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São Paulo (SP)
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Membro da Academia Pontifícia de Ciências do Vaticano

Cartões, convites, notas de falecimentos, informativos, cartas, telegramas, estatutos, programas de eventos, prospectos, bilhetes, ofícios, projetos de eventos, diários de viagem, calendários, orçamentos, resumos, cartas circulares, nomeações, entrevistas, recortes de jornais, memorandos, conferências, atas de reunião, jornais, recortes de revistas, listas de membros, relatórios de atividades, listas de publicações, artigos científicos, bilhetes de passagem, fichas de inscrição, cartazes, cartões-postais, livros, declarações, balanço orçamentário, cédulas de votação, mensagens por fax, notificações, revistas, cronogramas, fotografias, apontamentos de reunião, cartões de bagagem, comunicações, crachás, currículos, minutas de memorando, propostas, roteiros de viagem, teses, textos, discursos, fotografias, roteiros de atividades e mapa.

Professor Catedrático de Física Biológica

Cadernos de protocolo, diários de classe, cartas, livros de presença, planos de aula, boletins de notas, discursos, apontamentos de aulas, telegramas, conferências, apostilas de aulas, textos, convites, relatórios de atividades, ofícios circulares, ilustrações, programas de eventos, fotografias, provas e transparências.

Professor Catedrático de Física Biológica

Artigos científicos, protocolos de pesquisa, relatórios de atividades, diários de viagem, teses, discursos, recortes de jornais, entrevistas, cartas, conferências, textos, listas de trabalhos, notas de pesquisa, atas de reunião, notas para imprensa, memorandos, recortes de revistas, caderno de apontamentos, revistas, cadernetas de apontamentos, ofícios, programas de eventos, cartões, jornais, gráficos, fotografias, pareceres, resumos e roteiros de pesquisa.

Professor Catedrático de Física Biológica

Discursos, cartas, regulamentos, recortes de jornais, diplomas, certificados, programas de eventos, depoimentos, fotografias, convites, cartões, cheques, ofícios, jornais, livros de homenagens, artigos científicos, pareceres, revistas, textos, notas para agradecimentos, guias de estudos, currículos, pronunciamentos, diários, comunicações, conferências, telegramas, transcrições de programas de rádio e prefácios.

Professor Catedrático de Física Biológica

Decretos, currículos, textos, cartas, discursos, regimentos internos, carteira profissional, memorial, notas para imprensa, pareceres, entrevistas, recibos de pagamento, termos de contratos, fotografias, programas de eventos, recortes de jornais, jornais, crachás, diários, relatórios de atividades, biografia, revistas, listas de discursos, telegramas, atas de reuniões, informes, planos de ações, listas de atividades, ofícios, memorandos, apontamentos, cadernetas de apontamentos, estatutos, folha de bloco de notas, listas de diplomas e listas de publicações.

Fotografias

  • BR RJCOC WF-FC-ST-01
  • Dossiê
  • 24/04/1944-195?
  • Parte de Wilson Fadul

Cartas

  • BR RJCOC PC-VP-DT-01
  • Dossiê
  • 25/02/1891 - 03/03/1982
  • Parte de Paulo Carneiro

Cartas

Alexandre F. Ferreira; Alonso Fávero Kopke; E. L. Hamilton Morris; José Santos; Léo Nivaldo Tossin; Leonor Ponce de León Hernández; Lourenci G. Wayne; M. Tsukamura; Maria Anaide Freitas Araújo; Paulo M. Belardi; Regina Maria Santinho Tosoni Decarlis

Cartas

  • BR RJCOC LE-DP-IC-01
  • Dossiê
  • 23/07/1952 - 12/1988
  • Parte de Anthony Leeds

Cartas

  • BR RJCOC AP-VP-RF-01
  • Dossiê
  • 26/10/1943 - 27/12/1990
  • Parte de Augusto Perissé

Abraão Rotberg

Entrevista realizada por Laurinda Rosa Maciel e Maria Leide W. de Oliveira, na residência do depoente, em São Paulo (SP), no dia 03 de maio de 2002.
Sumário
Fita 1 – Lado A
O início dos estudos no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro; a origem romena de sua família e a profissão dos pais, que eram comerciantes; o ingresso na Faculdade de Medicina, em 1928, na USP; a defesa da tese de doutoramento, exigida na época, cujo tema foi a Reação de Mitsuda, em 1934; o interesse pela área da Dermatologia; o estágio no Serviço de Profilaxia da Lepra, no Sanatório Padre Bento, em 1933, no sexto ano da faculdade; lembranças dos colegas e destaque para Luiz Marino Bechelli; o curso de dermatologia no Skin Cancer Hospital, em Nova York (EUA), em 1939; o trabalho na Inspetoria de Profilaxia da Lepra, em São Paulo, que consistia em fazer busca ativa aos doentes, diagnosticá-los e encaminhá-los para a internação compulsória; a criação da Fundação Paulista contra a Hanseníase; comentários sobre o isolamento compulsório e o uso do óleo de chaulmoogra; o início do tratamento com a Sulfona, em 1948; sobre um dos trabalhos escritos em coautoria com Luiz Marino Bechelli; considerações sobre a ineficácia do óleo de chaulmoogra.

Fita 1 – Lado B
Comentários sobre o implante de cabelo, sugerido por um paciente de hanseníase para amenizar a aparência dos doentes de lepra que apresentavam madarose (perda dos pelos das sobrancelhas); o trabalho na Inspetoria de Profilaxia da Lepra e relato sobre seu diretor, Francisco Salles Gomes Junior, defensor e adepto do isolamento compulsório; o fim dessa prática no Brasil; menção à Campanha Nacional contra a Lepra (CNCL), em 1956; observações sobre a insistência do estado de São Paulo em continuar com a política de isolamento compulsório; a entrada para a Escola Paulista de Medicina, em 1959; o convite feito por Walter Sidney Pereira Lezer, secretário estadual de Saúde em 1967, para assumir a direção do DPL e o término da política de isolamento compulsório em São Paulo; a mudança do nome da doença de ‘lepra’ para ‘hanseníase’, a opinião dos doentes sobre o novo nome e comentários sobre a petição internacional de mudança do nome no International Leprosy Congress, em Bergen, 1974; a criação das revistas Hansenologia Internationalis, Hanseníase, Resumo de Notícias e sobre o neologismo ‘hanseníase’; sobre as leis que aprovaram a mudança do nome da doença.

Fita 2 – Lado A
Sobre a baixa adesão do termo hanseníase pelas camadas populares, que reconhecem a terminologia ‘lepra’; os plágios realizados de sua pesquisa sobre o Fator N de Rotberg; as atribuições e o trabalho realizado no DPL e a suspensão da obrigatoriedade de isolamento dos pacientes com lepra; o uso dos serviços do Lions Club e do Rotary Club para a realização do trabalho de Educação
Sanitária que informava a população sobre as mudanças que estavam sendo implantadas na saúde; a desativação dos leprosários que se tornaram hospitais gerais, com outras especialidades, ou institutos de pesquisas, entre 1967 e 1969; a mudança na medicação utilizada que passou a ser química com a introdução das Sulfonas e o aumento na procura pelo novo medicamento; explicações sobre as condições para o paciente obter a alta e como esta era concedida pelas Comissões de Alta; a necessidade de apresentar, em média, 12 exames negativos no decorrer do ano.

Fita 2 – Lado B
Continuação dos comentários sobre as Comissões de Alta; explicações sobre os diferentes tipos de hanseníase e as principais formas de contágio; a eficácia da Sulfona, que possibilitou o fim do isolamento compulsório; o VII Congresso Internacional de Lepra, em 1958, em Tóquio, e o debate sobre a abolição dessa prática como tratamento; a resistência ao fim do isolamento compulsório
em São Paulo e o posicionamento dos anti-isolacionistas, que se concentravam na Faculdade de Saúde Pública; o trabalho da deputada estadual Conceição da Costa Neves, de São Paulo, e seu discurso contrário ao isolamento; esclarecimentos sobre sua trajetória profissional e o trabalho concomitante de professor na Faculdade Paulista de Medicina, entre 1959 a 1972, e na direção do Departamento de Profilaxia da Hanseníase.

Fita 3 – Lado A
Comentários sobre a campanha contra o nome ‘lepra’ que realizou entre os alunos de graduação, e o apoio recebido por estes; sobre o ensino de dermatologia durante sua graduação na USP, em 1928, e as aulas do professor João de Aguiar Pupo; considerações sobre a rivalidade que existia entre os anti-isolacionistas e os que eram a favor dessa prática; o funcionamento dos preventórios e o cotidiano dos leprosários; as creches para crianças nascidas dentro dos leprosários e a inviabilidade encontrada nesse serviço; as atividades oferecidas nos leprosários, como as oficinas de trabalho, com o objetivo de dar uma ocupação aos internos; a condenação da Igreja ao uso de métodos contraceptivos; a apresentação do trabalho escrito em parceria com Luiz Marino Bechelli sobre a ineficiência do óleo de chaulmoogra no X Congresso Internacional de Lepra, em Bergen, em 1973; comentários sobre o leprologista Heráclides César de Souza-Araújo e sua pesquisa sobre a lepra em diferentes países; a meta não alcançada de eliminação da hanseníase no Brasil até 2002; as três formas de combate às doenças: imunização, tratamento e eliminação do agente transmissor.

Fita 3 – Lado B
Explicações sobre a impossibilidade de imunização da lepra em razão do Fator N de Rotberg em comparação com outras doenças nas quais se pode combater o agente transmissor; a importância do tratamento ao doente para impedir o surgimento de novos casos, e as dificuldades encontradas no longo tratamento, que induzem ao abandono; o trabalho censitário de Wandick Del Fávero, na cidade de Candeias, Minas Gerais, e o trabalho atual de Leontina Margarido, no Norte, sobre os elevados índices de novos casos de hanseníase; relato sobre a persistência do estigma da lepra, que inibe o doente em buscar tratamento, mesmo após a mudança de sua denominação para hanseníase.

Fita 4 – Lado A
Comentários sobre a implantação da poliquimioterapia e o longo período de tratamento, que leva ao desinteresse da população; a diminuição do estigma da doença a partir da mudança para o nome ‘hanseníase’; considerações sobre a cura da hanseníase; observações sobre congressos de dermatologia, atualmente financiados pela indústria farmacêutica, e lembranças de como eram os congressos de que participava; seu trabalho no consultório particular de dermatologia, que funcionava desde 1940; observações sobre a diferença no tratamento entre ricos e pobres.

Fita 4 – Lado B
Comentários sobre a hesitação em aceitar a possibilidade do fim do isolamento compulsório; explicações sobre o posicionamento conservador a favor dos asilos, embora soubesse da ineficácia da internação como tratamento; sobre os diagnósticos feitos pelos motoristas do Serviço de Profilaxia da Lepra e a aceitação dos médicos; comentários sobre a reação contra o isolamento e a criação do leproestigma, termo elaborado por ele, que significa o preconceito em relação à doença lepra e que persiste, mesmo após a mudança de seu nome.

Cartas

  • BR RJCOC AP-VP-DP-01
  • Dossiê
  • 20/07/1864 - 28/02/1975
  • Parte de Augusto Perissé

Cartas

  • BR RJCOC AP-DP-SA-01
  • Dossiê
  • 02/04/1952 - 26/10/1992
  • Parte de Augusto Perissé

Cartas

  • BR RJCOC ER-VP-RF-01
  • Dossiê
  • 24/01/1966 - 14/04/1983
  • Parte de Erney Camargo

Cartas

  • BR RJCOC ER-DP-IC-01
  • Dossiê
  • 20/02/1965 - 04/01/1984
  • Parte de Erney Camargo

Cartas

Cartões

Cartas

  • BR RJCOC SZ-DP-RA-01
  • Dossiê
  • 19/07/1963 - 02/09/1999
  • Parte de Szachna Cynamon

Diplomas

Diplomas de doutor honoris causa das universidades de Michigan, Johns Hopkins, Genebra, Edimburgo, Brasil, São Paulo, Seul, Praga, Bordeaux, Abidjan, Semmelweis, Federal Fluminense, Instituto de Medicina e Farmácia de Bucareste e Bates College; das ordens do Rio Branco, Nacional do Mérito Educativo, de Mérito da República Federal da Alemanha, do Mérito da República Italiana, do Mérito do Estado do Rio de Janeiro, da Estrela da Jordânia, Nacional do Cedro, do Mérito Médico, do mérito da República do Congo e de Malta; das medalhas Eduardo Liceaga, Adolpho Lutz, Geraldo de Paula Souza e de Mérito Oswaldo Cruz; dos prêmios Bronfman e Moinho Santista; de cidadão honorário de Seul, entre outros.

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