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Isaac Barreto

Entrevista realizada por Simone Kropf, Tamara Rangel e Dominichi Miranda de Sá, em Brasília (DF), nos dais 16 e 18 de outubro de 2006.

José Arthur Rios

Entrevista realizada por Nísia Trindade Lima, Marcos Chor Maio e José Leandro Cardoso nos dias 13 de julho, 03 de agosto, 13 de setembro, 14 de outubro e 08 de novembro de 2006.

Wim Maurits Sylvain Degrave

Entrevista realizada por Nara Azevedo, Wanda Hamilton, Simone Kropf e Luis Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 02 de setembro, 10, 23 e 24 de outubro de 1996.

Sumário

Fita 1
Origem familiar; formação escolar; a opção pelo estudo de línguas; a escolha da carreira; comentários sobre o curso de Química da Universidade Federal de Gent, na Bélgica; o interesse pelo campo de Biologia Molecular; o estágio no laboratório de Biologia Molecular de Walter Fiers; o ingresso no doutorado; o trabalho com sequenciamento de interferon; o contrato como professor assistente no laboratório de Walter Fiers.

Fita 2
Comparação entre os laboratórios de Walter Fiers e Mark Van Montagu na Bélgica; os contratos entre o laboratórios e as empresas privadas de biotecnologia; a criação da Biogent em associação com a Biogen e o colapso do laboratório de Walter Fiers; o interesse em vir para o Brasil; o contato com Carlos Morel.

Fita 3
A vinda para o Brasil; panorama das pesquisas em Biologia Molecular de Trypanosoma cruzi na década de 1980; a inserção no Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular (DBBM), do Instituto Oswaldo Cruz; a viagem a Virgem da Lapa em Minas Gerais para colher amostras de sangue; a ida para a UCLA a convite de Larry Simpson e o trabalho com a técnica de PCR; comentários sobre a relação entre os laboratórios brasileiros e internacionais; considerações sobre a prática científica no Brasil e nos EUA.

Fita 4
Comparação entre a prática científica no Brasil, EUA e Europa; comentários sobre a interação entre as indústrias privadas no campo da biotecnologia e as instituições públicas de pesquisa científica no Brasil; comentários sobre o desenvolvimento de projetos de biotecnologia na Fiocruz e a relação entre os laboratórios de pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz e Bio-Manguinhos.

Fita 5
Considerações a respeito da co-autoria e assinatura de artigos científicos; considerações sobre a importância das publicações na avaliação da carreira científica nos EUA e no Brasil; a circulação do conhecimento científico entre os pares; a Organização Mundial da Saúde e o desenvolvimento do projeto Genoma de Trypanosoma cruzi; o crescimento do DBBM na década de 1980.

Fita 6
A saturação do campo de pesquisa em Trypanosoma cruzi; a competição entre os vários grupos de pesquisa por financiamento; a diversificação dos temas de investigação no DBBM e a saturação do campo de pesquisa em T. cruzi; a escolha do DBBM como centro do Projeto Genoma em T. cruzi; os fatores políticos que influenciam as decisões e as fontes de financiamento de pesquisa; o papel de Carlos Morel no crescimento do DBBM.

Fita 7
Considerações sobre a necessidade de uma política científica de financiamento e incentivo a projetos de produção e desenvolvimento tecnológico na área da saúde; a pauta de produção do DBBM e o mercado para esses produtos; comentários sobre os entraves burocráticos aos quais estão sujeitas as instituições públicas para a comercialização de seus produtos; a relação entre pesquisa básica e aplicada; as transformações na cultura científica em função do desenvolvimento do campo da biologia molecular e dos interesses do mercado; a necessidade de investimento financeiro e de recursos humanos na área de biotecnologia; a opção por trabalhar em uma empresa pública; a opção por permanecer no Brasil.

Fita 8
Comparação da Fiocruz com outras instituições públicas e privadas no Brasil e no mundo; as pesquisas desenvolvidas pelo seu laboratório em doença de Chagas e leishmaniose e a contribuição desses trabalhos para o conhecimento sobre as doenças; os financiamentos conseguidos pelo DBBM ao longo do tempo; considerações sobre sua inserção e definição no campo científico; a pesquisa em biotecnologia e a interação entre o setor público e as empresas privadas; considerações sobre as fontes de financiamento para a pesquisa em biotecnologia no Brasil; dificuldades enfrentadas por Bio-Manguinhos para a produção do kit de diagnóstico para doença de Chagas desenvolvido no DBBM por Samuel Goldenberg.

Vinicius da Fonseca

Entrevista realizada por Nara Brito e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 27 de junho, 07 e 22 de agosto, 03 e 04 de outubro de 1995.

Sumário

Fita 1
Nascimento e vida na Paraíba. Os pais. A família. A paixão pela música. A entrada e a militância no Partido Comunista. O trabalho no Jornal do Povo. O convite para secretariar o jornal Correio da Paraíba . O conflito político. A idéia de vir para o Rio de Janeiro. As articulações para o ingresso no IBGE. O ingresso no IBGE. A participação na organização do recenseamento de 1950. A crise dentro do IBGE. A geração dos economistas dentro do IBGE. O curso de Direito e Economia. A atração pela demografia. Os cursos no CELAD. As discussões na área de demografia na década de 1950. Os trabalhos na ONU. As relações com Celso Furtado. A criação e os vínculos com o IPEA.

Fita 2
As funções exercidas no Ministério do Planejamento. A permanência no Rio de Janeiro. Rocha Lagoa no IOC e no Ministério da Saúde. O Massacre de Manguinhos. O exercício da Presidência da Fundação Oswaldo Cruz em 1975. A situação calamitosa de Manguinhos nesse período. Os contatos para ser chamado para a presidência da Fiocruz. A situação da saúde no período anterior ao Ministro Paulo de Almeida Machado. A missão de ressuscitar Manguinhos. A relutância em aceitar tal cargo. Os filhos.

Fita 3
O convite para assumir a Fundação. A postura de dar uma versão vinculada ao conceito de desenvolvimento econômico-social. A idéia da poupança interna sendo posta em prática. A divisão sócio-econômica do mundo. O problema da compra de tecnologias prontas e acabadas. A necessidade de se aprender a fazer a tecnologia. As modificações no CNPq . A sobrevivência da Fundação Oswaldo Cruz. O crescimento auto-sustentável. Os conflitos do ponto de vista das prioridades enfrentados na presidência da Fundação. A política de administração dos recursos. As causas do isolamento que passava Manguinhos. O exemplo de Oswaldo Cruz. As mudanças nos anos e 50 e 60. O início das áreas de Virologia e Bioquímica. Os problemas que encontrou em Manguinhos. As mudanças de nome da atual ENSP. A política implantada em Manguinhos de acordo com o programa geral do governo Geisel. O programa de Roberto Campos e as críticas de Carlos Lacerda. A questão tecnológica central no plano tendo como ápice a pesquisa e o desenvolvimento. A ida para o IPEA em 1965. O cargo de assessor especial. A entrada de Reis Veloso nos governos militares. As perspectivas no governo Médici. As ações coordenadas e seus problemas. A postura ideológica nacionalista. A postura de Roberto Campos. A tradição nacionalista dos militares. As características do governo Geisel.

Fita 4
A relação com o governo Geisel. As formas de administração e articulação política de Delfim Neto e Reis Veloso. A relação com o Presidente Costa e Silva. O IBGE e suas novas funções. A importância do Ministério da Fazenda tendo Reis Veloso como Ministro do Planejamento. A força política como força intelectual nos governos militares. Os dois lados dos governos militares. A questão da repressão. A opinião sobre o governo Jango. As relações com o amigo Celso Furtado. Os conflitos ideológicos. As visões diferentes de Castelo Branco e de Costa e Silva. As divergências de pensamento dentro do meio militar. O governo militar como um arranjo institucional. Os tecnocratas. O entusiasmo de trabalhar junto ao governo dos militares.

Fita 5
A iniciativa de Manguinhos vinculada a um projeto político do governo Geisel. Os dois grupos divergentes dentro do governo militar. O interesse de determinado grupo dos militares na soberania tecnológica. A organização do IPEA. Os militares e a produção de armas. As vacinas produzidas na Alemanha e experimentadas no Brasil. Os primeiros atritos com os pesquisadores da Fundação. Os limites do Ministério da Saúde antes do Dr. Paulo de Almeida Machado. O perfil de Reis Veloso. Os militares e a educação. As reuniões de coordenação presididas por Reis Veloso. O investimento do Presidente Geisel na ciência e tecnologia. O perfil do Presidente Geisel. A diferença dos projetos de um planejador e de um especialista na área de pesquisa. O difícil relacionamento com Mário Magalhães. A impossibilidade de dialogar com o Ministro Rocha Lagoa.

Fita 6
A organização do PND. As funções do Ministério do Planejamento no governo Geisel. A importância na determinação das idéias de um Presidente da República. O exemplo de Geisel. As questões da Saúde Pública. A participação na saúde antes de estar vinculado ao Ministério da Saúde. A fraca estrutura do Ministério da Saúde antes do Ministro Paulo de Almeida. O pedido de revisão de punições e de maior liberdade para os cientistas. O pedido de admissão para Carlos Morel. Opiniões sobre o Serviço Nacional de Informações. O Departamento de Segurança e Informações. Sua relação com o ASI (Assessoria de Segurança e Informação).

Fita 7
A entrada na Fundação Oswaldo Cruz. O convite do Ministro da Saúde, Dr. Paulo de Almeida Machado. O desafio e os obstáculos para assumir a Fundação. A situação em que se encontrava Manguinhos. As propostas do Ministério da Saúde para Manguinhos. A falta de legitimidade de Manguinhos. A festa da posse. Os vários órgãos desarticulados que faziam parte da Fundação. O problema da agregação. O estado de decadência que estava Manguinhos. O problema com o meio científico. O problema administrativo. A necessidade de afirmar a autoridade do Presidente. As primeiras medidas tomadas. A necessidade de compreender a linguagem do meio científico. O ponto de vista sobre Oswaldo Cruz. A falta de credibilidade dos cientistas na época.

Fita 8
As áreas prioritárias de pesquisa na Fiocruz quando assume a Presidência. O motivo da prioridade da doença de Chagas e da esquistossomose. A competição no meio científico e a dificuldade administrativa. Os apoios aos projetos. A proposta de produção de vacinas. O projeto vinculado ao CEME. Os núcleos de pesquisa do INERu. O Aggeu Magalhães e o René Rachou. O fim da apatia de alguns pesquisadores da Fundação. A incorporação da Escola Nacional de Saúde Pública. A tentativa de incorporação do Fernandes Figueira. O conflito com os membros do Fernandes Figueira. As conseqüência desse conflito. O novo estatuto de 1976. A criação de uma estrutura administrativa em Manguinhos. Como ocorrem as indicações dos membros da Comissão Administrativa e dos novos pesquisadores.

Fita 9
A reforma administrativa na Fundação. A distribuição dos cargos. O problema dos estagiários. O problema das vacinas. As negociações com o Instituto Mérieux. A produção de vacinas veterinárias. As negociações com o Instituto Bhering da Alemanha. A viagem à Alemanha. A intenção de unir as forças na pesquisa em doença de Chagas. A força do grupo de Chagas. A adesão inicial dos cientistas brasileiros. A decepção posterior com a reviravolta na postura desses mesmos cientistas. As relações individuais dos pesquisadores de doença de Chagas brasileiros superando as relações entre instituições.

Fita 10
A divisão do IPROMED. As produções individuais dos pesquisadores. O surto de meningite. A necessidade de criar um núcleo de produção tecnológica. Os contatos com o Mérieux. A montagem de uma equipe de pesquisadores. Os recursos para o financiamento das pesquisas. A centralização do controle dos financiamentos. A estruturação de Bio-Manguinhos. A prioridade na produção da vacina de sarampo. Comentário a respeito de Charles Mérieux. Os confrontos de interesses internacionais em contraponto ao convênio com a Fundação Mérieux. A transferência do Laboratório Central de Controle de Drogas e Medicamentos. Os problemas enfrentados no final da gestão. A necessidade de ir para a Europa. As articulações no final do mandato.

Fita 11
As reformas administrativas. O caso do zelador. A busca da interação com os pesquisadores. O museu de Manguinhos. A vigilância interna de Manguinhos. O DSI (Diretoria de Segurança e Informação) e o SNI (Serviço Nacional de Informação). Os limites do poder de influência desse órgão. As contratações vetadas mas que foram realizadas. O concurso da ENSP. A luta pela legitimidade do concurso diante dos vetos do SNI. As estratégias do SNI. O relacionamento com a ENSP (Escola Nacional de Saúde Pública). O Conselho Técnico Científico. A estratégia de cooptar cientistas de renome na tentativa legitimar a instituição, até ali, sem credibilidade.

Fita 12
Os membros cooptados para o Conselho. As ligações com outras instituições de prestígio. Os contatos com a OMS (Organização Mundial da Saúde). A saída da Fundação. A ida para a França. As funções que assumiu na França. As funções da OCDE. As razões de não ter pleiteado para permanecer no cargo. O recolhimento atual. As leituras, musicas e entretenimento. As razões das reservas, quanto a Fundação, nos últimos 10 anos. As mágoas com o não reconhecimento pelo seu trabalho. Fim da entrevista.

Samuel Goldenberg

Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 13 de novembro de 1996.

Sumário

Fita 1
Origem familiar; a formação no curso secundarista; a opção pelo estudo de biologia; considerações sobre seu ingresso na UNB para fazer o curso de biologia; o interesse pela biologia molecular; breves considerações sobre sua formação no curso secundarista e a opção pela biologia; comentários sobre a ida de sua família para Brasília; o encantamento por Brasília; considerações sobre o curso de biologia da UNB; o mestrado em biologia molecular e o trabalho com Morel; o modelo de trabalho trazido por Morel da Suíça para trabalhar com biologia molecular; breves considerações sobre a opção em estudar biologia molecular; breve comentário sobre a sua tese de mestrado em biologia molecular; comentário sobre quem estava trabalhando com biologia molecular na época em que cursou o mestrado na UNB; considerações sobre os acontecimentos na UNB durante o período da ditadura militar; a saída de alguns cientistas da UNB no período da ditadura militar; a saída de pessoas do grupo de Biologia Molecular da UNB; considerações sobre as dificuldades encontradas pelo grupo da biologia molecular na UNB; breve comentário sobre pretensões de trabalho após o término do mestrado; o trabalho desenvolvido com trypanosoma cruzi no laboratório de Carlos Morel; considerações sobre sua tese de mestrado; a decisão em fazer doutorado na França; o trabalho desenvolvido no laboratório do Dr. Klaus durante o doutorado na França; a importância da objetividade em pesquisa de laboratório; breve descrição de sua própria equipe de trabalho; características da formação de sua equipe de trabalho; a relação entre os estudantes e o laboratório; considerações sobre a equipe de trabalho que gostaria de formar em seu laboratório; opiniões sobre como se ter um laboratório de sucesso; a relação entre competição e ciência; a questão da competição de trabalhos científicos nacionais e trabalhos internacionais; o sonho de fazer ciência no Brasil; opiniões sobre a graduação, a pós-graduação e a formação de profissionais pesquisadores no Brasil.

Fita 2
Considerações sobre a formação de profissionais de pesquisa no Brasil; a importância da avaliação da pós-graduação na formação dos profissionais; breve comentário sobre a importância em se ter bons profissionais para desenvolver pesquisa em biotecnologia no Brasil; comentários sobre a massificação das universidades no Brasil e os problemas advindos dela; considerações sobre a massificação da pós-graduação no Brasil; breves comentários sobre os concursos públicos nas instituições de pesquisa; a opção em trabalhar com pesquisa no Brasil; opiniões sobre a participação dos cidadãos na vida política; breve comentário sobre a reforma política no Brasil; comentários sobre sua formação no doutorado na França; a bolsa de doutorado na França em 1976; o convite para trabalhar na Fiocruz em 1982; as pesquisas desenvolvidas com Trypanosoma cruzi; referência ao trabalho de Carlos Morel desenvolvido no IOC; comentários sobre o Programa Integrado de Doenças Endêmicas (PIDE) e o financiamento para pesquisas; comentários sobre a atuação de Aluízio Prata na gestão do PIDE; a importância do financiamento na área de pesquisa; comentários sobre a importância do congresso de pesquisa em Caxambu para a ciência no Brasil; as avaliações de projetos feitas pelo PIDE; a atuação do CNPq na área de pesquisa como financiador de projetos; comentários sobre a falta de verbas para a área da ciência e tecnologia; opiniões sobre a importância do balcão do CNPq para financiamento de pesquisas; referência ao programa de incentivo a pesquisas criadas na Fiocruz, o PAPES; menção ao TDR e o financiamento de pesquisas; comentário sobre a produção de kits para diagnóstico em Bio-Manguinhos; a importância das políticas de estímulo à pesquisa; opiniões sobre a distribuição dos royalties gerados por patentes registradas pela Fiocruz; menção ao seu trabalho com Trypanosoma cruzi; breve comentário sobre o trabalho com pesquisa aplicada; o financiamento de pesquisas; considerações sobre as pesquisas desenvolvidas em Bio-Manguinhos; a falta de interação entre IOC e Bio-Manguinhos; considerações sobre o INCQS.

Fita 3
Continuação dos comentários sobre o trabalho desenvolvido pelo INCQS; opiniões sobre Bio-Manguinhos; a importância de disseminar a ciência no Brasil e a formação de pesquisadores; o papel do PAPES na Fiocruz; a falta de integração entre as unidades da Fiocruz; comentários sobre o kit desenvolvido para diagnóstico de doença de Chagas; a estrutura dos laboratórios no IOC quando começou a trabalhar na Fiocruz; o tempo que levou para desenvolver o kit para diagnóstico em doença de Chagas; considerações sobre o projeto Bio-Rio; as dificuldades encontradas para patentear seu kit de diagnóstico para doença de Chagas; posição sobre a questão das patentes; a burocratização da ciência; breves comentários sobre a importância de não se separar pesquisa básica e pesquisa aplicada; observações sobre o que é biotecnologia no Brasil; o perfil do cientista e da ciência no Brasil; referências ao papel do cientista na sociedade; a importância de a Fiocruz ter um curso superior de nível técnico; a pesquisa básica e aplicada na Fiocruz; breves comentários sobre as dificuldades encontradas para se produzir o kit de diagnóstico de doença de Chagas em Bio-Manguinhos; considerações sobre patenteamento de produtos na Fiocruz e no Brasil; a massificação da ciência no Brasil; considerações sobre a importância de um pesquisador publicar o seu próprio trabalho; comentários sobre o que seria uma pesquisa boa; as características do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular quando ingressou na Fiocruz; considerações sobre o uso de recursos financeiros para pesquisa; visões sobre o que é ser biotecnologista; o perfil biotecnológico dos cientistas da Fiocruz; características para se ter uma boa biotecnologia; o cargo de chefe de departamento do IOC; descrição das dificuldades encontradas em se produzir o kit para diagnóstico em doença de Chagas em Bio-Manguinhos; o mercado de kits de diagnóstico em doença de Chagas no Brasil.

Fita 4
A necessidade de se investir no mercado de biotecnologia; a função social do cientista; breves comentários sobre a falta de entrosamento entre Bio-Manguinhos e IOC; a falta de uma política institucional na Fiocruz; novas perspectivas de trabalho em seu laboratório; os estudos sobre leishmania em cooperação com Bio-Manguinhos; novas perspectivas para pesquisas em doença de Chagas; breve comentário sobre a possível disseminação da doença de Chagas no Brasil; considerações sobre o uso do Trypanosoma para estudo de outras doenças; a satisfação em trabalhar com pesquisas na área de biologia molecular; o convite para dar uma conferência sobre doença de Chagas em Uberaba; breves comentários sobre a Reunião de Pesquisa em Doença de Chagas realizada em Caxambu; A Sociedade Brasileira de Protozoologia; a visão moderna sobre doença de Chagas; considerações sobre as pesquisas em doença de Chagas e novas tecnologias; a falta de investimentos do Estado nas pesquisas em biotecnologia; a necessidade de se investir em ciência no Brasil; críticas em relação ao processo eleitoral da Fiocruz; críticas às estruturas políticas na Fiocruz; críticas ao pólo Bio-Rio

Salvatore Giovanni de Simone

Entrevista realizada por Wanda Hamilton, Simone Kropf e Nara Azevedo, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 11 de dezembro de 1996.

Sumário

Fita 1
Origem familiar; a vinda para o Brasil ainda quando criança; a participação de seu pai na Segunda Guerra Mundial; considerações sobre sua vinda para o Brasil aos dois anos de idade; a opção em fazer biologia e a formação de seus três irmãos; considerações sobre a imigração italiana para o Brasil; o trabalho de seu pai na construção civil; a decisão em deixar o curso de medicina após a morte de sua mãe; as aulas que lecionava na Universidade Gama Filho; o desejo em estudar bioquímica; comentários sobre as dificuldades que enfrentou durante o ginásio estudando em escolas públicas; a aprovação para o vestibular da UERJ em ciências biológicas; o convite de Hugo de Castro de Faria para trabalhar no Hospital do Câncer como bolsista de iniciação científica; o mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro em bioquímica; breve comentário sobre a procura de estágio em bioquímica em Manguinhos; a decisão em cursar medicina para complementar o curso de bioquímica; a entrada para o doutorado no Instituto de Química da UFRJ; a saída do Instituto de Química da UFRJ e a vinda para Manguinhos para concluir o doutorado; o contato com Bernardo; a nova linha de trabalho em Trypanosoma Cruzi; os departamentos do IOC que trabalhavam com Tyipanosoma Cruzi; breve comentário sobre a publicação de seus primeiros trabalhos junto com pesquisadores do Departamento de Imunologia do IOC; a preocupação em ampliar seu campo de conhecimento em bioquímica; seu pós-docutoramento; a decisão em estudar malária; comentário sobre sua entrada para Universidade Federal Fluminense no Departamento de Bioquímica; o primeiro contato com Samuel Goldenberg e o convite para trabalhar em seu laboratório; a entrada para a Fiocruz com bolsa de pesquisador visitante.

Fita 2
A decisão em mudar sua pesquisa de malária para doença de Chagas; considerações sobre o financiamento de seus projetos de pesquisa; descrição dos grupos que trabalhavam com química de proteínas no período que estava desenvolvendo sua pesquisa; a criação de seu laboratório apoiado por Carlos Morel; o contato com European Molecular Biology Laboratory (EMBL) na Alemanha e o aprendizado em sequenciamento e purificação de proteínas; descrição da instalação do seqüenciador de proteínas em seu laboratório; considerações sobre o uso da aparelhagem de seu laboratório; opinião acerca do contrato de gestão na Fiocruz; considerações sobre a organização da pesquisa e a prestação de serviços em institutos europeus e americanos; considerações sobre as dificuldades de conciliar a lógica acadêmica da pesquisa com a legislação de patentes; o projeto para teste e substituição de drogas para Aids; a questão das patentes e do trabalho de pesquisa acadêmico; comentários sobre sua pesquisa em T. cruzi, Leishmania e HIV.

Fita 3
Continuação dos comentários sobre a pesquisa desenvolvida em T. cruzi e Leishmania; comentário sobre o tempo médio em que leva para desenvolver uma pesquisa; novas perspectivas para o desenvolvimento de pesquisas em nível de mercado; retrospectiva sobre o surgimento do seu laboratório em 1993; comentários sobre o vínculo institucional com a Fiocruz; os vínculos do seu laboratório com Bio-Manguinhos; comentários sobre os grupos de pesquisa em biotecnologia na Fiocruz; visões pessoais sobre a biotecnologia dentro da Fiocruz; panorama dos grupos que trabalham com biotecnologia na Fiocruz; comentários sobre as pesquisas em imunobiologia; a relação entre biotecnologia e pesquisa básica e aplicada; opiniões sobre os temas de pesquisa que poderiam estar sendo desenvolvidos na Fiocruz; a política científica dentro da Fiocruz; o financiamento de pesquisas na Fiocruz; as perspectivas no campo da Biologia molecular.

Fita 4
Comentários sobre o patenteamento de produtos e processos; comentários sobre o contrato de gestão na Fiocruz.

Naftale Katz

Entrevista realizada por Nara Azevedo e Luis Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 16 de abril de 1996.

Sumário
Fita 1
Origem familiar; breve relato sobre a história de sua família e profissão de seu pai; considerações sobre sua militância política; breves comentários sobre as tradições judaicas de sua família; considerações sobre o governo de Juscelino Kubitschek; a militância dentro da universidade; o desejo em participar de ações sociais ainda quando era estudante universitário; as dificuldades financeiras durante o curso universitário; a opção pela carreira de medicina; os estudos sobre esquistossomose no 4º ano de medicina; o primeiro contato com o INERu; breve comentário sobre a proposta para ir trabalhar com José Pelegrino no INERu; a bolsa da CAPES para trabalhar no Centro de Pesquisa René Rachou; breve histórico sobre o DENERu e o INERu; as dificuldades para conseguir equipamentos e verbas para pesquisa; o programa estratégico de pesquisa do CNPq para doenças endêmicas em 1970; a criação do PIDE; considerações sobre a área de pesquisa em doenças endêmicas; considerações sobre a saúde nos governos militares; os estudos sobre doença de Chagas realizados por Amilcar Vianna Martins; o trabalho de Emanuel Dias em pesquisa sobre doença de Chagas; o trabalho de José Pelegrino; o reconhecimento do trabalho de José Pelegrino; breve comentário sobre a vida e morte de José Pelegrino; considerações sobre o trabalho no campo da medicina.

Fita 2
Continuação dos comentários sobre o campo da medicina; breve comentário sobre as carreiras de pesquisa na área médica; o convite para fazer pesquisas em esquistossomose; a saída da UFMG o e trabalho no René Rachou; o convite para trabalhar no hospital da polícia militar; a opção em não fazer pós-graduação; a saída de José Pelegrino do Centro de Pesquisa René Rachou e sua posse como chefe de laboratório no lugar de Pelegrino; o convênio do Centro de Pesquisa René Rachou e a UFMG; o primeiro grupo de pesquisadores do René Rachou; considerações sobre as discussões referentes à incorporação do René Rachou à Fiocruz; perfil de Celso Arcoverde; perfil de Amilcar Vianna Martins e seu trabalho no René Rachou; perfil, filiação partidária e o trabalho de Zigman Brener; breve comentário sobre as ações de Vinícius da Fonseca durante sua gestão como presidente de Fiocruz; o papel de Aluízio Prata na implantação do PIDE; comentários sobre os objetivos do PIDE nos governos militares; breves considerações sobre os principais trabalhos de sua carreira; a influência de José Pelegrino em sua carreira; breves considerações sobre seu trabalho em pesquisa clínica; comentários sobre os seus primeiros ensaios clínicos realizados em conjunto com José Pelegrino; a influência de José Rodrigues da Silva no Ministério da Saúde; a importância das publicações realizadas em co-autoria com José Pelegrino para sua formação profissional; seus estudos sobre epidemiologia; observações sobre o desenvolvimento do método de diagnóstico Kato-Katz em esquistossomose; o interesse pelas pesquisas em esquistossomose; os centros colaboradores para pesquisas em esquistossomose da Fiocruz indicados pela OMS; o programa integrado de esquistossomose da Fiocruz.

Fita 3
Continuação dos comentários sobre a criação dos centros colaboradores de esquistossomose da OMS/Fiocruz; a verba recebida da OMS para os centros colaboradores da esquistossomose; o Programa de Esquistossomose da Fiocruz e as perspectivas de trabalho na área; considerações sobre o PIDE; a verba para pesquisas em doença de Chagas; as perspectivas de pesquisa do grupo de esquistossomose; os profissionais da área de esquistossomose; comentários sobre o TDR; o perfil dos funcionários que trabalham em seu laboratório; comparação das administrações de Vinícius da Fonseca e de Guilardo Martins Alves à frente da presidência da Fiocruz; a gestão de Sérgio Arouca na Fiocruz; o fim do PIDE; considerações sobre a biotecnologia e o mercado nacional; comentários sobre a questão das patentes na Fiocruz; considerações sobre o relatório que fez para o TDR; a ida para o TDR.

Fita 4
Comentários sobre o grupo de pesquisa em esquistossomose da Fiocruz; breves comentários sobre as reuniões no CNPq para liberação de verbas de pesquisa; a questão da fabricação de vacinas no Brasil; breve comentário sobre o comitê de esquistossomose do CNPq e o fim deste comitê; novas perspectivas em pesquisa com Schistosoma mansoni; a questão das patentes e direitos autorais na Fiocruz; as pesquisas com o Sm14; a criação do laboratório de biologia molecular; a produtividade do Centro de Pesquisa René Rachou em relação ao IOC; o curso de biologia molecular do IOC; considerações sobre sua gestão à frente do Centro de Pesquisa René Rachou.

Mauro Mazochi

Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 01 de agosto de 1996.

Sumário
Fita 1
Origem familiar; breves comentários sobre seu nascimento e infância; comentários sobre o perfil de seu pai; as universidades de São Paulo na época em que era estudante; a vontade inicial de estudar antropologia; o cenário político do país no período em que era estudante secundarista; o curso de ciências Biológicas da faculdade de Ribeirão Preto; a desistência de fazer o curso de Antropologia; o fascínio pelas cadeiras básicas do curso biomédico; a ida para a faculdade de medicina de Ribeirão Preto; a opção pela parasitologia; o grupo de professores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e o interesse pela parasitologia; o interesse em estudar parasitologia e doença de Chagas; o contato com Samuel Pessoa; a decisão em fazer o curso clínico da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto; o encantamento pelo curso de medicina preventiva; a ida para Londrina a fim de estruturar o Departamento de parasitologia da Universidade; comentários sobre o curso de parasitologia médica da faculdade; o primeiro emprego na universidade de Londrina conseguido por intermédio de Samuel Pessoa; o convite para trabalhar no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA); descrição do trabalho realizado no INPA; comentários sobre sua proposta de criação da cadeira de ecologia para o curso médico como introdução ao curso de parasitologia; breves comentários sobre o trabalho desenvolvido na universidade de Londrina; o interesse pelos estudos dos casos de câncer de fígado; a criação de um projeto para verificar a incidência de câncer de fiado na região de Londrina; comentários sobre os problemas de ordem política ocorridos na universidade de Londrina; o convite para fazer o concurso para o Departamento de Ciências Biológicas da ENSP; considerações sobre sua decisão em vir trabalhar na ENSP; o doutorado em Londrina; a decisão em vir para o Rio de Janeiro; comentário sobre o concurso que fez para ingressar na ENSP; a ida para o IOC; a diferença entre o departamento de Ciências Biológicas da ENSP e o IOC; breve comentário sobre a descoberta de um surto de calazar no Rio de Janeiro; as pesquisas em leishmaniose realizadas no IOC.

Fita 2
Comentários sobre o departamento de Ciências Biológicas da ENSP; a relação entre as ciências Sociais e a Saúde Pública; estrutura do departamento de ciências biológicas da ENSP; a clientela de alunos dos cursos do Departamento de Ciências Biológicas da ENSP; comentários sobre a atualização da profissão de sanitarista; os trabalhos desenvolvidos no laboratório de parasitologia na ENSP; breves comentários sobre as pesquisas com leishmaniose; comentários sobre o desenvolvimento de um produto no laboratório até sua produção em escala industrial.; a necessidade de o campo de pesquisas estar integrado com situações emergentes da saúde pública; comentários sobre a falta de política de valorização de pesquisas dentro da Fiocruz no que se refere às patentes; o processo de desenvolvimento de uma pesquisa científica até a sua produção em escala industrial; a preocupação dos membros de seu laboratório em encaminhar a pesquisa para o desenvolvimento tecnológico;o departamento de Ciências Biológicas e a preocupação em atender as necessidades de saúde pública; o perfil profissional de um bom pesquisador; críticas à falta de formação de pesquisadores na universidade nas diversas áreas da ciência; a incorporação das ciências sociais na área de saúde pública; o perfil dos pesquisadores do departamento de Ciências Biológicas da ENSP; a organização das linhas de atividade do laboratório de Ciências Biológicas; o relacionamento do laboratório de Ciências Biologias da ENSP com o IOC.

Fita 3
Continuação dos comentários sobre o relacionamento do laboratório de biologia molecular e o IOC; breves comentários sobre as novas pesquisas em biotecnologia desenvolvidas em conjunto com o IOC; considerações sobre os recursos recebidos para pesquisas; breves considerações sobre a questão das patentes; a satisfação em ter sido um descendente de Samuel Pessoa.

Leon Rabinovitch

escola Israelita Brasileira de Madureira; o estudo secundário; a graduação em farmácia na UFRJ; a formatura em farmácia em 1962 e a entrada no Instituto de Microbiologia como bolsista; descrição do trabalho desenvolvido nos laboratórios da faculdade; a opção pela graduação em farmácia; descrição das cadeiras que compunham o curso de farmácia da UFRJ no período em que estudou na graduação; a entrada para o laboratório de Imunologia no Instituto de Microbiologia; o convite para trabalhar no Instituto Oswaldo Cruz; o trabalho como bolsista do CNPq; considerações sobre a reedição do Curso de Aplicação do Instituto Oswaldo Cruz em 1964; comentários sobre a profissão de seu pai e da mãe; breves considerações sobre a chegada de sua família ao Brasil; comentários sobre a origem de sua família; considerações sobre a escola judaica fundada por seu pai; comentários sobre as escolas judaicas no Brasil; considerações sobre a miscigenação no Brasil e no mundo; o judaísmo no Brasil; o trabalho desenvolvido com o Dr Gobert de Araújo Costa; o concurso para professor da faculdade de farmácia da Universidade Federal Fluminense.

Fita 2
Comentários sobre a entrada de pesquisadores no IOC durante o governo de João Goulart; os biologistas do IOC em 1964; o panorama da Fiocruz durante o governo militar; as opções profissionais após o término de sua graduação no curso de farmácia; a produção de vacinas na Fiocruz; breve comentário sobre o curso que fez com o Dr. José Fonseca da Cunha; o mandato universitário do IOC; o regime militar e o IOC; breve comentário sobre o trabalho desenvolvido por sua equipe de pesquisadores; a questão das descobertas científicas e as patentes; a opção pela pesquisa científica; a relação entre ciência e mercado; novas considerações sobre a questão das patentes; o mercado e o cientista; a relação entre ciência, política e apoio financeiro para pesquisa; considerações sobre o trabalho de pesquisa desenvolvido na Fiocruz; as dificuldades do pesquisador em patentear sua descoberta; a importância dos convênios para a atividade científica.

Fita 3
Considerações sobre a relação entre ciência e mercado; descrição de seu projeto de pesquisa em bacteriologia aplicada ao controle de vetores; novos comentários sobre a questão das patentes; a publicação do catálogo sobre a produção científica da Fiocruz; o processo de desenvolvimento da toxina produzida por seu laboratório para controle de vetores; as parcerias para desenvolver produtos dentro da Fiocruz.; o prestígio da Fiocruz; a relação entre a ciência e as empresas privadas; a questão das patentes e as empresas privadas.

Fita 4
Considerações sobre sua dedicação ao seu tema de pesquisa; o interesse em estudar bactérias anaeróbicas e aeróbicas; o trabalho no Departamento de Bacteriologia no IOC após a saída do Dr Gobert de Araújo Costa; breve comentário sobre as teses de livre docente; o panorama do Departamento de Bacteriologia após a saída do Dr. Gobert de Araújo Costa; breve comentário sobre a questão do concurso público para ingresso na instituição; a entrada de estagiários no IOC; a atividade científica no IOC; considerações sobre a administração de Rocha Lagoa; a produção de vacinas na Fiocruz antes da construção de Bio-Manguinhos; a área de produção do IOC; o panorama do IOC nos anos 60; as vacinas produzidas na Fiocruz; as dificuldades do Departamento de Bacteriologia nas décadas de 1960 e 1970; as agências de financiamento à pesquisa; o financiamento da Finep para o desenvolvimento das pesquisas em seu laboratório em 1988; a criação do catálogo de coleções; a importância de treinar estagiários em seu Laboratório; a dificuldade em se ter bolsas de pesquisa nos anos 1960.

Fita 5
Continuação dos comentários sobre a entrada de bolsistas no IOC; considerações sobre a formação de sua equipe de trabalho; o problema da permanência dos bolsistas de iniciação científica treinados no IOC; os concursos públicos para ingresso na Fiocruz; comentários sobre a trajetória de seu laboratório; a vontade de trabalhar com engenharia genética; a especificidade de seu campo de atuação na área de pesquisa; breve comentário sobre a pesquisa desenvolvida para o controle de vetores; o convênio firmado com Fergus Prist, da Heriot Watt University para isolamento de microorganismos ; comentários sobre as indústrias farmacêuticas no Brasil; novas considerações sobre a relação entre ciência e mercado; a questão das patentes e as verbas para os pesquisadores; crítica à mercantilização da ciência; considerações sobre a produção de Bio-Manguinhos; relação entre empresa privada e ciência.

Fita 6
Novos comentários sobre as pesquisas do IOC; novos comentários sobre a relação entre ciência, empresa privada e o mercado; o trabalho desenvolvido em parceria com a Impal; crítica ao salário dos pesquisadores; comentários sobre a questão das patentes; o encantamento pelo trabalho no IOC.

Geraldo Armôa

Entrevista realizada por Nara Azevedo, Luis Otávio Ferreira e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 20 de novembro de 1996.

Sumário
Origem familiar; o curso de Farmácia na Escola de Ouro Preto, Minas Gerais; o mestrado em Microbiologia na UFMG; a vinda para a UFRJ para trabalhar sob orientação de Paulo Gontijo; o contrato para trabalhar no INCQS, em 1983, com controle de qualidade de vacina BCG; a ida para o Statens Serum Institute em Copenhagen, em 1987; considerações sobre os problemas de qualificação enfrentados pelo INCQS; o doutorado na Universidade George Washington, nos EUA; o trabalho no Centro de Biológicos do FDA em Bethesda em biologia molecular; a opção por trabalhar com vacina BCG contra a tuberculose; a volta ao INCQS; o convite para trabalhar em Bio-Manguinhos; considerações sobre o uso da vacina BCG como vetor de vacinas multivalentes; a colaboração com Odir Dellagostin, da Universidade de Pelotas; o financiamento do Papes a esse projeto.

Fita 2
Comentários sobre a falta de prioridade conferida à biotecnologia pela Fiocruz e Ministério da Saúde; a equipe do laboratório; comentários sobre as transformações culturais pelas quais deveria passar a instituição em função de sua possível inserção no campo competitivo do desenvolvimento tecnológico; a diferença entre a pesquisa desenvolvida em Bio-Manguinhos e no Instituto Oswaldo Cruz; considerações sobre a importância de realizar parcerias com empresas privadas e públicas para desenvolvimento de biotecnologias, os entraves encontrados na instituição e a necessidade de uma política que regulamente essas parcerias; considerações sobre as dificuldades na produção de vacinas enfrentadas por Bio-Manguinhos atualmente.

Fita 3
Comentários sobre a falta de investimento em infra-estrutura e desenvolvimento tecnológico em Bio-Manguinhos e na Fiocruz; o papel do INCQS no monitoramento da qualidade de produtos imunobiológicos; a precariedade das instalações de Bio-Manguinhos a falta de prioridades da Fiocruz no setor de obras; comentários sobre a planta industrial em construção em Bio-Manguinhos; os grupos de pesquisa que desenvolvem projetos de biotecnologia na Fiocruz.

Eduardo Leser

Entrevista realizada por Nara Azevedo, Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 20 e 26 de junho de 1996.

Sumário
Fita 1
Origem familiar; a carreira de seu pai o médico Walter Leser nos campos da medicina e da saúde pública; a escolha da carreira; a influência cultural da família; formação escolar; o vestibular para engenharia na USP; a militância política no colégio e na universidade; a escolha pelo curso de engenharia química; a militância na universidade; o mercado de trabalho de um engenheiro químico;

Fita 2
O trabalho na Escola Politécnica em São Paulo, no Departamento de Engenharia Química; o convite de Vinícius da Fonseca para implantar a Usina Piloto para produção de vacinas contra a meningite na Fiocruz, em 1975; a situação da produção à época de sua chegada na Fiocruz; o estágio em Lyon, na França, para aprender as técnicas de produção da vacina contra a meningite no Instituto Mérieux; o processo de implantação da Usina Piloto em Bio-Manguinhos.

Fita 3
A constituição de Bio-Manguinhos em 1976; comentários sobre a não concretização da idéia de transformar Bio-Manguinhos em uma Sociedade Anônima; as dificuldades do relacionamento entre os setores de pesquisa e de produção na Fiocruz; comentários sobre o Centro de Biotecnologia; a aproximação com a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP); o trabalho com Akira Homma em Bio-Manguinhos; as negociações com a Japan International Corporation Agency (Jica) para implantação da produção de vacina contra o sarampo; o curso no Japão a convite da Jica.

Fita 4
O contato com Charles Manclarck e a ida ao NIH para treinamento em produção e controle da vacina contra a coqueluche; o curso no Rijks Institut, na Holanda e a tentativa de montar um setor de pesquisa biotecnológica em Bio-Manguinhos; considerações sobre o estado da pesquisa e desenvolvimento em biotecnologia na Fiocruz; os melhoramentos tecnológicos introduzidos na vacina contra a febre amarela; os problemas da adaptação de espaços destinados a outras finalidades em função das normas que envolvem a produção de imunobiológicos; a construção da planta industrial de Bio-Manguinhos; o investimento na produção de reagentes e kits para diagnóstico; comentários sobre o tempo e as etapas de desenvolvimento de uma vacina; a estruturação de Bio-Manguinhos ao longo dos últimos anos; descrição das linhas de pesquisa em desenvolvimento de Bio-Manguinhos.

Fita 5
Considerações sobre a configuração da pesquisa e desenvolvimento em Bio-Manguinhos; a questão dos recursos para investimento em pesquisa e desenvolvimento; considerações sobre a definição do conceito de biotecnologia; a diversidade disciplinar do campo de desenvolvimento biotecnológico; considerações sobre as políticas públicas no campo da biotecnologia; a diferença entre o papel das empresas públicas e o setor privado no campo da biotecnologia; o doutorado na Inglaterra; as atividades desenvolvidas atualmente em Bio-Manguinhos.

Carlos Médicis Morel

Entrevista realizada por Nara Azevedo, Simone Kropf e Luiz Otávio Ferreira, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 05 e 06 ou 08 de janeiro de 1998.

Sumário
Fita 1
Comentários sobre sua inserção na área de biologia molecular; o nascimento da biotecnologia moderna; o curso de biologia molecular realizado em Harvard em 1971; breves considerações sobre o nascimento da engenharia genética; panorama da engenharia genética nos anos 70; as pesquisas com Trypanosoma cruzi; o trabalho no laboratório de Biofísica da UFRJ; o interesse pelo campo da engenharia genética; o convite para trabalhar em Paris; comentários sobre seus projetos desenvolvidos com DNA; as pesquisas em biologia celular no Brasil; a decisão em trabalhar com biologia molecular na Fiocruz; a relação da bioquímica com a biologia molecular; breves comentários sobre o surgimento da biologia molecular; o desenvolvimento de pesquisas em biologia molecular no Brasil; a ida para a Universidade de Brasília; breve comentário sobre a questão da pesquisa básica e pesquisa aplicada; impressões sobre sua visita à Fiocruz; considerações sobre novas perspectivas entre pesquisa básica e pesquisa aplicada; o exemplo de cientista observado em Samuel Pessôa; o debate sobre as patentes; a pós-graduação no Instituto de Biofísica da UFRJ; a pós-graduação na UNB.

Fita 2
Comentários sobre o curso de pós-graduação que organizou no IOC; a organização do IOC antes de sua chegada no Instituto; o convite para organizar o Departamento de Bioquímica do IOC; novas considerações sobre a organização do curso de pós-graduação do IOC e a escolha de professores para o curso; as perspectivas da biologia molecular e seu avanço no Brasil; descrição da estrutura do curso de pós-graduação em Biologia Molecular do IOC; breve comentário sobre o perfil dos alunos que entram para os cursos de pós-graduação do IOC; o perfil de alguns pesquisadores que ingressaram no quadro de funcionários da Fiocruz; breve consideração sobre o primeiro financiamento recebido para pesquisa no IOC; a atração pelo trabalho no IOC e a decisão em ir trabalhar na Fiocruz; breve comentário sobre sua visão em relação à tradição de pesquisas na Fiocruz; comentários sobre a gestão de Vinícius da Fonseca como presidente da Fundação Oswaldo Cruz; considerações sobre a contribuição de seu trabalho na Fiocruz; comentário sobre a importância de suas publicações científicas; a instalação do laboratório de biologia molecular no IOC; o pedido de verbas para pesquisas em seu laboratório; o financiamento concedido pelo CNPq e a ida para a Califórnia; considerações sobre sua vinda para a Fiocruz; comentários sobre sua participação na Sociedade Brasileira de Genética; o contexto da ciência nos anos 1970 e sua vinda para a Fiocruz; considerações sobre o convite que alguns pesquisadores receberam para trabalhar no IOC; as relações de trabalho entre o Departamento de Biologia Molecular e o Departamento de Imunologia no IOC; comentários sobre os pesquisadores considerados paradigmáticos no IOC.

Fita 3
Perspectivas da biologia molecular no Brasil; comentário sobre o Pronab (Programa Nacional de Biotecnologia); o significado das políticas de Ciência e Tecnologia no Brasil nos anos 70; comentários sobre a atuação do CNPq na década de 1970 na área de ciência e tecnologia; considerações sobre o Pronex; considerações sobre a implantação do Papes à época de sua gestão como Presidente da Fiocruz; o debate entre planejadores e cientistas; as relações entre política e a ciência no Brasil e no mundo; a relação entre ciência e imprensa; o papel de Sérgio Arouca em defesa da ciência; a relação entre ciência e política; o CNPq e as prioridades para a ciência no Brasil; a função do balcão do CNPq para a ciência; breve comentário sobre a questão do orçamento para desenvolvimento de Ciência e Tecnologia no Brasil; a elaboração do PRONAB; comentários sobre a política de ciência e tecnologia no país; a questão da auto-suficiência tecnológica no campo da ciência e da saúde; a discussão sobre patentes na Fiocruz e no Brasil.

Fita 4
Considerações sobre a questão das patentes na Fiocruz e no Brasil; a necessidade de haver uma política institucional específica para biotecnologia; breves comentários sobre a gestão de Sérgio Arouca como presidente da Fiocruz; a opção por não se filiar a nenhum partido político; a decisão em ser diretor do IOC; comentário sobre o que considera como definidor da identidade do cientista; o trabalho na presidência da Fiocruz; a admiração por Cristóvão Buarque; comentário sobre seu trabalho como vice-presidente da Fiocruz; comentário sobre o perfil de Sérgio Arouca; considerações sobre a candidatura de Sérgio Arouca para presidência da Fiocruz; a indicação para ser diretor do IOC; considerações sobre a participação na campanha de Sérgio Arouca para presidente da Fiocruz; comentários sobre a decisão de Arouca para que acumulasse a função de diretor do IOC e vice-presidente de pesquisa; considerações sobre sua aproximação com Arouca; as três grandes crises pelas quais passou a Fiocruz no início da gestão de Sérgio Arouca e o papel do IOC; considerações sobre a necessidade de aproximação entre o IOC e a ENSP.

Fita 5
Considerações sobre a gestão de Sérgio Arouca como presidente da Fiocruz; os projetos implantados por Sérgio Arouca na área de produção; considerações sobre a área de produção de vacinas da Fiocruz; breve comentário sobre sua gestão como presidente do IOC; considerações sobre o orçamento da Fiocruz; comentários sobre as relações de trabalho com Mario Hamilton, vice-presidente de Desenvolvimento Institucional durante sua gestão como presidente da Fiocruz..

Fita 6
Considerações sobre os recursos financeiros recebidos durante sua gestão como diretor do IOC; balanço geral sobre a questão dos recursos financeiros da Fiocruz; o Conselho Deliberativo instituído na gestão de Sérgio Arouca; a contratação de pesquisadores na gestão de Sérgio Arouca; a volta dos pesquisadores cassados para a Fiocruz; breve consideração sobre a questão do concurso público para ingresso na Fiocruz; a organização do Ministério da Ciência e Tecnologia e o apoio de Renato Archer à Fiocruz; comentários sobre a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia; a questão da ciência e tecnologia versus a pesquisa e ensino no Brasil; a normatização da política de patentes durante sua gestão como presidente; o processo de informatização da fiocruz; a criação do Fórum de Pesquisa e Saúde para o desenvolvimento; comentários sobre o PIDE; a origem dos Programas Integrados da Fiocruz; a idéia em criar um programa institucional em esquistossomose; o surgimento do Programa Integrado de Esquistossomose; o início dos programas institucionais na Fiocruz; a importância da gestão tecnológica no desenvolvimento de pesquisa; o projeto Gene-Manguinhos; a idéia de criação do Centro de Biotecnologia da Fiocruz.

Fita 7
Comentários sobre a idéia de criação do Centro de Biotecnologia da Fiocruz e a gestão de Akira Homma como presidente da Fiocruz; a relação entre Bio-Manguinhos e o IOC; comentários sobre os objetivos da construção do Centro de Biotecnologia; a construção da planta industrial para produção de vacinas bacterianas na Fiocruz; novas considerações sobre sua gestão como presidente da Fiocruz; o orçamento para a construção da planta industrial da Fiocruz; comentários sobre o aumento do orçamento da Fiocruz durante sua gestão como presidente; considerações sobre o papel da planta industrial da Fiocruz; o desenvolvimento tecnológico na produção de vacinas pela Fiocruz; críticas em relação à rotatividade de Ministros da Saúde no governo brasileiro; considerações sobre a informatização das unidades da Fiocruz; as novas tecnologias de comunicação e a criação do CICT; a produção de vacinas na Fiocruz; os desafios da gestão de Elói Garcia como presidente de Fiocruz; as novas tecnologias e sua aplicação na ciência; considerações sobre a qualificação dos recursos humanos na Fiocruz; considerações sobre a formação de recursos humanos em Bio-Manguinhos; principais diferenças na área de biotecnologia entre Brasil e Cuba; a questão da biotecnologia na Fiocruz; visões sobre o que é biotecnologia.

Fita 8
Definições sobre o campo da microbiologia; as novas áreas do campo da microbiologia; os avanços da Fiocruz na engenharia genética; o programa TDR da OMS, do qual foi dirigente; novas perspectivas de pesquisa na Fiocruz; a importância da infra-estrutura para o trabalho dos pesquisadores; o trabalho desenvolvido em Far-Manguinhos e Bio-Manguinhos; breves considerações sobre o futuro das pesquisas na Fiocruz.

Antonio Gomes Ferreira

Entrevista realizada por Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 24 de julho e 09 de outubro de 1996.

Sumário
Fita 1
Origem familiar; a escolha da carreira; a aprovação no vestibular para o curso de Química na UFRJ e o posterior trancamento do curso; o curso de Biologia Parasitária do IOC; o estágio no Departamento de Imunologia do IOC chefiado por Bernardo Galvão; o trabalho desenvolvido com Vera Bongertz; considerações sobre a importância do curso de graduação para seguir carreira na Fiocruz; o contrato para trabalhar no projeto institucional de Aids, em 1985; o trabalho com Helio Gelli Pereira visando ao desenvolvimento de reativos para diagnóstico de Aids; o envolvimento de Bio-Manguinhos no projeto de desenvolvimento do kit para teste de HIV e sua transferência para o setor de reativos da unidade; a contratação efetiva por Bio-Manguinhos; a padronização da imunofluorescência para HIV.

Fita 2
O trabalho com Otávio Oliva no desenvolvimento e na produção de reativos para diagnóstico; considerações sobre o mercado de reagentes para diagnóstico e o papel de Bio-Manguinhos nesse mercado; o mercado de produção de reagentes para diagnóstico de Aids e o kit produzido por Bio-Manguinhos.

Fita 3
A crise do laboratório de desenvolvimento e produção de reativos; o convite de Otávio Oliva para chefiar o setor de reativos; o convenio com a Fundação Nacional de Saúde para fornecimento de reativos; o crescimento da pauta de produtos e de pessoal do laboratório; as colaborações com laboratórios do IOC para o desenvolvimento de reativos; os problemas enfrentados pelo setor; o incêndio no setor de reativos e a perda de espaço físico; o processo de incorporação de novos produtor à pauta de produção do laboratório; a dificuldade adequar o kit para diagnóstico da doença de Chagas desenvolvido por Samuel Goldenberg; as dificuldades de capacitação de pessoal na área; as colaborações com empresas internacionais e com o IOC; o tipo de formação universitária do pessoal do laboratório de reativos.

Fita 4
O investimento em capacitação de pessoal; a organização do trabalho no laboratório; considerações sobre as exigências do controle e a garantia de qualidade e o crescimento desse setor; comentários sobre o patenteamento de produtos.

Akira Homma

Entrevista realizada por Nara Azevedo, Luiz Otávio Ferreira, Wanda Hamilton e Simone Kropf, no Rio de Janeiro (RJ), nos dias 15 e 23 de dezembro de 1997 e 03 de fevereiro de 1998.

Sumário
Fita 1
O estágio no Instituto Adolfo Lutz; o convite para realizar um curso da Organização Mundial da Saúde no Rio de Janeiro e o trabalho no Centro Pan-americano de Febre Aftosa em Duque de Caxias; a escolha da carreira científica; a formação em veterinária na Universidade Federal Fluminense; o trabalho desenvolvido no Centro Pan-americano de Febre Aftosa; o convite para trabalhar na Escola Nacional de Saúde, unidade da Fiocruz; O trabalho desenvolvido na ENSP em cultura de tecidos de poliomielite; o contrato da Bayer do Brasil; para organizar a fábrica de produção da vacina contra febre aftosa de Belford Roxo; a viagem para a Alemanha; o convite para trabalhar no Laboratório de Tecnologia de Imunobiológicos - Bio-Manguinhos e o retorno para a Fiocruz e o Rio de Janeiro; comentários sobre a gestão de Vinícius da Fonseca como presidente da Fiocruz

Fita 2
Continuação dos comentários sobre a gestão de Vinícius da Fonseca; a crise no setor de imunobiológicos gerada pelo fechamento da Sintex; a construção do biotério de Bio-Manguinhos com recursos do Programa de Auto-suficiência Nacional em Imunobilógicos (Pasni); a pauta de produtos de Bio-Manguinhos no final da década de 1970; a transferência de tecnologia da vacina contra o sarampo no início da década de 1980; o convite para trabalhar no Pasni durante o Governo de Fernando Collor de Mello; a transferência de tecnologia da vacina contra o sarampo.

Fita 3
Considerações acerca do papel de Oswaldo Cruz na saúde pública e na ciência no Brasil; o papel do Estado, da Fiocruz e as prioridades no campo da saúde pública atualmente; o mercado de imunobiológicos nos EUA; o papel da OPAS e da Unicef na compra de vacinas para países em desenvolvimento; considerações acerca da necessidade de desenvolver tecnologia para produção de imunobiológicos no país; sua participação no Pronab; o exemplo de Cuba na definição de prioridades no campo do desenvolvimento tecnológico; a ocupação do cargo de vice-presidente de Tecnologia da Fiocruz e a proposta do Programa Integrado de Desenvolvimento de Vacinas.

Fita 4
Comentário sobre as perspectivas da implantação de um programa desenvolvimento de vacinas na Fiocruz; comentários sobre o projeto do Centro de Biotecnologia da Fiocruz e sua não concretização; origens do Departamento de Desenvolvimento Tecnológico (Dedet) de Bio-Manguinhos; a relação entre pesquisa e os pesquisadores do IOC e o desenvolvimento tecnológico; considerações sobre a necessidade de uma política governamental e institucional de apoio e financiamento a projetos biotecnológicos; as fontes de financiamento nacionais e internacionais e o crescimento de Bio-Manguinhos na década de 1980; a capacitação de recursos humanos para o campo da biotecnologia; as atividades de Bio-Manguinhos no campo da biotecnologia e do desenvolvimento tecnológico.

Fita 5
Considerações sobre a importância de investir na produção de vacinas e reativos para diagnóstico; a participação de Bio-Manguinhos na candidatura de Antonio Sérgio da Silva Arouca para a presidência da Fiocruz; a relação de Bio-Manguinhos com Guilardo Martins Alves, presidente da Fiocruz de 1979 a 1984.

Fita 6
A necessidade de estabelecer projetos multidisciplinares que reúnam diversas instituições e unidades da Fiocruz; a necessidade de mecanismos de indução para a pesquisa visando desenvolvimento de produtos imunobiológicos; as diferentes etapas do processo de desenvolvimento e produção de imunobilógicos; características da produção de Bio-Manguinhos enquanto setor ligado às políticas públicas de saúde; anatomia da crise enfrentada, atualmente, pelo setor de produção de Bio-Manguinhos.

Fita 7
A crise de Bio-Manguinhos a as propostas para sua superação; considerações sobre os riscos de privatização de instituições produtoras de imunobiológicos; a necessidade de investimento em desenvolvimento tecnológico e capacitação profissional; as transformações no mercado produtor de vacinas e o papel de Bio-Manguinhos nas políticas públicas de saúde; considerações sobre a necessidade da pesquisa tecnológica de Bio-Manguinhos visar o desenvolvimento do produto; o seminário que será organizado para discutir os rumos de Bio-Manguinhos; as fortalezas de Bio-Manguinhos; os setores que utilizam novos conhecimentos de campos como a biologia molecular e engenharia genética em Bio-Manguinhos.

Fita 8
O laboratório de hibridomas organizado por Otávio Oliva; considerações sobre as dificuldades de se contratar pessoal capacitado em função dos baixos salários; considerações sobre o futuro da Fiocruz e os rumos de Bio-Manguinhos.

Tânia Celeste Matos Nunes

Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Fernando Pires Alves, no Rio de Janeiro, no dia 10 de março de 2010.

Sumário
Páginas: 1 - 30
Origem familiar e primeiros estudos; suas primeiras experiências como professora; sua escolha pelo curso de graduação em nutrição; sua experiência no curso de graduação em nutrição; seu trabalho na Campanha Nacional de Alimentação Escolar; seu trabalho na Central de Abastecimento e na CEASA; sua aproximação da saúde pública; a experiência do curso descentralizado em saúde pública na Bahia; o panorama da formação em medicina social e saúde pública na Bahia; seu trabalho no Centro de Treinamento (Cetre).
Páginas: 31 – 60
Seu trabalho no CETRE; o PPREPS/PIASS; a experiências de formação de pessoal de saúde de Porteirinha/MG; Hortênsia Hurpia de Hollanda e o debate sobre educação na formação de pessoal de saúde; sua indicação para a função de diretora do CETRE; o trabalho de Hortênsia Hollanda no CETRE; as experiências de Porteirinha/MG e Montes Claros/MG.
Páginas 61 – 79
A trajetória de Hortênsia Hollanda; o papel do PPREPS/PIASS e das universidades na constituição do campo de RH na Bahia; a reorganização do CETRE e sua transformação em Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos – CENDRHU; o debate sobre a formação de pessoal auxiliar de saúde na Bahia; a trajetória institucional do CENDRHU.

Roberto Passos Nogueira

Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Janete Lima de Castro, no Rio de Janeiro, nos dias 25 e 26 de julho de 2005.

Sumário
FITA 1 / LADO A
A escolha pela formação em medicina e o interesse por psicologia e filosofia; o ingresso no IMS/UERJ; os professores e colegas no IMS/UERJ; o papel da OPAS na criação dos cursos de medicina social na América Latina; sua dissertação de mestrado; o envolvimento com o tema de recursos humanos.
FITA 1 / LADO B
Seu trabalho no primeiro curso descentralizado de saúde em Brasília; o ingresso no PPREPS; o método CENDES-OPS; a interface do planejamento com a formação de recursos humanos; a cooperação técnica e a integração docente-assistencial; a relação do GAP/PPREPS com as secretarias estaduais de saúde; a discussão em torno do aumento da cobertura dos serviços de saúde; o trabalho de Lia Fanuck e a cooperação técnica; a cooperação técnica e o Projeto Larga Escala.
FITA 2 / LADO A
O funcionamento do GAP; a cooperação em infra-estrutura dos serviços de saúde; o PREV-SAÚDE; a relação da OPAS-Brasil com a sede em Washington; sua contribuição à pesquisa em recursos humanos em saúde no Brasil.
FITA 2 / LADO B
A pesquisa em recursos humanos em saúde na pauta da cooperação técnica OPAS-Brasil; a singularidade da cooperação técnica OPAS-Brasil frente outras experiências da OPAS; a cooperação técnica na gestão de Carlyle Guerra de Macedo.
FITA 3 / LADO A
O Plano Decenal de Saúde e outras referências intelectuais para a cooperação OPAS-Brasil; O regime militar e a cooperação técnica OPAS-Brasil; burocracia, relações pessoais e a cooperação técnica OPAS-Brasil; os projetos de trabalho coordenados pelo GAP/PPREPS; a relação do GAP com a CIPLAN; a composição do GAP na década de 1980; a Revista Educacion Medica y Salut.
FITA 3 / LADO B
A Revista Educacion Medica y Salut e outros periódicos relevantes na área de educação médica e recursos humanos em saúde; as idéias de Paulo Freire e o processo de renovação da educação profissional no Brasil; as idéias de Paulo Freire, Juan Diaz Bordenave e a concepção do Projeto Larga Escala; a institucionalização do Projeto Larga Escala; sua ida para a sede da OPAS em Washington e seu trabalho na OPAS.
FITA 4 / LADO A
Sua vida pessoal e profissional em Washington; o papel da OPAS-Washington no desenvolvimento dos projetos CADRUH e GERUS; o papel da OPAS-Washington na organização dos Observatórios de Recursos Humanos; o papel da OPAS na construção da Rede de Núcleos de Estudos de Saúde Coletiva e de Saúde Pública; o papel da OPAS na formulação de políticas de saúde nacionais e o futuro da cooperação técnica OPAS-Brasil.
FITA 4 / LADO B
Personagens importantes do estado brasileiro para a cooperação técnica OPAS-Brasil; a cooperação técnica OPAS-Brasil nos estados.

José Roberto Ferreira

Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva, Fernando Pires Alves, Gilberto Hochman e Janete Lima de Castro, no dia 15 de março de 2005.

Sumário
FITA 1 / LADO A
Seu ingresso na OPAS; a situação dos recursos humanos nas décadas de 1960-70; o contexto da criação da FEPAFEM; considerações sobre o termo “cooperação técnica”; a repercussão dos encontros e eventos sobre recursos humanos em saúde internacionais no Brasil; o papel das agências internacionais no campo da formação dos recursos humanos em saúde; a proposta da Conferência Internacional sobre Recursos Humanos para a Saúde e Educação Médica de 1967; os primeiros estudos da OPAS sobre a integração das demandas de recursos humanos às necessidades do ensino em saúde; a inserção do campo dos recursos humanos nas discussões sobre ensino médico; a integração profissional no Programa de Desenvolvimento de Recursos Humanos da OPAS.
FITA 1 / LADO B
A trajetória no Departamento de Recursos Humanos e Investigação da OPAS; o processo de integração entre os departamentos da OPAS; a diferença entre a gestão de Carlyle Guerra de Macedo e de George Alleyne; a criação das revistas da OPAS; o incentivo à criação de Centro Latino-americano para o Desenvolvimento de Tecnologia Educacional.
FITA 2 / LADO A
O surgimento do PPREPS; a seleção dos consultores do PPREPS; a relação institucional entre a OPAS e o Brasil; os acordos de cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos de 1973 e de 1975; a avaliação do PPREPS na primeira década de funcionamento.
FITA 2 / LADO B
A relação entre o programa de recursos humanos de Washington e do Brasil; o papel do PPREPS na cooperação técnica Opas-Brasil; aspectos históricos da cooperação da OPAS no campo da saúde; as características da cooperação técnica entre a OPAS e os países membros; a criação do BIREME e do PALTEX; a inserção do Larga Escala no programa de cooperação técnica da OPAS.
FITA 3 / LADO A
O movimento de escolas médicas no Brasil e na América Latina; criação da FEPAFEM; sua situação como funcionário da OPAS; o PPREPS ao final dos anos 1970; a cooperação técnica OPAS-Brasil e as experiências do CADRHU e do GERUS; o fim da função de consultor internacional na Opas.
FITA 3 / LADO B
A avaliação da gestão de Abraham Horwitz, de Héctor Acuña e do Carlyle Guerra de Macedo na OPAS; a área de recursos humanos na OPAS e o pensamento norte-americano; as linhas de pesquisa da área de recursos humanos; a situação dos recursos humanos nos anos 90 e no século XXI.
FITA 4 / LADO A
A Declaração de Alma-Ata e a Declaração de Otawa; a influência das agências financiadoras nas políticas de recursos humanos; a fundação das associações de Escolas Médicas; a idéia de nacionalização da cooperação técnica Opas-Brasil; as perspectivas em relação ao campo da medicina e suas tendências .
FITA 4 / LADO B
A proposta do PROMEDIS.

José Francisco Nogueira Paranaguá de Santana

Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva, Fernando Pires Alves, Gilberto Hochman e Janete Lima de Castro, em Brasília (DF), nos dias 21 e 22 de fevereiro de 2005.

Sumário
FITA 1 / LADO A
Referência à sua cidade natal, Campo Maior (PI); a mudança para Brasília e o curso de medicina na Universidade de Brasília (Unb); a influência da familiar nos estudos e na carreira; a formação profissional dos irmãos; sua participação no Projeto de Medicina Comunitária em Planaltina; o ambiente intelectual e a militância estudantil no curso de medicina na década 1970; sua vida e as influências intelectuais durante o curso de medicina; sua aproximação com o campo da Medicina Comunitária e da Saúde Pública na universidade; sua atuação como consultor da OMS; memórias da trajetória do doutor Bressame no Peru e de sua relação com Ernesto Che Guevara; o contexto de criação do campo da Medicina Social e da introdução das Ciências Sociais no campo da saúde durante sua formação como médico; a mudança dos currículos nas Universidades de Brasília, da Paraíba, de São Paulo (USP) e do Instituto de Medicina Social (UERJ); a criação de novos cursos no México e no Peru; a UNE nas universidades; as SESACS.
FITA 1 / LADO B
Sua dedicação à pesquisa básica e à Saúde Pública em meados dos anos 1970; os cursos de formação em Saúde Pública do Rio de Janeiro e de São Paulo; a Residência Médica no Brasil; a influência de Frederico Simões Barbosa na escolha da especialização em Medicina Comunitária na UnB; o Projeto Planaltina; o impacto do Projeto Planaltina na sua carreira profissional; sua atuação como bolsista no programa de Saúde Materno Infantil; o papel de Carlile Lavour na criação do agente comunitário de saúde no Ceará e no funcionamento do Programa de Saúde da Família no Brasil; suas atividades no Programa Geral para o Desenvolvimento de Recursos Humanos no Brasil (MS/MEC/OPAS).
FITA 2 / LADO A
Sua experiência no projeto Planaltina e o envolvimento com o tema dos Recursos Humanos; a formação de pessoal auxiliar de saúde no Brasil; suas atividades no Departamento de Assuntos Universitários e na Secretária de Educação Superior do Ministério da Educação e Cultura; o ingresso no grupo técnico do acordo de cooperação técnica da OPAS-Brasil para a formação de recursos humanos; suas principais referências teóricas em recursos humanos após a sua experiência no Projeto Planaltina; a mobilização da OPAS para a publicação de trabalhos no campo da educação médica e a Revista Educacion Medica y Salud; o PESES; o impacto da criação da OMS, da reunião de Punta del Mar (1961), dos encontros internacionais de Ministros de Saúde das Américas para a área de recursos humanos; a circulação de publicações da OPAS e da ABEM; a contribuição da gestão de Jarbas Passarinho no MEC para a expansão das escolas médicas; a relação entre formação de recursos humanos e o projeto de desenvolvimento nacional do governo militar; participação das universidades e da EMBRAPA na política de desenvolvimento de recursos humanos em diferentes áreas; a Conferência de Ministros de Viña del Mar e a área de recursos humanos; a ampliação da área de educação médica, da expansão dos cursos de medicina, da unificação do Instituto da Previdência e Assistência Social e dos investimentos governamentais através do FAS.
FITA 2 / LADO B
Os bastidores da assinatura do Acordo de cooperação técnica Opas-Brasil para formação de recursos humanos; o debate em torno da formação de recursos humanos na América Latina; a criação do Programa de Preparação Estratégica de Pessoal de Saúde – PPREPS; a cooperação técnica Opas-Brasil em RH para saúde no final dos anos 70 e sua inserção na PPREPS.
FITA 3 / LADO A
A cooperação técnica OPAS-Brasil em recursos humanos para a saúde; a importância dos ODRH no desenvolvimento de estruturas de recursos humanos; o contexto de criação da ABRASCO; a relação entre a ABEM e a OPAS; o Acordo de cooperação técnica e o PPREPS; a atuação da OPAS na área de recursos humanos a partir do ingresso de Alberto Pellegrini Filho na equipe do PPREPS; o significado e a especificidade do termo cooperação técnica para a OPAS; a diferença entre assistência técnica e cooperação técnica; a criação da OPAS; o processo de seleção de pessoal para o GTC/GAP do PPREPS, sua inserção no PPREPS.
FITA 3 / LADO B
Seu trabalho com a área de pós-graduação em Saúde Coletiva no MEC, o ingresso de Alberto Pellegrini Filho no PPREPS, a interdependência entre a área de recursos humanos e o desenvolvimento tecnológico e científico, os primeiros integrantes da primeira equipe técnica do PPREPS.
FITA 4 / LADO A
A relação do PPREPS com as secretarias estaduais de saúde; a estratégia de manutenção dos projetos financiados nas mudanças de governo; o PPREPS como parte do processo de desenvolvimento institucional da área de recursos humanos; os cursos descentralizados de saúde e o PPREPS; o Projeto Larga Escala; a iniciativa de Cícero Adolpho da Silva para a realização de estudo sobre escolas médicas no Brasil, seu envolvimento no projeto de expansão da pós-graduação em Medicina Preventiva; a dificuldade para expandir a residência em medicina preventiva no Brasil.
FITA 4 / LADO B
As Ações Integradas de Saúde – AIS; sua relação de trabalho e seus vínculos institucionais com a OPAS e os ministérios da saúde e da educação; as condições salariais na Opas e a reorganização da equipe do PPREPS no início da década de 80.
FITA 5 / LADO A
A transferência dos recursos financeiros para o Acordo de cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; o processo de financiamento dos programas de cooperação técnica entre o Ministério da Saúde e a OPAS; as mudanças institucionais na cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos, o Termo de Cooperação Técnica nº 8 como remanescente do PPREPS; suas atividades no INAMPS, a cooperação técnica Opas-Brasil no período 1983-85; o GTC/GAP , a criação da ABRASCO e as Campanhas da Fraternidade da Igreja Católica; a experiência de descentralização do PPREPS e o regime militar; o Larga Escala como método pedagógico de trabalho; a formação dos agentes comunitários de saúde.
FITA 5 / LADO B
Os Núcleos de Saúde Coletiva como estratégia da cooperação técnica OPAS-Brasil para a formação de recursos humanos; a integração docente assistencial (IDA); o processo de descentralização das ações em saúde; a resistência das universidades aos projetos IDA; a influencia do Projeto Larga Escala na área de recursos humanos; resistência das universidades ao Projeto Larga Escala; a CIPLAN e a coordenação da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; o ingresso do Ministério da Previdência e Assistência Social na Cooperação Técnica Opas-Brasil; o processo de descentralização com a implantação do SUS e a formação de recursos humanos; o papel da cooperação técnica na constituição e no fortalecimento da rede de escolas técnicas do SUS; apoio da OPAS e das secretarias estaduais de saúde aos cursos de formação de pessoal de saúde de nível médio; sua participação no Projeto Larga Escala.
FITA 6 / LADO A
A negociação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento para o financiamento do projeto de formação nacional de pessoal de enfermagem no Brasil; o Projeto de Decreto para incentivo de servidores do INAMPS realizarem curso de auxiliar de enfermagem; a transformação das Escolas do INAMPS em escolas ou centros formadores de recursos humanos de nível médio; a resistência dos Conselhos Federais e Regionais de enfermagem à formação de pessoal auxiliar de enfermagem; o papel da cooperação técnica Opas-Brasil na formação de recursos humanos em âmbito regional; o Plano de Desenvolvimento Gerencial para a realização de cursos descentralizados de formação em saúde; a reorganização das Secretarias de Saúde do Rio Grande do Norte e de Goiás.
FITA 6 / LADO B
A ENSP/FIOCRUZ e a promoção de cursos de especialização para o desenvolvimento em recursos humanos; a reestruturação da Secretária de Saúde de Rondônia; as experiências da ENSP e das Secretarias de Saúde do Rio Grande do Norte e de Goiás na difusão de cursos de especialização em saúde pública e a integração entre ensino e serviço; os projeto GERUS e CADRHU; o modelo gestão municipal com cursos de formação de gerentes de centro de saúde.
FITA 7 / LADO A
O GERUS como instrumento de articulação entre universidade e secretarias de saúde; as publicações de avaliação dos Projetos do CADRHU e do GERUS; os Observatórios de Recursos Humanos e a cooperação técnica OPAS-Brasil; os estudos sobre recursos humanos no Brasil; a iniciativa da OPAS na área dos direitos trabalhistas dos profissionais de saúde; seu trabalho como consultor da OPAS; a SEGETS; o projeto PROMED.
FITA 7 / LADO B
A relação da GTC/GAP do PPREPS com a OPAS-Washington; o dilema entre a cooperação técnica e a assistência técnica; a experiência brasileira como modelo para a orientação dos programas de cooperação técnica; as mudanças na direção da OPAS-Washington e a cooperação técnica OPAS-Brasil; a gestão de Carlyle Guerra de Macedo na OPAS e a cooperação técnica OPAS-Brasil; o desenvolvimento da cooperação técnica na área de tecnologia educacional, o NUTES e o CLATES.
FITA 8 / LADO A
A proposta do currículo integrado e o GERUS; a relação de Izabel dos Santos com Carlyle Guerra de Macedo; o projeto de IDA; a formação de pessoal de nível médio e o PROFAE; o desafio no campo da regulação das profissões.

Cezar Vieira

Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Regina Celie Marques, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 14 de outubro de 2005.

Sumário
FITA 1 / LADO A
Sua vida estudantil e o início de sua trajetória profissional; seu envolvimento com os temas da saúde pública, da medicina social, da medicina comunitária e da saúde coletiva.
FITA 1 / LADO B
A temática do planejamento no campo da saúde e o método CENDES-OPS; suas experiências na Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais e na SUDENE; o Projeto Montes Claros e o sistema de saúde do Estado de Minas Gerais.
FITA 2 / LADO A
O seu ingresso na cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; as diferentes percepções em torno da área de recursos humanos na Opas-Washington e na Opas-Brasil; a criação da ABRASCO; a gestão de Carlyle Guerra de Macedo na OPAS; a criação da Associação Latino-americana de Medicina Social ( ALAMES); o Plano Nacional de Saneamento (PLANASA) e o Banco Nacional da Habitação (BNH); o NUTES/CLATES e os demais centros regionais da OPAS; o Grupo técnico do PPREPS; a ampliação das atividades programáticas do PPREPS; a criação do PREV-SAÚDE.
FITA 2 / LADO B
A relação do PPREPS com a CIPLAN; a organização dos serviços de saúde e o SUS; a proposta do PREV-SAÚDE.
FITA 3 / LADO A
A cooperação técnica Opas-Brasil em RH na primeira metade dos anos 1980; o processo da eleição de Carlyle Guerra de Macedo; o relatório técnico de 1984 e a avaliação da cooperação Opas-Brasil em recursos humanos; sua gestão na coordenação da cooperação Opas-Brasil em recursos humanos; as temáticas etnicidade e saúde na OPAS; considerações sobre a situação atual da cooperação técnica promovida pela Opas; o Programa de Especialização em Residência de Saúde Internacional da OPAS; a dimensão nacional da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos; a rede de Observatórios em Recursos Humanos para a saúde.
FITA 3 / LADO B
A representação brasileira na Opas; considerações sobre a cooperação técnica na Opas atualmente; a experiência do Programa Larga Escala e o déficit de pessoal de saúde nas Américas atualmente; a relação do PPREPS com as universidades.
FITA 4 / LADO A
O processo de seleção dos projetos enviados das instâncias estaduais para a equipe central do PPREPS; as diferentes fases de desenvolvimento do PPREPS.

Carlyle Guerra de Macedo

Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva, Fernando A. Pires-Alves, Gilberto Hochman e Janete Lima de Castro, em Brasília (DF), nos dias 01 e 02 de março de 2005.

Sumário
FITA 1 / LADO A
Seu envolvimento com os temas do planejamento e dos recursos humanos; a formação profissional no ILPES; a relação com Mário Magalhães; a Carta de Punta Del Este e o tema do planejamento e desenvolvimento; a relação do ILPES com a OPAS.
FITA 1 / LADO B
Seu ingresso na OPAS; a OPAS no contexto da criação da OMS; a criação do Programa de Preparação Estratégica de Pessoal de Saúde (PPREPS) e seu ingresso no Programa; sua candidatura e eleição para a direção da OPAS; a OPAS no início de sua gestão como diretor; o diagnóstico da situação dos recursos humanos em saúde no Brasil em meados dos anos 1970; a constituição do grupo de trabalho do PPREPS; o projeto Andrômeda e o movimento sanitário brasileiro.
FITA 2 / LADO A
A elaboração do documento do PPREPS; o legado do PPREPS e do PREV-SAÚDE ao sistema de saúde brasileiro; a relação da coordenação central do PPREPS com os estados; o fim do milagre econômico brasileiro e o financiamento dos programas de cooperação técnica Opas-Brasil; a OPAS no início de sua gestão como diretor; a criação da área da Saúde Coletiva e da ABRASCO; a avaliação da cooperação técnica Opas-Brasil no final de sua gestão como diretor da OPAS; as mudanças no PPREPS na renovação do Acordo de cooperação técnica Opas-Brasil em 1978.
FITA 3 / LADO A
A relação da Sede da OPAS, em Washington, com as representações nos países; a eleição para a direção da OPAS e a cooperação técnica OPAS-Brasil em recursos humanos na sua gestão; a política de criação dos centros de documentação da OPAS; a transformação da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos em cooperação em infra-estrutura dos serviços de saúde; a agenda da formação de recursos humanos no quadro da cooperação técnica em infra-estrutura dos serviços de saúde.
FITA 3 / LADO B
O desenvolvimento do Projeto Larga Escala e o trabalho de Izabel dos Santos; o tema de recursos humanos em sua gestão como diretor da OPAS; a cooperação técnica na América Latina; o Programa “Saúde, uma ponte para paz”, a erradicação da poliomielite nas Américas e a formação de recursos humanos.
FITA 4 / LADO A
A organização político-administrativa da OPAS em sua gestão; a relação da OPAS com a OMS em sua gestão; sua candidatura para a direção da OMS; perspectivas da cooperação técnica em saúde.
FITA 4 / LADO B
A vida política e intelectual chilena; sua estada no Chile depois do golpe de estado que derrubou Allende (1973); as instituições internacionais no Chile após o golpe; as posições políticas da OPAS durante a Guerra Fria; os cursos de planejamento em saúde no Chile e nas Américas.
FITA 5 / LADO A
O debate entre saúde e desenvolvimento no Brasil; o tema da saúde e desenvolvimento em sua gestão como diretor da OPAS e sua relação com o Banco Mundial; o tema da gestão de conhecimento em sua administração na OPAS; a discussão sobre “tecnologia apropriada” e desenvolvimento, em sua gestão como diretor da OPAS; considerações sobre as escolas sanitárias brasileiras.
FITA 5 / LADO B
Sua relação com o Serviço Especial de Saúde Pública (SESP); a criação do campo da Saúde Coletiva no Brasil; a formação de recursos humanos no âmbito da Saúde Coletiva; sua gestão e a meta “Saúde para Todos no ano 2000”; as campanhas de combate à poliomielite; o tema da informação em saúde na sua gestão na OPAS.

Alberto Pellegrini Filho

Entrevista realizada por Carlos Henrique Assunção Paiva e Gilberto Hochman, no Rio de Janeiro (RJ), no dia 07 de junho de 2005.

Sumário
FITA 1 / LADO A
Sua vida estudantil e o início de sua trajetória profissional; o envolvimento com os temas da saúde pública, da medicina social, da medicina comunitária e da saúde coletiva; a criação do grupo do PPREPS; o PESES.
FITA 1 / LADO B
Seu trabalho no PIASS; o envolvimento com causas políticas no contexto da ditadura militar, comissão de saúde da câmara e a CNBB; a relação do grupo técnico da cooperação Opas-Brasil com a Opas-Washington; o nascimento do PREV-SAÚDE.
FITA 2 / LADO A
O fim do projeto PREV-Saúde; o componente de ciência e tecnologia na cooperação Opas-Brasil em recursos humanos; a organização da 8º Conferência Nacional de Saúde.
FITA 2 / LADO B
O movimento da Saúde Coletiva; o Boletim da Oficina Panamericana da Saúde, tecnologias na área de informação e a Bireme; o Programa de Livros Textos; a trajetória e o trabalho de George Alleyne na Opas.
FITA 3 / LADO A
As tecnologias na área de informação e o trabalho da Bireme; considerações gerais sobre o funcionamento do PPREPS.

Ernesto Silva

Entrevista realizada por Simone Kropf e Gilberto Hochman, em Brasília (DF), nos dias 26 e 27 de abril de 2007.

Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP): 50 anos de história

O projeto, coordenado por Nísia Trindade, teve como objetivo constituir um acervo de entrevistas de História Oral realizadas por profissionais da Casa de Oswaldo Cruz com atores sociais que participaram da criação e organização da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) em comemoração de seu cinquentenário (1953/2003). Foram gravados 10 entrevistas, entre 14/11/2003 e 17/06/2004, com personagens importantes na criação e consolidação da ENSP como espaço de formação e atuação na saúde pública brasileira.

Arthur Moncorvo Filho

  • BR RJCOC MF
  • Fundo
  • 1793-1965

Reúne cartas, artigos, abaixo-assinados, apontamentos, anais de evento, atas, balancetes, cartões, convites, declarações, discursos, ensaios, estatutos, folhetos, recibos, recortes de jornais e revistas, publicações, prospectos, relatórios de atividade, telegramas, fotografias, desenho, entre outros documentos referentes à vida pessoal e à trajetória profissional do titular como médico, gestor e membro de instituições e associações científicas, tanto no Brasil como no exterior.

Arthur Moncorvo Filho

30 anos de Bio-Manguinhos

Reúne 14 entrevistas de História Oral realizadas no âmbito do projeto, que teve como objetivo traçar a história de Bio-Manguinhos, no contexto da recuperação da Fiocruz, em meados da década de 1970 até 2006; a participação da instituição nos programas de fomento à produção e desenvolvimento do setor de imunoterápicos empreendidos pelo Ministério da Saúde; os acordos de transferência de tecnologia e os investimentos em desenvolvimento tecnológico; os constrangimentos estruturais que desafiam a instituição e as transformações na organização da instituição. O projeto foi coordenado por coordenado por Nara Azevedo, Wanda Hamilton e Carlos Fidélis da Ponte, e as entrevistas realizadas entre 15/06/2005 e 16/01/2006,

Transcrição da entrevista de Marcos da Cunha Lopes Virmond

Entrevista realizada por Laurinda Rosa Maciel e Maria Leide W. de Oliveira, em Bauru (SP), no dia 06 de maio de 2002.
Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
Lembranças da infância e do pai militar; os diversos estados onde residiu, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco; formação escolar; comentários sobre a Revolução de 1964 e o ex-presidente João Goulart; a ida para Porto Alegre e o ensino médio no Colégio Estadual Júlio de Castilhos; o vestibular para a UFRGS; recordações do avô médico e sua biblioteca; a formação como
músico e sua participação na Ordem dos Músicos do Brasil; a escolha pela Medicina e a graduação na UFRGS, em 1974; a profissão dos irmãos; a residência em cirurgia geral e comentários sobre Jair Ferreira; a ida para o Hospital Colônia Itapuã em 1976, por intermédio de César Bernardes e o início do trabalho com cirurgia de reabilitação em hanseníase; a participação no Curso de Cirurgia de Hanseníase no Brasil em 1979, com Frank Duerksen; a respeito do professor Arvelo e seus ensinamentos sobre prevenção de incapacidade; a ida para Bauru em 1980 e a total identificação com a área cirúrgica; o aprendizado com o cirurgião Frank Duerksen no período em que trabalharam juntos; a ida para a Índia, com financiamento da American Leprosy Missions (ALM); sobre Maria Leide W. de Oliveira e os avanços nas questões referentes à doença, como reabilitação, prevenção de incapacidade e implementação de poliquimioterapia, quando esta ocupou o cargo de gerente estadual de dermatologia sanitária do Rio de Janeiro, entre 1983 e 1985.

Fita 1 – Lado B
Comentários sobre cursos e realização de cirurgias no ILSL; o início da atuação na área de cirurgia, em 1990, e a entrada para o ILSL em 1994; os problemas existentes para formar e manter bons cirurgiões de reabilitação em hanseníase no país; a passagem pelo Hospital Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, convidado por Maria Leide W. de Oliveira; sobre novas técnicas de cirurgia reparadora
de mãos; relatos sobre os diversos serviços de reabilitação espalhados pelo país, como em Rondônia, no Amazonas e no Maranhão; sobre a necessidade de as Secretarias Estaduais de Saúde apoiarem as cirurgias de reabilitação; opinião sobre a doença em países como Venezuela, México e Argentina, e as razões de o Brasil registrar alto índice endêmico; a decepção com os recentes diagnósticos no país e a ineficácia da cirurgia em tais casos; comentários sobre o livro que escreveu a respeito da importância da reabilitação em hanseníase, a relevância das cirurgias e a necessidade de realização de mais cursos nessa área; comentários sobre a necessidade de o serviço básico de saúde estabelecer um diálogo com a hanseníase e o incentivo à integração de médicos das mais diferentes áreas na luta contra a doença; observações sobre o XVI Congresso Internacional de Lepra, em 2002, e a presidência do comitê organizador ocupado pelo depoente; a vice-presidência na ILA e a importância de o Brasil sediar esse congresso.

Fita 2 – Lado A
Sobre o trabalho junto à ILA e na OMS; comentários sobre os congressos de que participou; o interesse musical do depoente, sua família, a ópera que elaborou A Glorinha e o hino comemorativo do aniversário da Revolução Farroupilha, composto por ele; o doutorado e o cargo de professor de Regência na Universidade do Sagrado Coração; relatos sobre as cirurgias de deformidades congênitas.

Fita 2 – Lado B
Comentários sobre a família e os filhos gêmeos; a importância das cirurgias de reabilitação em hanseníase no país; sobre os hansenologistas Diltor Opromolla, Aguinaldo Gonçalves, Gerson Fernando e Gerson Penna.

Ricardo Galler

Entrevista realizada por Nara Azevedo e Wanda Hamilton, em Bio-Manguinhos/Fiocruz (RJ), nos dias 13 de julho e 04 de agosto de 2005.
Sumário
Fita 1
Origem familiar; a ida para Brasília; a opção pelas ciências biológicas; a influência do professor Carlos Morel na escolha da especialização em biologia molecular; sobre o talento dos profissionais da ciência com quem conviveu na UnB; a vinda para o Rio a convite de Carlos Morel; o mestrado no Instituto de Biofísica; a ida para a Alemanha, onde fez doutorado; o trabalho realizado no laboratório do pesquisador Hans Küpper, na Universidade de Heidelberg; a transferência para o Laboratório Europeu de Biologia Molecular, no qual trabalhou com o Jan-Erik Edström; dos procedimentos laboratoriais, até então realizados sem auxílio do computador; a utilização da tecnologia atual nos procedimentos científicos; a necessidade de associação entre os pesquisadores; a importância atual da pesquisa na área de imunologia; o ingresso na Fiocruz, em 1985; o trabalho em virologia com Oscar Souza Lopes; a matrícula no pós-doutorado, visando uma especialização em virologia; o curso de Biologia Molecular realizado na Grécia, em 1983, ministrado pelo pesquisador Richard Palmiter; a importância dos cinco anos que passou na Alemanha para sua carreira; a pesquisa científica realizada em Bio-Manguinhos em 1985; comentários sobre o Centro de Biotecnologia; as atividades de administração que hoje desenvolve em Bio-Manguinhos; sobre o projeto de desenvolvimento de uma vacina para dengue; sobre ter sequenciado o primeiro vírus de dengue, na Califórnia; sobre querer manter a ligação com o Departamento de Biologia Molecular do Instituto Oswaldo Cruz.

Fita 2
O crescimento das atividades de biotecnologia no Brasil; os grupos de pesquisa que desenvolvem projetos de desenvolvimento tecnológico em parceria com Bio-Manguinhos; as instituições que financiam parte do trabalho realizado em Bio-Manguinhos; comparação entre o investimento financeiro em desenvolvimento no Brasil e nas empresas multinacionais que desenvolvem biotecnologia; sobre a terceirização de pessoal em Bio-Manguinhos; a patente conseguida pela Fiocruz em 2005 com a modificação genética de um vírus de febre amarela; a importância da concessão de uma patente para uma instituição de pesquisa científica; as prioridades estabelecidas pela Vice-Presidência de Desenvolvimento Tecnológico em relação aos projetos de desenvolvimento tecnológico; comentários sobre os diversos projetos de desenvolvimento tecnológico da instituição.

Fita 3
Sua indicação para assumir o cargo de Vice-Presidente de Desenvolvimento Tecnológico; o enquadramento como tecnologista; a admiração pelo trabalho de Akira Homma e Carlos Morel; comentários sobre o Centro de Biotecnologia; o apoio dado por Otávio Oliva, à época diretor de Bio-Manguinhos, ao desenvolvimento tecnológico; a criação do DEDET; comentários sobre o Centro de Biotecnologia da Fiocruz; considerações sobre o modelo americano de integração entre empresa e universidade; a dificuldade de Bio-Manguinhos em concorrer com multinacionais de biotecnologia; o investimento realizado por Bio-Manguinhos em comércio, mercado e marketing, a partir de última sua reforma institucional; a dificuldade de se credenciar uma vacina no exterior; o orçamento de Bio-Manguinhos; a necessidade de se aliar desenvolvimento tecnológico à produção; os funcionários terceirizados na Fiocruz e em Bio-Manguinhos; a dificuldade de lidar com recursos humanos na instituição; a aposta de Bio-Manguinhos nos biofármacos; as prioridades de Bio-Manguinhos em desenvolvimento tecnológico; comentários sobre o CDTS; comentários sobre as vantagens da associação de Bio-Manguinhos com empresas de biotecnologia; os projetos de produção de vacinas desenvolvidos pela instituição; a relação com as políticas do Ministério da Saúde; comentários sobre a autonomia de Bio-Manguinhos; a competição entre o Instituto Butantan e Bio-Manguinhos; a ameaça que a vinda da GSK para o Brasil representa para Bio-Manguinhos; a produção de energia a partir de biomassa, como alternativa para expansão de Bio-Manguinhos; sobre a possibilidade de transformar parte de Bio-Manguinhos numa empresa; o avanço da área de Garantia de Qualidade da instituição; as perspectivas da Vice-Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico para os próximos anos.

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