldades em ajustar o trabalho acadêmico às demandas da área do serviço. Considerações sobre os aspectos técnicos, políticos e institucionais que envolvem o enfrentamento da Aids no Brasil; o processo de incorporação da Aids como uma questão pública, as primeiras iniciativas da comunidade científica, o surgimento das Ongs/Aids. Critica a supervalorização da questão da Aids, diante de outras questões graves de saúde pública no Brasil. Os aspectos burocráticos e administrativos que limitam a implantação e a execução das políticas públicas de combate à epidemia no país; as iniciativas do Programa para assessorar os estados e municípios na captação e administração dos recursos destinados à implantação dos programas regionais de combate à doença. Considerações sobre a imagem que a sociedade tem da Aids. Ressalta seu esforço pessoal em não deixar que seus valores morais interfiram na execução de seu trabalho. As implicações e o inquestionável valor científico do uso da categoria “grupo de risco” na epidemiologia. A redução das atitudes discriminatórias da comunidade médica, principalmente entre os que atuam cotidianamente na área clínica.

Fita 1 – Lado B
Sua relação pessoal com a ameaça da Aids. Considerações sobre as complexas redes de relações sociais que possibilitaram a disseminação da doença no mundo; o crescimento no índice de contaminação através de relações penivaginais. Ressalta o equívoco cometido por alguns colegas ao afirmarem não haver risco de contaminação da mulher para o homem. O medo da contaminação. Aspectos morais que permeiam as considerações técnico-científicas do discurso médico no processo de elaboração das campanhas de prevenção à Aids; destaca toda a complexidade que envolve a produção e a veiculação das campanhas. A polêmica em torno da proposta de “redução de danos” aplicada entre os usuários de drogas injetáveis. Considerações pessoais sobre a relação entre pesquisadores e pacientes; comentários a respeito dos livros de Hervé Guibert, “Ao amigo que não me salvou a vida”, onde o autor expõe sua mágoa diante da postura fria dos pesquisadores diante do drama dos doentes de Aids. Ressalta os aspectos clínicos no uso dos medicamentos anti-Aids e o seu efeito, pelo menos momentâneo, na garantia de uma maior qualidade de vida dos doentes; o impacto do coquetel anti-Aids na sociedade brasileira e as distorções em seu entendimento; a contribuição das atividades comunitárias desenvolvidas pelas ONG's Aids e a preocupação com a pauperização da epidemia no país.

Fita 2 – Lado A
Avaliação positiva da parceria institucional entre o governo e as ONG's-Aids. Considerações sobre uma possível lentidão nas respostas governamentais de combate ao avanço da epidemia; restrições do conhecimento científico sobre o vírus e o pessimismo diante da possibilidade de uma vacina eficaz a curto prazo; os resultados promissores das pesquisas nas áreas clínicas e farmacológicas. O aumento da incidência de Aids entre as mulheres. Comentários sobre o trabalho e o caráter de Lair Guerra, coordenadora do PNDST/AIDS. Sua opinião pessoal sobre a vida em tempos de Aids.

“State Immunization Requirements for Scholl Children” (CDC/EUA); “Ação Participativa: Trabalhando com Hanseníase” (MS); “Trinamento de Pessoal para o Controle de Doenças Transmissíveis” (MS/SNABS/Secretária de Recursos Humanos/ENSP-FIOCRUZ);

"Guias para Evaluacion Del Crescimiento y Nutricion Del Niño Menor de Seis Años En Atencion Primaria" (Ministério da Saúde e Ação Social da Argentina); "Guia para Controle da Hanseníase" (MS); "Guia Distrital 1987/1988 - Distrito 447" (Rotary International); "Guia do Meio Ambiente: Coletânea de Temas" (de autoria de Antônio José Andrade Rocha, Márcio Antônio Naves e José da Cruz e Sousa) e guia metodológico para treinamento e capacitação de pessoal auxiliar em cuidados primários de saúde.
Constam, também, os seguintes guias: "Vaccine Preventable Diseases/Epidemiology; Prevention and Control" (CDC/USA) e guia contendo artigos sobre doenças infecciosas.

Manuais, Guias e Cartilhas - Elaborados pela OMS/OPAS; MS; IFF-FIOCRUZ; Secretárias de Saúde nacionais e estrangeiros; MPAS; INAMPS; Departamento Social e de Serviços de Saúde de Washington; AHRTAG; ENPS-FIOCRUZ; Ministério da Saúde da Costa Rica;

Associação Demográfica da Costa Rica; SUCAM; Centro Latinoamericano de Perinatologia y Desarrollo Humano e Instituto Mérieux. Inclui os seguintes assuntos: Vigilância Epidemiológica, imunização, organização de superintendência de saúde, programas de saúde, Hanseníase, assistência de enfermagem à comunidade, conservação de vacinas, saneamento, doenças transmissíveis, saúde materno infantil, planificação familiar, Malária, crescimento e desenvolvimento bio-psico-motor, Aids, albumina humana e Epidemiologia.

Programa de Controle da Hanseníase (Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária/MS/PAI/ENSP) contendo correspondências, material instrucional, guia do monitor, proposta para elaboração de material instrucional e listagem de participantes referentes a

capacitação de profissionais na área de Hanseníase.
Inclui, também, folheto do MS intitulado "Legislação sobre o Controle de Doenças na Área de Dermatologia Sanitária".
Consta cartaz intitulado: "Hanseníase tem Cura" (MS/Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária).

Correspondências convidando para cursos, seminários, centro de estudos, homenagens, conferências e simpósios; acusando o recebimento de periódicos; comunicando posse de diretores; agradecendo apoio técnico e financeiro; encaminhando relatórios de cursos, encontros e seminários; informando programas e temários de cursos e seminários; comunicando reuniões de grupos de trabalho, visitas de professores, pesquisadores e autoridades

Informando sobre bolsas de estudo e financiamento à pesquisa; solicitando pareceres técnicos da ENSP sobre projeto de pesquisa; solicitação da Organização Panamericana de Saúde de informações sobre ENSP, programas de treinamento, avaliação de programa de saneamento, acordo de pesquisa; agradecimentos da Organização Mundial de Saúde pelo envio de documentos e solicitando informações a respeito de projetos sobre Leishmaniose, Doença de chagas, Esquistossomose e Lepra; realização de convênios e implementação de laboratório de produção de vacinas; relatório sobre surto de diarreia infecciosa; ofícios sobre extinção de órgãos e programas de saúde; solicitando orientação no combate a mosquitos, exame em amostra de água.

Documentos referentes ao Instituto de Leprologia e Instituto de Microbiologia da Universidade do Brasil.

Incluindo ofícios sobre troca de informações e amostras de micobactérias;
plano de trabalho apresentado por Cândido de Oliveira e Silva para ser executado pelo
Instituto de Leprologia e pelo Instituto de Microbiologia da Universidade do Brasil;
projetos de pesquisa experimental; apontamentos e gráficos sobre os fármacos DDS e
Diacetil-DDS; circulares e relatórios referentes ao trabalho da bolsista Sylvia Regina
Moreira Lima no projeto sobre níveis de sulfona em pacientes hansenianos sob orientação
do professor Oswaldo Fraga Guimarães Júnior; formulários e currículos referentes a
projetos de pesquisa sobre a sulfono-resistência na hanseníase e sulfonemia desenvolvidos
sob a responsabilidade dos pesquisadores Cândido de Oliveira e Silva e Oswaldo Fraga
Guimarães Júnior; anteprojeto para a programação do Curso Nacional de Dermatologia
Sanitária; questionário para levantar a demanda de serviços computacionais, entre outros.

Legislação sobre lepra.

Incluindo o Decreto 60.252, que institui a Campanha Nacional de Saúde Mental pelo Ministério da Saúde; Decreto 66.623/1970, que organiza o Ministério da Saúde; cópia da Portaria 225/1970, que aprova o regimento para a Divisão Nacional de Lepra; versão preliminar do regimento do Instituto de Leprologia; subsídios da Divisão Nacional de Lepra para a política nacional contra a hanseníase, substituição da legislação sobre essa doença e reformulação do programa daquela Divisão; Diário do Congresso Nacional.

Correspondência, projeto, informativo, resumo, estudo, relatório e atos da presidência da Fiocruz.

  • BR RJCOC 01-05-1060
  • Dossiê
  • 11/12/1981 - 01/03/1984
  • Parte de Presidência

Emitidos pela Diretoria Regional da Sucam-Bahia e cooperação do laboratório de Esquistossomose (moluscicidade) do IOC, laboratório Hanseníase do Departamento de Medicina Tropical do IOC, CNPq, Superintendência do Cate e Fiocruz. Versam sobre relatório de inspeção de Criadouros de planorbídeos em Serrinha e Feira de Santana(BA) inclui 04 mapas, resumo e projetos desenvolvimento de estudos e pesquisas no campo da hanseníase, primeira reunião sobre Cooperação Científica em Saúde na América Latina, Relatório sucinto das Atividades da Fiocruz em 1983 e perspectivas para 1984, estudos das competências da Superintendência de Planejamento da Fiocruz e seus serviços, Estrutura do Centro de Apoio Técnico Biológicos de Manguinhos entre outros.

Correspondência incluindo ofícios, telegramas e cartas, emitidas pelas Divisão Dermatológica Sanitária, Secretaria de Orçamento e Programação Financeira, Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério de Saúde, para a Presidência da Fiocruz.

  • BR RJCOC 01-05-0980
  • Dossiê
  • 16/08 - 30/11/1982
  • Parte de Presidência

Referentes a solicitações de antígenos e drogas específicas para o diagnóstico e controle de hanseníase, comunicando a transferência de recursos financeiros para a Fundação referente ao programa de controle de malária na região Amazônica e Nordeste, solicitando que a fundação envie balancetes orçamentários e financeiros com recursos do Fundo Nacional de Saúde.

Correspondência recebida pelo Dr. Guilardo Martins Alves, vice-presidente da Fiocruz.

  • BR RJCOC 01-05-0199
  • Dossiê
  • 1975 - 1976
  • Parte de Presidência

Incluindo: cartão postal, cartas, ata de reunião, ofícios, memorandos e telegramas, sobre vários assuntos, destacando-se: mensagens de congratulação pela designação do Dr. Guillardo para a vice-presidência da Fiocruz; ofício de 29 de outubro de 1976, encaminhando o programa do "Tas" destinado a preparar recursos humanos para a área de hanseníase e memorando, de 23 de novembro de 1976 encaminhando o programa do Seminário de Avaliação dos Cursos Básicos Regionalizados de Saúde Pública.

Cartas, ofícios, telegrama e memorandos recebidos pelo Presidente da Fiocruz, pelo Ministro da Saúde e pelo Administrador do Peses/Peppe.

Cartas, ofícios, telegrama, memorandos, recortes do Diário Oficial, relatório e ficha de compensação de banco, sobre vários assuntos, destacando-se: carta de Carlos André Salles, de 10 de novembro de 1976, sobre a 1ª Jornada Afro-Brasileira; carta do Consultor Jurídico do Ministério da Saúde, encaminhando o Projeto de decreto de transferência do Instituto de Leprologia da Fiocruz para a Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária do Ministério da Saúde, carta do Dr. Guillardo Martins Alves de 12 de novembro de 1976, encaminhando a Norma Regulamentar que atualiza a estrutura da Superintendência de Administração Geral da Fiocruz, memorando 51/76 de 16 de novembro de 1976 encaminhando relatórios sobre o funcionamento da Usina Piloto de Manguinhos e ofício do Secretário de Estado da Saúde contendo os "Termos de referência do grupo de trabalho incumbido de elaborar o projeto relativo ao Programa Docente-Assistencial para a área em que se situa o Hospital Universitário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Uerj.

Correspondência.

Recebida pelo Presidente da Fiocruz, pelo Diretor do IOC, pelo Ministro da Saúde, pelo Diretor do Ineru e pela Diretora do Instituto de Leprologia. Incluindo: ofícios, memorandos, cartas, circular, relação de servidores, exemplar do Diário do Congresso Nacional e extrato de atos oficiais publicados em Diários Oficiais, sobre vários assuntos, destacando-se: carta encaminhando relatório dos Projetos de Pesquisas prioritários desenvolvidos no Setor de Entomologia; carta de professor da Universidade de São Paulo - Usp informando sobre sua consultoria a respeito da "Reorganização das Pesquisas em Doença de Chagas na Fiocruz" e ofícios encaminhando Projeto de Pesquisa sobre a Epidemiologia da Peste, elaborado pelo Dr. Célio Rodrigues de Almeida.

Correspondência.

Recebida pelo Presidente da Fiocruz, pelo Superintendente Econômico Financeiro e pelo Superintendente de Administração. Inclui: memorandos, cartas, ofícios e formulários da OMS, sobre vários assuntos, destacando-se: Relação das áreas de investigação sobre Doença de Chagas existentes no Centro de Pesquisas René Rachou; Informações sobre a produção de vacina contra Febre Amarela do Ipromed; Ofício da Divisão de Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Guanabara sobre o Plano Geral de recuperação de parte do patrimônio da Fiocruz e Minuta do "work shop “sobre pesquisa em hanseníase realizada pelo Instituto de Leprologia.