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Brasília (DF)
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Programa de Controle da Hanseníase (Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária/MS/PAI/ENSP) contendo correspondências, material instrucional, guia do monitor, proposta para elaboração de material instrucional e listagem de participantes referentes a

capacitação de profissionais na área de Hanseníase.
Inclui, também, folheto do MS intitulado "Legislação sobre o Controle de Doenças na Área de Dermatologia Sanitária".
Consta cartaz intitulado: "Hanseníase tem Cura" (MS/Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde/Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária).

Ofícios sobre: bolsas de estudo; realização de seminário; convite para solenidades; convênio CNPq / Fiocruz; reunião núcleo de estudos; programa de Formação de Recursos Humanos na Área de Química Fina; programa de Formação de Recursos Humanos nas Áreas Estratégicas; programa “Seminário Médico de Família e Sistemas de Saúde”, convênio entre secretaria de Ações Básicas de Saúde e Fiocruz; programa de Seminário de Avaliação de Qualidade e Planejamento; ofícios sobre: visita à USP; relatório de atividades; posse de delegados regionais; inscrições para prova livre docência; II Conclave Brasileiro de Academias de Medicina; divulgação de trabalho; seminário de odontologia; programa do Centro Universitário de Tecnologia da Universidade do México; envio de questionário; realização de cursos; divulgação de projetos; solicitação de recursos; divulgação de programas de Formação em Saúde Internacional; posse em cargos; envio de relatório das atividades desenvolvidas pela Divisão Nacional de Saúde Materno Infantil.

Cessão de servidor; folder da OPAS sobre prêmio em administração; ofícios sobre administração de pessoal; programa de Formação de Recursos Humanos e fomento à pesquisa; ofícios sobre: indicação de representante da ENSP; envio de material; instruções para seleção ao Curso de Especialização em Saúde Pública; divulgação de bolsas de estudo; cópia de folder da Association Claud-Bernard; ofícios informando programação de reuniões; programa de mestrado; ofícios sobre inquérito policial; curso de pós-graduação; divulgação de seminários; folder e certificado do Seminário Internacional Latino Americano sobre metodologia de Investigação em Serviços de Saúde

Ofícios circulares recebidos sobre: envio de resolução CIPLAN sobre capacitação extra mural aos Hospitais Universitários; cópia do Diário Oficial com resolução CIPLAN; ofícios circulares sobre: “Programa de Ativação da FAPERJ”, reunião direção da ENSP; vagas no curso de mestrado; convite para comemorações; acordo APAS-FAG; repasse de verbas; oferta de bolsas de estudo; cópias de formulários sobre bolsas de estudo; ofícios sobre: administração de pessoal; convite para debate; envio de programa de cursos; reconhecimento de curso pelo MEC; programação de atividades; cessão de servidor; posse em cargo; visita à ENSP; convite para cursos; programas de cursos; formulários de bolsistas estrangeiros; telegramas sobre: visita à ENSP, solicitação à Coordenadoria de Assuntos Internacionais, ofícios sobre: convênio INAMPS – Fiocruz; agradecimentos por participação em jornada; cadastramento de profissionais; formulários do banco de dados da OPAS; ofícios sobre: conferências, congressos, projeto para congresso.

Moção de deputado estadual; anteprojeto de Escola Regional de Saúde Pública; envio de cartaz; cartaz da Faculdade de Direito de Coimbra; folheto informativo sobre bolsa de estudo; envio de publicações; envio de materiais; prestação de contas; capacitação técnica à implantação dos SUDS; Encontro sobre política de medicamentos; envio de relatórios; texto do seminário “A Epidemiologia e o Planejamento da unificação do Sistema de Saúde no Brasil”; folder do seminário “A Epidemiologia no Rio de Janeiro – Aspectos Atuais e Perspectivas em Serviços de Saúde”; relatório final do “Seminário sobre Perspectivas da Epidemiologia Frente à Reorganização dos Serviços de Saúde”; ofício sobre outorga da medalha “Saúde para Todos”; demonstrativo de bolsas de pesquisa por instituição; ofícios sobre: conclusão de curso de mestrado; programa Saúde da Baixada”; envio de programa do Encontro de Coordenadores de Odontologia.

Manuais, Guias e Cartilhas - Elaborados pela OMS/OPAS; MS; IFF-FIOCRUZ; Secretárias de Saúde nacionais e estrangeiros; MPAS; INAMPS; Departamento Social e de Serviços de Saúde de Washington; AHRTAG; ENPS-FIOCRUZ; Ministério da Saúde da Costa Rica;

Associação Demográfica da Costa Rica; SUCAM; Centro Latinoamericano de Perinatologia y Desarrollo Humano e Instituto Mérieux. Inclui os seguintes assuntos: Vigilância Epidemiológica, imunização, organização de superintendência de saúde, programas de saúde, Hanseníase, assistência de enfermagem à comunidade, conservação de vacinas, saneamento, doenças transmissíveis, saúde materno infantil, planificação familiar, Malária, crescimento e desenvolvimento bio-psico-motor, Aids, albumina humana e Epidemiologia.

Legislação sobre lepra.

Incluindo o Decreto 60.252, que institui a Campanha Nacional de Saúde Mental pelo Ministério da Saúde; Decreto 66.623/1970, que organiza o Ministério da Saúde; cópia da Portaria 225/1970, que aprova o regimento para a Divisão Nacional de Lepra; versão preliminar do regimento do Instituto de Leprologia; subsídios da Divisão Nacional de Lepra para a política nacional contra a hanseníase, substituição da legislação sobre essa doença e reformulação do programa daquela Divisão; Diário do Congresso Nacional.

Euclides Ayres Castilho

Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Marcos Roma Santa, em Brasília (DF), no dia 06 de novembro de 1996.
Sumário
Fita 1 – Lado A
Sua formação em medicina preventiva; o trabalho como professor da USP; as funções desempenhadas na Fundação Oswaldo Cruz; a origem de seu interesse profissional pela Aids; o ingresso na Comissão Nacional de Aids, em 1987; a presidência do Comitê Diretivo de Pesquisa do Programa nacional de Aids e do Comitê de Vacinas do Programa Nacional de Aids, ambos em 1993; dificuldades em ajustar o trabalho acadêmico às demandas da área do serviço. Considerações sobre os aspectos técnicos, políticos e institucionais que envolvem o enfrentamento da Aids no Brasil; o processo de incorporação da Aids como uma questão pública, as primeiras iniciativas da comunidade científica, o surgimento das Ongs/Aids. Critica a supervalorização da questão da Aids, diante de outras questões graves de saúde pública no Brasil. Os aspectos burocráticos e administrativos que limitam a implantação e a execução das políticas públicas de combate à epidemia no país; as iniciativas do Programa para assessorar os estados e municípios na captação e administração dos recursos destinados à implantação dos programas regionais de combate à doença. Considerações sobre a imagem que a sociedade tem da Aids. Ressalta seu esforço pessoal em não deixar que seus valores morais interfiram na execução de seu trabalho. As implicações e o inquestionável valor científico do uso da categoria “grupo de risco” na epidemiologia. A redução das atitudes discriminatórias da comunidade médica, principalmente entre os que atuam cotidianamente na área clínica.

Fita 1 – Lado B
Sua relação pessoal com a ameaça da Aids. Considerações sobre as complexas redes de relações sociais que possibilitaram a disseminação da doença no mundo; o crescimento no índice de contaminação através de relações penivaginais. Ressalta o equívoco cometido por alguns colegas ao afirmarem não haver risco de contaminação da mulher para o homem. O medo da contaminação. Aspectos morais que permeiam as considerações técnico-científicas do discurso médico no processo de elaboração das campanhas de prevenção à Aids; destaca toda a complexidade que envolve a produção e a veiculação das campanhas. A polêmica em torno da proposta de “redução de danos” aplicada entre os usuários de drogas injetáveis. Considerações pessoais sobre a relação entre pesquisadores e pacientes; comentários a respeito dos livros de Hervé Guibert, “Ao amigo que não me salvou a vida”, onde o autor expõe sua mágoa diante da postura fria dos pesquisadores diante do drama dos doentes de Aids. Ressalta os aspectos clínicos no uso dos medicamentos anti-Aids e o seu efeito, pelo menos momentâneo, na garantia de uma maior qualidade de vida dos doentes; o impacto do coquetel anti-Aids na sociedade brasileira e as distorções em seu entendimento; a contribuição das atividades comunitárias desenvolvidas pelas ONG's Aids e a preocupação com a pauperização da epidemia no país.

Fita 2 – Lado A
Avaliação positiva da parceria institucional entre o governo e as ONG's-Aids. Considerações sobre uma possível lentidão nas respostas governamentais de combate ao avanço da epidemia; restrições do conhecimento científico sobre o vírus e o pessimismo diante da possibilidade de uma vacina eficaz a curto prazo; os resultados promissores das pesquisas nas áreas clínicas e farmacológicas. O aumento da incidência de Aids entre as mulheres. Comentários sobre o trabalho e o caráter de Lair Guerra, coordenadora do PNDST/AIDS. Sua opinião pessoal sobre a vida em tempos de Aids.

Cartas

  • BR RJCOC PC-VP-RS-03.v.9
  • Dossiê
  • 05/01/1981 - 09/02/1982
  • Parte de Paulo Carneiro

Adelaide Castro

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