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Brasília (DF) Item
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Aluízio Alves

Sumário
1ª Sessão: 23 de outubro
Fita 1
A experiência na ajuda aos flagelados da seca de 1942 no Rio Grande do Norte; o trabalho como diretor do SERAS no Rio Grande do Norte; assistência aos menores carentes; atuação na LBA; o contato com Darcy Vargas no Rio de Janeiro; a criação da Escola de Social do RN, em 1942; origem familiar; a vida escolar e o trabalho na imprensa; a preocupação com a questão social; o ingresso na política e a campanha para a Assembleia Nacional Constituinte; lembranças da Revolução de 1930; as relações políticas do pai; o Golpe de 1937; as reações antigetulistas e a saída do colégio; o ingresso na UDN; atuação como deputado na Assembleia Constituinte; o trabalho na Comissão de Legislação Social do Congresso; a confecção do projeto de LOPS; o contato com dirigentes; os técnicos e atuários da Previdência Social; as resistências ao projeto; o Instituto de Serviços Sociais do Brasil (ISSB); o veto do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) ao projeto da LOPS; a negociação política para aprovação da LOPS; o projeto de João Batista Ramos; a Previdência Social para o trabalhador rural; a questão do seguro de acidentes de trabalho; a UDN e a questão social; análise da Previdência Social antes da uniformização; a utilização dos recursos previdenciários pelo governo; a situação financeira dos Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs); assistência médica no projeto da LOPS; a organização do Serviço de Assistência Médica da Previdência Social (SAMPS).

Fita 2
O Ministério da Saúde e a assistência médica; a transferência do seguro de acidentes de trabalho para a Previdência Social; a campanha das seguradoras contra o projeto de estatização do seguro de acidentes de trabalho; algumas características do projeto da LOPS apresentado em 1947; influências da experiência internacional; o auxílio dos técnicos atuários na confecção do projeto de LOPS; os problemas criados para a extensão da Previdência Social aos trabalhadores rurais e domésticos; atuação dos partidos políticos na Comissão de Legislação Social da Câmara dos Deputados; os problemas do trabalhador rural; as comunidades de serviços; as diferenças entre os institutos; os vários projetos de LOPS; a criação do Serviço de Alimentação da Previdência Social (SAPS); concepção de segurado e de associado; a conversa com Eloy Chaves; a Previdência Social e o populismo; ação do PTB; o projeto LOPS no governo Kubitschek; o destino dos recursos financeiros da Previdência Social; as injunções políticas nos IAP's; ação sindical nos IAP's; o controle dos empregados na estrutura previdenciária pelo PTB; o substitutivo Batista Ramos; o acordo com Gustavo Capanema para aprovação da LOPS; atuação parlamentar; o trabalho como jornalista da "Tribuna da Imprensa"; denúncia de escândalos.

Fita 3
A Previdência Social no RN; o I Congresso Brasileiro de Previdência Social; posição dos trabalhadores sobre a direção colegiada; opinião sobre a versão da LOPS aprovada em 1960; as últimas negociações para aprovação da LOPS; a atuação do deputado Carlos Lacerda; a 'dramática vigília' na noite da aprovação da LOPS; a Previdência Social no campo; o custeio da Previdência Social; comentário sobre a unificação dos IAP's; a participação como observador na Conferência Internacional do Trabalho realizda em Genebra, em 1956; a questão da homologação dos acordos internacionais pelo Congresso Nacional; o governo Kubitschek e os trabalhadores; atuação como governador do RN (1961-66); a Previdência Social depois de 1964; a criação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE); o Ministério da Administração e a reforma administrativa; comentário sobre a administração pública brasileira; o grupo de técnicos do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI); o Projeto Brochado da Rocha para universalização e unificação da Previdência Social; a utilização pessoal dos serviços da Previdência Social; lembranças da passagem de Lampião por Angicos (RN); a Intentona Comunista em Natal; comentário sobre sua trajetória política.

Euclides Ayres Castilho

Entrevista realizada por Dilene Raimundo do Nascimento e Marcos Roma Santa, em Brasília (DF), no dia 06 de novembro de 1996.
Sumário
Fita 1 – Lado A
Sua formação em medicina preventiva; o trabalho como professor da USP; as funções desempenhadas na Fundação Oswaldo Cruz; a origem de seu interesse profissional pela Aids; o ingresso na Comissão Nacional de Aids, em 1987; a presidência do Comitê Diretivo de Pesquisa do Programa nacional de Aids e do Comitê de Vacinas do Programa Nacional de Aids, ambos em 1993; dificuldades em ajustar o trabalho acadêmico às demandas da área do serviço. Considerações sobre os aspectos técnicos, políticos e institucionais que envolvem o enfrentamento da Aids no Brasil; o processo de incorporação da Aids como uma questão pública, as primeiras iniciativas da comunidade científica, o surgimento das Ongs/Aids. Critica a supervalorização da questão da Aids, diante de outras questões graves de saúde pública no Brasil. Os aspectos burocráticos e administrativos que limitam a implantação e a execução das políticas públicas de combate à epidemia no país; as iniciativas do Programa para assessorar os estados e municípios na captação e administração dos recursos destinados à implantação dos programas regionais de combate à doença. Considerações sobre a imagem que a sociedade tem da Aids. Ressalta seu esforço pessoal em não deixar que seus valores morais interfiram na execução de seu trabalho. As implicações e o inquestionável valor científico do uso da categoria “grupo de risco” na epidemiologia. A redução das atitudes discriminatórias da comunidade médica, principalmente entre os que atuam cotidianamente na área clínica.

Fita 1 – Lado B
Sua relação pessoal com a ameaça da Aids. Considerações sobre as complexas redes de relações sociais que possibilitaram a disseminação da doença no mundo; o crescimento no índice de contaminação através de relações penivaginais. Ressalta o equívoco cometido por alguns colegas ao afirmarem não haver risco de contaminação da mulher para o homem. O medo da contaminação. Aspectos morais que permeiam as considerações técnico-científicas do discurso médico no processo de elaboração das campanhas de prevenção à Aids; destaca toda a complexidade que envolve a produção e a veiculação das campanhas. A polêmica em torno da proposta de “redução de danos” aplicada entre os usuários de drogas injetáveis. Considerações pessoais sobre a relação entre pesquisadores e pacientes; comentários a respeito dos livros de Hervé Guibert, “Ao amigo que não me salvou a vida”, onde o autor expõe sua mágoa diante da postura fria dos pesquisadores diante do drama dos doentes de Aids. Ressalta os aspectos clínicos no uso dos medicamentos anti-Aids e o seu efeito, pelo menos momentâneo, na garantia de uma maior qualidade de vida dos doentes; o impacto do coquetel anti-Aids na sociedade brasileira e as distorções em seu entendimento; a contribuição das atividades comunitárias desenvolvidas pelas ONG's Aids e a preocupação com a pauperização da epidemia no país.

Fita 2 – Lado A
Avaliação positiva da parceria institucional entre o governo e as ONG's-Aids. Considerações sobre uma possível lentidão nas respostas governamentais de combate ao avanço da epidemia; restrições do conhecimento científico sobre o vírus e o pessimismo diante da possibilidade de uma vacina eficaz a curto prazo; os resultados promissores das pesquisas nas áreas clínicas e farmacológicas. O aumento da incidência de Aids entre as mulheres. Comentários sobre o trabalho e o caráter de Lair Guerra, coordenadora do PNDST/AIDS. Sua opinião pessoal sobre a vida em tempos de Aids.

Master 07

Fita 1 – 178, 547, 567, 568

Abertura da Mostra de Filmes Amazônia segundo Adrian Cowell, no Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília (08/12/2008).
Falas de Luiza Andrea Moraes Cardoso – SPCOC – Casa de Oswaldo Cruz, Luiz César Rossato – Gerente de Programação do CCBB/BSB, Stella Oswaldo Cruz Penido, coordenadora técnica do projeto e pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, John Adrian Cowell, documentarista e doador do acervo, Silvio Darin, Secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura.
Depoimento de Walmir de Jesus, personagem principal do filme exibido, “Batida na Floresta”, debate com o público.

Master 08

Fita 2 – 179, 547, 567, 568

Continuação do depoimento de Walmir de Jesus. Debate com o público.
SEGUNDO DIA DE DEBATE: 09/12/2008 (primeira parte)
Mesa: O Parque Indígena do Xingu e o Movimento Indígena no Brasil
Coordenação: Bruna Franchetto
Palestrantes: Mairawê Kayabi, velha liderança do Xingu, Mutuá Mehinaku, jovem liderança do Parque do Xingu, Márcio Meira, Presidente da Funai, Adrian Cowell e André Villas Boas, coordenador do Programa Xingu do Instituto Socioambiental.

Master 09

Fita 3 – 180, 547, 567, 568

SEGUNDO DIA DE DEBATE: 09/12/2008 (segunda parte)
Mesa: O Parque Indígena do Xingu e o Movimento Indígena no Brasil
Coordenação: Bruna Franchetto
Palestrantes: Mairawê Kayabi, velha liderança do Xingu, Mutuá Mehinaku, jovem liderança do Parque do Xingu, Márcio Meira, Presidente da Funai, Adrian Cowell e André Villas Boas, coordenador do Programa Xingu do Instituto Socioambiental.

Master 10

Fita 4 – 181, 547, 567, 568

SEGUNDO DIA DE DEBATE: 09/12/2008 (terceira parte)
Mesa: O Parque Indígena do Xingu e o Movimento Indígena no Brasil
Coordenação: Bruna Franchetto
Palestrantes: Mairawê Kayabi, velha liderança do Xingu, Mutuá Mehinaku, jovem liderança do Parque do Xingu, Márcio Meira, Presidente da Funai, Adrian Cowell e André Villas Boas, coordenador do Programa Xingu do Instituto Socioambiental. Debate com o público, intervenção do documentarista Wladimir Carvalho.

Master 11

Fita 5 – 182, 547, 567, 568

SEGUNDO DIA DE DEBATE: 09/12/2008 (terceira parte)
Mesa: O Parque Indígena do Xingu e o Movimento Indígena no Brasil
Coordenação: Bruna Franchetto
Palestrantes: Mairawê Kayabi, velha liderança do Xingu, Mutuá Mehinaku, jovem liderança do Parque do Xingu, Márcio Meira, Presidente da Funai, Adrian Cowell e André Villas Boas, coordenador do Programa Xingu do Instituto Socioambiental. Debate com o público.

Mesa: As Tribos Isoladas e o Desenvolvimento da Amazônia
Coordenação: Ricardo Arnt (jornalista), Sydney Possuelo (sertanista), José Meirelles (Dep. Índios Isolados – FUNAI) e Marcos Apurinã (COIAB) - formação da mesa.

Master 12

Fita 6 – 183, 547, 567, 568

TERCEIRO DIA DE DEBATE: 10/12/2008 (primeira parte)
Mesa: As Tribos Isoladas e o Desenvolvimento da Amazônia
Coordenação: Ricardo Arnt (jornalista)
Palestrantes: Sydney Possuelo (sertanista), José Meirelles (Dep. Índios Isolados – FUNAI) e Marcos Apurinã (COIAB)

Master 13

Fita 7 – 184, 547, 567, 568

TERCEIRO DIA DE DEBATE: 10/12/2008 (segunda parte)
Mesa: As Tribos Isoladas e o Desenvolvimento da Amazônia
Coordenação: Ricardo Arnt (jornalista)
Palestrantes: Sydney Possuelo (sertanista), José Meirelles (Dep. Índios Isolados – FUNAI) e Marcos Apurinã (COIAB)

Master 14

Fita 8 – 185, 547, 567, 568

TERCEIRO DIA DE DEBATE: 10/12/2008 (terceira parte)
Mesa: As Tribos Isoladas e o Desenvolvimento da Amazônia
Coordenação: Ricardo Arnt (jornalista)
Palestrantes: Sydney Possuelo (sertanista), José Meirelles (Dep. Índios Isolados – FUNAI) e Marcos Apurinã (COIAB)

  • debate com o público.

Master 15

Fita 9 – 186, 547, 567, 568

TERCEIRO DIA DE DEBATE: 10/12/2008 (quarta parte/final)
Mesa: As Tribos Isoladas e o Desenvolvimento da Amazônia
Coordenação: Ricardo Arnt (jornalista)
Palestrantes: Sydney Possuelo (sertanista), José Meirelles (Dep. Índios Isolados – FUNAI) e Marcos Apurinã (COIAB). Debate com o público.

QUARTO DIA DE DEBATE: 11/12/2008 (primeira parte)
Mesa: O Legado de Chico Mendes: As Reservas Extrativistas
Coordenação: Nilo Diniz (CONAMA-MMA)
Palestrantes: Adrian Cowell (documentarista), Joaquim Belo (CNS), Paulo Maia (Diretor Instituto Chico Mendes), Mary Alegretti (antropóloga).

Master 16

Fita 10 – 187, 547, 567, 568

QUARTO DIA DE DEBATE: 11/12/2008 (segunda parte)
Mesa: O Legado de Chico Mendes: As Reservas Extrativistas
Coordenação: Nilo Diniz (CONAMA-MMA)
Palestrantes: Adrian Cowell (documentarista), Joaquim Belo (CNS), Paulo Maia (Diretor Instituto Chico Mendes), Mary Alegretti (antropóloga).

Fabíola Aguiar Nunes

Sumário de assuntos
Fita 1 - Lado A
Comentários sobre a família, a formação do pai como médico sanitarista e sua atuação como Secretário Estadual de Saúde, da Bahia; comentários sobre os irmãos; formação escolar, o vestibular e o ingresso nas Faculdades de Farmacologia e de Medicina, em ??; a opção pela Medicina, em ??, e a especialização em Saúde Pública por influência de seu pai; o convite recebido para fazer o curso de Arquivo Médico na Costa Rica, em ??, no último ano da graduação em Medicina; o término do curso em ?? e a organização do arquivo médico do Hospital das Clínicas da Bahia, a realização deste trabalho e as resistências encontradas; a organização do curso de Extensão em Arquivo Médico, no Hospital das Clínicas, em ??; o mestrado em Saúde Pública na área de concentração em Administração em Serviços de Saúde, na Universidade da Califórnia, Los Angeles em ??; as disciplinas cursadas e as dificuldades encontradas.

Fita 1 - Lado B
Comentários sobre o trabalho realizado no Hospital das Clínicas no período político da ditadura no Brasil; o retorno ao Brasil, após o curso da Universidade da Califórnia e o trabalho como professora assistente no Departamento de Medicina Preventiva, da Universidade Federal da Bahia, em 1972; a rotina de trabalho neste período; a experiência profissional no Centro de Saúde de Cruz das Almas, em Recife, PE; a nomeação como vice-diretora do Hospital das Clínicas da Bahia, em 1974; o trabalho na Primeira Diretoria Regional de Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde; a ida para o a Costa Rica, por intermédio do Programa de Planejamento Estratégico Centro América e Panamá (PASCAP), patrocinado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em 1980; as dificuldades enfrentadas nesse período. A colaboração com a política .....

Fita 2 - Lado A
O retorno da Costa Rica ao Brasil, em 1982, para trabalhar na assessoria dos hospitais do Ministério da Saúde; comentários sobre a vida pessoal, a eleição de Tancredo Neves à Presidência da República e as circunstâncias da nomeação de Carlos Santana, seu esposo, para a pasta do Ministério da Saúde, em 1985; sua nomeação para a Secretaria Nacional de Programas Especiais (SNEPS), em São Paulo, em 1985; algumas dificuldades enfrentadas e os programas de tratamento da hanseníase; relato sobre o aumento do número de pacientes de Aids no país e os primeiros programas de combate à esta doença.

Fita 2 - Lado B:
A VIII Conferência Nacional de Saúde, em 1986, e a falta de informação sobre a AIDS nos principais meios de comunicação; circunstâncias sobre o encontro com Maller, diretor da OMS, a orientação em relação à implantação da poliquimioterapia no Brasil e a convocação de uma reunião nacional para discutir o esquema terapêutico ser adotado; o embate com Aguinaldo Gonçalves sobre organização desta reunião; opiniões contrárias de alguns profissionais contra a poliquimioterapia, como Luiz Marino Bechelli; a saída de Carlos Santana, como Ministro da Saúde e a entrada de Roberto Campos; a demissão de Aguinaldo Gonçalves como diretor da Divisão Nacional de Dermatologia Sanitária e a entrada de Maria Leide W. de Oliveira, em 1986; a assessoria de Manoel Zuniga, para a implantação da poliquimioterapia e recordações das reuniões deste processo.

Fita 3 - Lado A
As discussões e articulações políticas por um sistema unificado de saúde; relato sobre episódios ocorridos na gestão de Carlos Santana no Ministério da Saúde; os problemas enfrentado pela falta de recursos para campanhas de esclarecimentos em saúde; os problemas de infecção hospitalar ocasionados pela falta de qualidade dos produtos de limpeza usados nos hospitais; relato sobre dificuldades encontradas na continuação de seu trabalho junto ao Ministro da Saúde, Roberto Santos, em 1987 e lembranças deste período.

Fita 3 - Lado B
Circunstâncias da sua ida para o Ministério da Educação (MEC) e o retorno à Universidade de Brasília (UnB), como professora de Administração em Serviço de Saúde; o trabalho na Secretaria Nacional de Educação Superior e algumas mudanças curriculares propostas para cada curso, como o estágio em Farmacologia; o convite para participar da comissão organizadora da Faculdade de Farmacologia na Universidade de Brasília; as dificuldades em continuidade do trabalho devido à saúde precária de seu marido; o convite para assumir a chefia da Coordenação Regional da Fiocruz, em Brasília; a realização do curso com prioridade para as questões legais e a saúde, voltado para promotores e juízes; o trabalho de conscientização sobre a febre amarela, realizado com alunos do ensino fundamental e médio, na cidade de Planaltina, Goiás; comentários sobre alguns projetos não realizados durante sua permanência na direção de órgãos públicos.

Esplanada dos Ministérios

Ao centro é possível observar a Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida

Eixo Monumental

Avenida localizado no centro do "Plano Piloto" da cidade de Brasília

Praça dos três poderes

Observa-se a escultura "Os candangos" e ao fundo o Supremo Tribunal Federal

Palácio Itamaraty

Sede do Ministério das Relações Exteriores

Master 17

Fita 11 – 188, 547, 567, 568

QUARTO DIA DE DEBATE: 11/12/2008 (terceira parte)
Mesa: O Legado de Chico Mendes: As Reservas Extrativistas
Coordenação: Nilo Diniz (CONAMA-MMA)
Palestrantes: Adrian Cowell (documentarista), Joaquim Belo (CNS), Paulo Maia (Diretor Instituto Chico Mendes), Mary Alegretti (antropóloga). Debate com o público.

Palácio da Alvorada

Residencia oficial da Presidência da República

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