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Rio de Janeiro (RJ) Política de saúde
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Adilson Pereira dos Santos

Sumário
Fita 1 – Lado A
Informações sobre a infância, pais e irmãos; comentários sobre o interesse pelo futebol; as escolas que frequentou e professores; informações familiares a respeito da profissão dos pais e irmãos; sua passagem pelos seguintes clubes de futebol: Santa Rita, Central, Sport Clube de Juiz de Fora, Fernandópolis e Friburguense; comentários sobre os diferentes estados do Brasil onde já morou por causa da profissão de jogador de futebol e a chegada ao Fluminense Futebol Clube em 1995; o aparecimento dos primeiros sintomas da hanseníase em 1999 e o sofrimento físico e mental ocasionado por ela; comentários sobre o ortopedista Lídio Toledo e o técnico Carlos Alberto Parreira; o diagnóstico correto e preciso da doença elaborado pela dermatologista Maria Leide W. de Oliveira em 1999 e o apoio recebido da esposa e da filha; considerações sobre as possíveis causas da contaminação da hanseníase; comentários sobre a saída do Fluminense Futebol Clube, o tratamento recebido no Hospital do Fundão e as reações apresentadas pelo uso do medicamento; opinião sobre o preconceito e o estigma que cercam a doença, as atuais campanhas de
esclarecimentos veiculadas pela mídia em geral e sua importância no combate e eliminação da hanseníase; sua opinião sobre os motivos possíveis para os pacientes de hanseníase abandonarem o tratamento; comentários sobre o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) e o relacionamento entre os pacientes com hanseníase do Hospital Clementino Fraga Filho; os medicamentos usados ao longo do tratamento como Predinizona e Talidomida; a frustração e decepção em ter de deixar o futebol, a aposentadoria em 2003 e a inauguração de sua escolinha de futebol em Barra do Piraí, estado do Rio de Janeiro, em 2002.

Fita 1 – Lado B
Continuação dos comentários sobre a escola de futebol em Barra do Piraí; sobre o término do tratamento e as expectativas quanto a isso; considerações sobre a mudança de vida após adoecer; comentários sobre a boa relação que mantém com os jogadores e dirigentes dos antigos clubes, como o Fluminense e o Friburguense; opinião sobre as políticas públicas referentes à hanseníase no Brasil.

Aluno de Doutorado da Pós-Graduação da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz

Projetos de pesquisa, trabalhos escolares, memorandos, memorandos circulares, comunicados, notas do curso, apontamentos, ementas, programas de curso, publicação (Escola Nacional de Saúde Pública Pós-Graduação Stricto Sensu-Mestrado e Doutorado na Ensp), telegramas, cartas, fichamentos, instruções, listas de referências bibliográficas, monarquias, disco flexível.

Ângela Gadelha

  • BR RJCOC GA-VP-03.v.1
  • Dossiê
  • 1970 - 1992
  • Parte de Paulo Gadelha

Apostilas de cursos; atestado de frequência; artigo científico; publicação; estudos de casos.

Ângela Gadelha

  • BR RJCOC GA-VP-03.v.2
  • Dossiê
  • 05/1976 - 24/09/1987
  • Parte de Paulo Gadelha

Discursos; ensaios; projetos de cursos; revistas; programas de cursos; convênios de cooperações técnicas; informativos; programas de eventos; memorando-circular; apontamentos; apresentação de obras; atas de reuniões; declarações; diretrizes; planos de ações; projetos de pesquisa; relatórios de atividades; roteiros para elaboração de projetos.

Artur Custódio Moreira de Souza

Sumário
Fita 1 – Lado A
Lembranças de seus pais e irmãos; as escolas onde estudou e o Curso Preparatório Martins, onde recebia bolsa de estudos; lembranças da infância e das oportunidades de educação que teve acesso quando jovem; os vários cursos de nível superior que ingressou e não concluiu tais como Comunicação, Serviço Social e Geologia, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ); sobre o projeto “A hanseníase tem cura” lançado pelo depoente e os colegas de turma do curso de Comunicação da UERJ; a aprovação no curso de Meio Ambiente no Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), no Rio de Janeiro; o primeiro contato com Bacurau [Francisco Augusto Vieira] e com o Movimento de Reintegração das pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN), em 1986; sua entrada na Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro em 1984 e seu encontro com o MORHAN e nascimento da IDEA (International Association For Dignity And Economic Advancement) da cidade de Petrópolis em 1994; sua transferência para a Secretaria Municipal de Saúde de Nova Iguaçu e a ida para o setor de hanseníase; a criação do MORHAN de Nova Iguaçu e seu conflito com pessoas ligadas ao Centro de Reestruturação da família (CERFA); algumas vitórias do MORHAN de Nova Iguaçu como, por exemplo, a correta designação da doença em uma novela de rede nacional; comentários sobre a sua participação no MORHAN nacional e relatos sobre a criação do mesmo em 1981; os núcleos do MORHAN distribuídos por todo o país e sua importância como movimento político de luta e mudança social; lembranças de seu relacionamento com Bacurau e as diferenças entre ambos.

Fita 1 – Lado B
A respeito da direção do MORHAN nacional ter passado de Bacurau para o entrevistado; a diversidade do MORHAN em diferentes regiões do país; o caráter militante que os voluntários do MORHAN possuem; relato sobre o processo de sua eleição para a direção do MORHAN nacional e sobre as resistências criadas a seu nome por não ser ex-hanseniano; o projeto de implementar a inclusão digital em todos os núcleos do MORHAN nacional; a importância do TeleHansen e a relação atual do movimento com os pacientes ; comentários sobre a hanseníase estar inserida nas resoluções do Conselho Nacional de Saúde e da Justiça.

Fita 2 – Lado A
A participação gratuita de atores como Ney Matogrosso, Ney Latorraca, Elke Maravilha, entre outros, em campanhas informativas elaboradas pelo MORHAN e sua importância; o aumento significativo do diagnóstico da hanseníase nos últimos anos; o apoio da Fundação Novartis da Suíça e do Brasil ao MORHAN e sobre seus militantes voluntários ou não; os convênios firmados com os governos estadual e federal; a relação do MORHAN com ONGs internacionais e a participação do depoente no Comitê de Ética da Fiocruz; as campanhas publicitárias elaboradas pelo MORHAN e, em especial, a estrelada pela atriz Regina Casé, que não foi considerada no seu objetivo eficiente na luta contra o preconceito que envolve a hanseníase; relatos do empenho do MORHAN no sentido de minimizar o estigma da hanseníase que vigora até os dias atuais; o prêmio concedido ao MORHAN pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em 2004 e outros prêmios recebidos por alguns militantes como Antônio Borges; considerações sobre o momento positivo, no Ministério da Saúde, para a discussão de melhorias no tratamento contra a hanseníase no Brasil (2003).

Fita 2 – Lado B
Considerações sobre o dilema pessoal do entrevistado ao priorizar a vida profissional em detrimento da pessoal; a necessidade do MORHAN em buscar novas lideranças internas, fortalecer as antigas e apoiar os núcleos; a importância de se preservar a memória do movimento e de se coletar e registrar as histórias pessoais dos atores sociais que foram significativos nesta trajetória, nos mais variados aspectos, desde a criação do MORHAN; sobre o evento que moradores de colônias desativadas no país e a cerimônia organizada pelo MORHAN no teatro João Caetano, Rio de Janeiro, em 2005; observações sobre o significado do encontro de Francisco Augusto Vieira Nunes, o Bacurau com o Papa João Paulo II, na colônia de Marituba, no Pará, em 08/07/1980.

Cartas

Curso Especial de Higiene e Saúde Pública

Certidões

  • BR RJCOC HL-FC-ST-04
  • Dossiê
  • 26/09/1935 - 25/07/1979
  • Parte de Herman Lent

Chefe do Departamento de Saneamento e Saúde Ambiental da Escola Nacional de Saúde Pública

  • BR RJCOC SZ-GI-AI-02.v.1-v.3
  • Dossiê
  • 15/07/1965 - 01/06/1988
  • Parte de Szachna Cynamon

Relatórios, folhetos, cartas, leis, processos judiciais, tabelas, publicações, cartões, listas de livros, decretos, atas, listas de referências bibliográficas, catálogos das publicações do instituto de pesquisas rodoviárias, planos de ação, memorandos, estudos de casos, ordens de serviço, informativos, memorandos circulares, ofícios, nomeações, portarias, resoluções, ofícios circulares, comunicados, recibos, atos da presidência, cartas circulares, instruções normativas, faturas, fichas de cadastros, apontamentos, bilhetes, convites, ensaios, formulários, listas de avaliação de participantes, listas de participantes, projetos, prospectos, minutas de convênios, organogramas, folhetos, ementas, listas de itens, roteiros de avaliação, roteiros de discussão, diretrizes, programas de eventos, convênios, publicação: plano decenal de desenvolvimento econômico e social, notas técnicas.

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

  • BR RJCOC LA-DP-SA-03.v.1-v.2
  • Dossiê
  • 07/06/1965 - 28/02/1991
  • Parte de Laerte de Andrade

Cartas, questionários de pesquisa, planos de trabalho, termos de concessão, telegramas, cartas circulares, recibos de pagamento, recortes de jornais (Jornal do Brasil e O Globo), formulários, ofícios circulares, extratos bancários, ofícios, declarações, projetos de pesquisa, informativos, recibos de postagem, recomendações, prospectos, comprovantes de pagamento, currículos, diário oficial, contra-cheque, portarias, relatórios de atividades, apontamentos, cartões de visita, folhetos, instruções para solicitação de bolsas, quadros demonstrativos de bolsas de pesquisa e tabelas.

Ensaios

Ensaios

  • BR RJCOC LE-DP-LP-11
  • Dossiê
  • 10/1980 - 21/10/1987
  • Parte de Anthony Leeds

Ensaios

  • BR RJCOC SH-03
  • Dossiê
  • 05/1968 - 08/02/1996
  • Parte de Sarah Hawker

Euzenir Nunes Sarno

Sumário
Fita 1 - Lado A
Sua formação médica na Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública, em 1963 e a opção pela especialização em Anatomia Patológica; a vinda para o Rio de Janeiro, em 1967, o trabalho na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e a pesquisa com hepatite tipo B; os primeiros contatos com a lepra e a pesquisa em conjunto com Dr. Zambio Koop? sobre imunologia da lepra; início da carreira profissional na Fiocruz, em 1986; os projetos em poliquimioterapia e Sulfona com verba concedida pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP); as mudanças realizadas no Laboratório de Hanseníase da Fiocruz, com melhorias e modernização do espaço físico e a qualificação de seus profissionais e a relação da Fundação com a Organização Mundial de Saúde (OMS); comentários sobre sua tese de livre docência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1971; motivos pela escolha em estudar lepra e lembranças da graduação; as razões de sua mudança de Salvador para São Paulo devido à ditadura militar da década de 1960; o convite recebido pela Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária e contratação pelo então presidente Sérgio Arouca em 1986, para trabalhar na Fiocruz, e as primeiras resistências encontradas; o convite recebido por Paulo Gadelha para a vice-presidência de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico, em 2002; o trabalho de orientação de teses e dissertações e as aulas no Instituição Oswaldo Cruz (IOC) de biologia celular e nuclear.

Fita 1 - Lado B
A satisfação em ser professora e sobre o ensino tradicional e suas limitações; a importância da participação em Congressos; aspectos diferenciados sobre o bacilo da lepra e as impossibilidades de seu cultivo em meio de cultura; a mudança do nome da doença de lepra para hanseníase e suas implicações.

Gerson de Oliveira Penna

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
A infância em Belém, Pará, e informações sobre a família; a ida para o Rio de Janeiro, onde iniciou os estudos em 1965; a volta ao Pará e o ingresso na Faculdade de Medicina, na UFPA, em 1984, e a opção pela Dermatologia; a ida para o Centro Regional de Saúde do Pará, para trabalhar como médico dermatologista, em 1985; a especialização em Dermatologia, em 1986, na UFPA, e o
encontro com Maria Leide W. de Oliveira; relato do episódio em que presidiu uma greve de estudantes contra o fechamento da Santa Casa de Misericórdia e o encontro com Fabíola de Aguiar Nunes, em 1979; as bolsas e os estágios conseguidos durante a graduação e as primeiras atividades profissionais; sua nomeação como supervisor nacional, na DNDS do Ministério da Saúde, em
1987, e seu trabalho no Projeto Nacional para Implantação da Poliquimioterapia no Brasil; o primeiro curso descentralizado de hanseníase realizado em Minas Gerais, em 1986.

Fita 1 – Lado B
A resistência dos médicos dermatologistas em relação à implantação da poliquimioterapia, mesmo esta sendo uma forma única de tratamento em todo o país; a mudança definitiva para Brasília, em 1987; a primeira avaliação do programa de Dermatologia feita pela Coordenação Nacional de Dermatologia Sanitária, em 1988, similar àquela realizada pela OMS na Índia; o momento e as circunstâncias que levaram a Dermatologia Sanitária a implantar o controle da aids; a nomeação de Pedro Chequer como residente do Cenepi do Ministério da Saúde, em 1993, e a nomeação do depoente como chefe adjunto do mesmo órgão.

Fita 2 – Lado A
A criação do Comitê Nacional Assessor em Epidemiologia, em 1993, e o trabalho como chefe adjunto do Cenepi, entre 1993 a 1995; lembranças sobre o período em que Alcenir Guerra era ministro da Saúde, em 1990; a reunião convocada pelo ex-ministro Adib D. Jatene com todos os exministros de Saúde para discutir a questão da alíquota da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e os financiamentos para a área da Saúde em 1995; outras observações sobre o ex-ministro Alcenir Guerra em relação à hanseníase; o retorno à Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em 1996; o doutorado em Medicina Tropical, na UnB, em 2002; a recomendação da OMS sobre um esquema único para hanseníase, em 1998, proposta pelo depoente dez anos antes; a reestruturação do Ministério da Saúde em relação à Dermatologia Sanitária e o Programa Nacional de Controle da Hanseníase, dirigido por Rosa Castália.

Fita 2 – Lado B
Sua avaliação sobre a política de controle de hanseníase no governo iniciado em 2003, de Luis Inácio Lula da Silva; comentários sobre a possibilidade de a hanseníase ser tratada por médicos de outras especialidades e não apenas por dermatologistas; as metas de eliminação da hanseníase propostas pela OMS; a dificuldade em minimizar e eliminar o estigma social em relação à doença.

Fita 3 – Lado A
Continuação dos comentários sobre o estigma e o relato de um diagnóstico de hanseníase de uma médica do interior do Ceará, e o temor desta em relação à doença; comentários sobre a maior prevalência da doença em população de baixa renda e opinião a esse respeito.

Gerson Fernando Mendes Pereira

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
A origem familiar e infância em Teresina, Piauí; o vestibular para Administração de empresas, em 1975, para Odontologia, em 1976 e a opção pela Medicina, em 1977; o ingresso na UFPI; a conclusão da graduação em 1983 e a Residência Médica realizada no Hospital Lauro de Souza Lima, Bauru, São Paulo, em 1984; comentários sobre o trabalho neste hospital e o encontro com Diltor Vladimir Araújo Opromolla; lembranças das aulas de Dermatologia durante a graduação e o interesse suscitado a partir daí; a participação em três cursos de Reabilitação oferecidos pelo Hospital Lauro de Souza Lima; as circunstâncias de sua ida para a Coordenação de Dermatologia Sanitária, trabalhar como Chefe de Serviço de Programação e Normas Técnicas, no Ministério da Saúde, em Brasília, 1985; o primeiro Curso de Saúde Pública, da Universidade de Brasília; a resistência à implantação da poliquimioterapia no Brasil; comentários sobre a reunião de avaliação do programa de hanseníase, em Brasília, em 1985.

Fita 1 – Lado B
O Curso de Especialização em Epidemiologia de Hanseníase realizado na ENSP (Escola Nacional de Saúde Pública) da Fundação Oswaldo Cruz, 1988; a nomeação como Vice-Coordenador Nacional de Dermatologia, pelo Ministério da Saúde, no início dos anos noventa o mestrado em Epidemiologia realizado na Escola Paulista de Medicina, em 1996; o Curso de Dermatologia Tropical realizado em Manaus, em 1987; comentários sobre o trabalho na Campanha Nacional de Tuberculose, em 1988; as atividades profissionais subsequentes; observações sobre a relação entre as Coordenações Nacionais e Estaduais de hanseníase; o trabalho como Coordenador Nacional de Dermatologia Sanitária, de 1993 a 1995; comentários sobre a criação dos Comitês Técnico Científico, do Operacional e do Técnico Social, em 1986-1989, durante a gestão de Maria Leide W. de Oliveira na coordenação da Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária; avaliação dos atuais Programas de Controle da Hanseníase.

Fita 2 – Lado A
Sua participação nos Congressos de Dermatologia e Hanseníase nacionais e internacionais e a importância destes em sua formação; sua participação em congressos nacionais e internacionais; o fórum Aliança Global para Eliminação da Hanseníase, organizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS); opinião sobre as razões do Brasil ter o segundo lugar em número de casos de hanseníase; a necessidade de informar sobre a gravidade da doença e seu tratamento; as mudanças ocorridas no tratamento aos doentes e índices de abandono do mesmo; opinião sobre a sociedade em relação ao doente de hanseníase; a criação e atuação do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN) e as campanhas de esclarecimento veiculadas pelas emissoras de televisão.

Fita 2 – Lado B
Continuação dos comentários sobre a pouca divulgação das campanhas de esclarecimento pelo alto custo de sua transmissão na TV; a alternativa em realizar campanhas estaduais e radiofônicas com intuito de diminuir seu custo final; os quatro Centros de Referência da hanseníase no Brasil e seu funcionamento; o estigma da hanseníase, suas sequelas e a importância da designação.

Informativos

Atualidade Angdaua

Jornais

  • BR RJCOC ED-FC-PP-02
  • Dossiê
  • 16/11/1984 - 09/1987
  • Parte de Eduardo Costa

Lygia Madeira César de Andrade

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
Recordações familiares, a infância em Copacabana e a carreira do pai como médico sanitarista; lembranças sobre os primeiros estudos em Petrópolis; as circunstâncias da ida para a Suíça, em 1930, e lembranças dessa viagem realizada para a mãe fazer tratamento da tuberculose; o curso prémédico, preparatório para a entrada na Faculdade Nacional de Medicina.

Fita 1 – Lado B
O ingresso na Faculdade de Nacional de Medicina, em 1937, e lembranças de algumas colegas, como Clotilde Souto Maior, e de alguns professores, como Carlos Chagas Filho e Francisco Rabello; as aulas de Dermatologia e os primeiros contatos com a lepra; a escolha pela Dermatologia diante de tantas opções para especialização; o estágio na função de Técnica de Laboratório, no Museu
Nacional, no setor de Mineralogia, Geologia e Paleontologia; a transferência para o hospital Artur Bernardes, atual Instituto Fernandes Figueira; as circunstâncias da ida para o SNL, em 1945; o trabalho na seção de Epidemiologia daquele Serviço e a convivência com profissionais como João Batista Rizzi e Rubem David Azulay; sobre o curso de leprologia do Departamento Nacional de Saúde, em 1947; o tema de sua monografia de fim de curso, a história do Hospital Frei Antônio.

Fita 2 – Lado A
O trabalho no SNL, as pesquisas de transmissão experimental e o uso do óleo de chaulmoogra; o impacto de novas medicações como a Sulfona e a Dapsona; a participação nas Comissões de Alta e a concessão de altas aos pacientes após apresentarem exames negativos e terem acompanhamento ambulatorial; comentários sobre a interdisciplinaridade nas especialidades médicas como Dermatologia, Leprologia e Sifilografia; a reação da família à sua entrada na área da Hansenologia; a criação do Instituto de Leprologia, em 1952, e a construção do prédio sede; circunstâncias da ida para o Amapá, em 1956; as dificuldades em obter material para pesquisas laboratoriais, como reagentes, líquidos e materiais biológicos; as novas instalações do IL e sua incorporação à Fiocruz em 1976.

Fita 2 – Lado B
Comentários sobre o interesse em trabalhar com lepra, após as aulas de Dermatologia com o professor Francisco Rabello, no terceiro ano da Faculdade de Medicina, em 1940; o trabalho no Hospital Artur Bernardes, atual Fernandes Figueira, depois de formada em 1942, e a classificação no concurso do Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP), como técnica de laboratório médico, em 1945; o convite do diretor de Manguinhos para trabalhar no Instituto Oswaldo Cruz e sua recusa por causa da dificuldade de transporte para se chegar ao IOC; a vontade de trabalhar no IOC, a exemplo do pai, que faleceu nos seus 8 anos; a escolha em trabalhar no SNL, em 1945, e observações sobre seu funcionamento; a estrutura e a organização do Hospital Frei Antônio, a criação do IL em terreno pertencente à Irmandade Candelária, na década de 1940, e seus responsáveis, respectivamente; comentários sobre os aspectos burocráticos do SNL e a biblioteca do IL; a transferência deste Instituto para a Fiocruz; sobre o trabalho com Rubem David Azulay e René Garrido Neves; comentários sobre as dificuldades encontradas na realização de pesquisas no IL; referência à descoberta de novos medicamentos, como a Dapsona e a Rifampicina, na pesquisa sobre a lepra.

Fita 3 – Lado A
O momento de transferência do IL para a Fiocruz, o Ambulatório Souza Araújo e as reformas no Pavilhão Mourisco realizadas pelo Ministério da Saúde; o trabalho na direção do IL durante a transferência para a Fiocruz; a possível explicação para a recusa dos profissionais do IL em se transferir; lembranças dos congressos de que participou e comentários sobre os órgãos de gerenciamento e controle da lepra em diferentes países; as razões para não seguir a carreira de clínica médica em hanseníase; o papel da biópsia e do exame clínico para o diagnóstico em hanseníase e os avanços tecnológicos que auxiliaram esse diagnóstico, bem como seu tratamento; o tratamento com óleo de chaulmoogra e a pesquisa de transmissão experimental, realizados no IL.

Fita 3 – Lado B
Comentários sobre a mudança do nome da doença de ‘lepra’ para ‘hanseníase’; o fim dos leprosários e a vida dos pacientes nos asilos, convivendo com o medo do contágio e da discriminação; a melhoria na eficácia do tratamento e o tratamento usado na década de 1940, quando entrou para o SNL, após a medicação química; o uso de outra planta brasileira em substituição ao chaulmoogra para tratamento da doença; lembranças da disposição física dos prédios da Fiocruz.

Maria Eugênia Noviski Gallo

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
A origem dos pais e a infância em Curitiba, Paraná; formação escolar e entrada no mercado de trabalho, com o primeiro emprego; a decisão de continuar os estudos à noite, no Colégio Estadual do Paraná; a opção pela medicina e as dificuldades para fazer o curso pré-vestibular; o ingresso na Universidade Federal do Paraná, em 1969, o concurso para a Prefeitura Municipal de Curitiba e os
primeiros anos na faculdade; relato sobre algumas dificuldades na vida pessoal; lembranças dos professores; a conclusão da graduação em 1974 e a ida para o Rio de Janeiro, em 1975, para fazer mestrado na área de Dermatologia, na UFF, com o professor Rubem David Azulay; o primeiro encontro com o professor René Garrido Neves.

Fita 1 – Lado B
A ida para o Instituto de Leprologia e a obtenção de uma bolsa de estudo do CNPq, por intermédio do professor René Garrido; o primeiro contato com a hanseníase e a opção pela especialização; a mudança definitiva para o Rio de Janeiro; o encontro com a hansenologista Maria Leide W. de Oliveira; a dissertação de mestrado orientada por René Garrido Neves e defendida em 1976; a
incorporação do Instituto de Leprologia à Fiocruz, em 1976, e a opção dos profissionais; o trabalho como auxiliar de ensino na UFF, os títulos de Especialista em Hansenologia pela Associação Brasileira de Hansenologia e pela Associação Médica Brasileira, ambos em 1975; o concurso para Dermatologista e Imunologista do Inamps, em 1976; a mudança para o campus da Fiocruz; as resistências encontradas para o atendimento aos pacientes na Fiocruz; o trabalho clínico e o suporte à pesquisa em hanseníase; o ingresso no doutorado em Medicina Tropical e a defesa da tese, no IOC/Fiocruz, em 1998; os três principais centros de referência de hanseníase na época da implantação da poliquimioterapia no Brasil, na década de 1970.

Fita 2 – Lado A
Sobre as pesquisas produzidas na Fiocruz e sua importância no âmbito nacional; o cargo de chefe do Laboratório de Hanseníase em 1998 e as atividades realizadas; a conexão do Laboratório de Hanseníase com o Laboratório de Microbiologia Celular e de Biologia Molecular e a formação do Departamento de Micobacterioses, em 2004; a participação em congressos, reuniões e seminários e a importância destes em sua atividade de pesquisa; a experiência como professora nos cursos de pós-graduação do IOC e sua atuação como vice-presidente na NLR Brasil; o interesse dos estudantes no estudo da hanseníase, atualmente, e as dificuldades em atingir a meta de eliminação no Brasil; a eficácia da poliquimioterapia no combate à doença e o tratamento em dose única.

Fita 2 – Lado B
Sua avaliação sobre a atuação do Morhan hoje; as campanhas de esclarecimento veiculadas nos meios de comunicação e o papel das ONGs nesse sentido; a importância do diagnóstico precoce na eliminação da hanseníase; observações sobre as filhas e a vida pessoal.

Maria Leide Wand-Del-Rey de Oliveira

Sumário de assuntos
Fita 1 – Lado A
Lembranças do local de nascimento e de sua família, pais e irmãos; sobre a infância e juventude na fazenda da família, no Espírito Santo; os primeiros estudos na fazenda e na cidade de Mucurici; a ida para a cidade de Nanuque, em Minas Gerais; a morte de seu avô materno; a conturbada relação com a mãe na juventude; o cotidiano rígido nos anos em que esteve no internato e o interesse e
gosto pelo teatro; o retorno ao Espírito Santo em razão da candidatura do pai à prefeitura da cidade de Montanha, no Espírito Santo; a entrada no colégio Dom José Dalvit e a participação, a partir da década de 1960, na JC (Juventude Católica); o contato com a música e o canto; a ida para Vitória em 1965 e a vida num pensionato de freiras.

Fita 1 – Lado B
O impacto que sofreu com a morte da avó paterna; as amizades que manteve no período em que morava no pensionato; o primeiro namorado médico e o cotidiano no hospital com a mãe gravemente adoentada, em 1965; o ingresso na Emescam, em 1970, e o período em que morou com seus irmãos em Vitória; comentários sobre o namoro e noivado com José Mora, carinhosamente tratado como "Neném"; o primeiro contato com a hanseníase através da monitoria em Histopatologia, em 1972; a morte do companheiro em 1974 e sua total entrega à medicina desde então; a ida para a UERJ, em 1975, e o término da faculdade no mesmo ano; relatos sobre as excelentes aulas de dermatologia na graduação em Vitória e o período em que atuou como bolsista de iniciação científica no Instituto de Leprologia em São Cristóvão, orientada pelo professor René Garrido Neves; o concurso para médica dermatologista do Inamps, em 1977, e o início do trabalho com hanseníase no município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Fita 2 – Lado A
O início da carreira profissional na UFRJ em 1979; a participação na fundação do Morhan, em 1980; comentários sobre a atuação na Gerência Estadual de Dermatologia Sanitária do Rio de Janeiro entre os anos de 1983 e 1985; lembranças de Sadino Abelha; os motivos do início de carreira acadêmica e médica na UFRJ, em 1979; a atuação no combate à aids no Brasil; o embate entre Fabíola Aguiar Nunes e Aguinaldo Gonçalves na liderança da Divisão Nacional de Dermatologia, do Ministério da Saúde; sobre os encontros e conferências na área de dermatologia frequentados pela depoente; a ida para Brasília e a atuação na Gerência Nacional de Dermatologia Sanitária, de 1986 a 1990.

Fita 2 – Lado B
Observações sobre as campanhas publicitárias pelo combate à hanseníase no Brasil que implementou, quando coordenadora; sobre a dúvida em se utilizar ou não o termo lepra nas campanhas; empecilhos políticos à realização de novas campanhas; a descentralização do serviço de controle e combate à hanseníase nos diversos estados do país; comentários sobre a implantação
da poliquimioterapia no Brasil e a ajuda recebida da OMS e de ONGs estrangeiras; as melhorias e mudanças realizadas no período em que exerceu a direção da Gerência Nacional de Dermatologia Sanitária; a opinião negativa sobre a resistência em empregar a poliquimioterapia na década de 1970; a utilização da Sulfona e da Rifampicina (esquema DNDS); a desativação dos leprosários,
graças à eficácia dos remédios para o tratamento e cura da hanseníase.

Fita 3 – Lado A
As ações realizadas em estados endêmicos do Brasil, como Maranhão e Pará; a necessidade do atendimento local/ambulatorial à hanseníase; os motivos da demissão da Gerência Nacional de Dermatologia Sanitária, em 1990; o mestrado na área de Dermatologia, defendido em 1991, na UFF, com a dissertação Integração Docente – Assistencial: estudo de caso na área de hanseníase; o doutorado na mesma área, defendido na UFRJ em 1996, Cura da hanseníase: estudo de recidivas; o convite de
Gerson Oliveira Penna para o Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi), em 1995; a atuação no HUCFF, da UFRJ, desde 1999; a pesquisa sobre hanseníase e a relação desta com as ciências humanas e sociais; comentários sobre a Associação Internacional de Pacientes de Hanseníase, criada em Petrópolis; sobre os males e sofrimentos provocados pela hanseníase ao seu portador.

Fita 3 – Lado B
A importância dos congressos e encontros que envolvem a dermatologia e, em particular, a hanseníase; lembranças de lugares onde esteve por causa do trabalho, como a Índia e a China; o interesse que os estudantes de medicina possuem na área da hanseníase; a dificuldade em se disseminar a terminologia ‘hanseníase’ entre a população; o convite feito por Sinésio Talhari para
assumir a Coordenação do Departamento de Hansenologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia, em 2005; o atendimento no HUCFF e os livros e materiais didáticos publicados pela depoente.

Fita 4 – Lado A
O diagnóstico e o tratamento da hanseníase no Brasil, atualmente; a eficácia da poliquimioterapia; opinião sobre o Morhan, sua direção e atuação hoje; o estigma e o preconceito que envolvem a doença; o medo que a hanseníase ainda provoca na sociedade e até mesmo em alguns médicos e profissionais de saúde; comentários sobre o significado do abraço dado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva em um paciente com hanseníase no Acre; os pacientes atendidos pela depoente no HUCFF; os cuidados que os médicos e pacientes devem ter com as incapacidades físicas provocadas pela hanseníase; comentários sobre a irmã mais nova, a afilhada Patrícia e os sobrinhos; outras observações sobre a vida pessoal.

Membro do Conselho Nacional de pesquisas - CNPO

  • BR RJCOC HL-RI-PC-03
  • Dossiê
  • 07/1964 - 17/03/1969
  • Parte de Herman Lent

Recortes de Jornais (Correio da Manhã, Jornal do Brasil, e Estado de São Paulo); Certidões; Cartas; Entrevistas; Apontamentos; Discursos de Agradecimento; Ensaios; Relatório de Atividades.

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