Item 13 - Hamlet William Aor

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Código de referência

BR RJCOC 05-05-02-01-13

Título

Hamlet William Aor

Data(s)

  • 1986 (Produção)

nível de descrição

Item

Dimensão e suporte

Documentos sonoros: 6 fitas cassete e 6 CD's (6h; cópia digital)

Área de contextualização

Nome do produtor

História arquivística

Entrevista realizada por Jaime Benchimol, Nara Azevedo e Wanda Hamilton, na Fiocruz, nos dias 28 de agosto e 04 de setembro de 1986.

Procedência

Área de conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Sumário
1ª Sessão: fitas 1 a 3
Origem familiar; o trabalho de seu pai nas primeiras edificações do IOC, as primeiras edificações e a mão-de-obra estrangeira especializada; a importação de material de construção; perfil do pai e o ingresso no IOC após sua morte; formação escolar; a profissão de vidreiro; o curso profissionalizante na Faculdade de Farmácia da Universidade do Brasil; o conflito com Fábio Leoni Werneck, do laboratório de entomologia, e sua consequente demissão de Manguinhos; a militância no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e a clandestinidade; a desmobilização política no IOC; defesa da posição de Prestes em 1945; o afastamento do PCB no começo dos anos 1950; a homenagem a Walter Oswaldo Cruz e Ernani Martins; o relacionamento de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas com os funcionários; a excelência do trabalho dos auxiliares do IOC; a epidemia de gripe espanhola em 1918 e a atuação dos técnicos de Manguinhos.

2ª Sessão: fitas 4 a 6
O trabalho na tipografia; a dificuldade de relacionamento com as chefias devido ao temperamento explosivo; a gestão Rocha Lagoa e as dificuldades de contratação; a formação dos auxiliares de Manguinhos; a remuneração das crianças aprendizes no IOC; a rigidez hierárquica no IOC; as dificuldades de acesso a Manguinhos; a rotina na seção de embalagem; os salários e as acomodações dos auxiliares no IOC em meados do século XX; as primeiras mulheres contratadas pelo IOC; o trabalho numa tipografia da cidade e no laboratório de produtos terapêuticos da prefeitura; o aprendizado profissional; comentários sobre as condições de vida no Rio de Janeiro no início do século; as aulas no Liceu de Artes e Ofícios; os comentários sobre o desenhista Raimundo Honório; as fotomontagens de J. Pinto; a franqueza e o não-convencionalismo de Adolpho Lutz; Miguel Osório de Almeida e os experimentos em fisiologia; o respeito e temor dos auxiliares pelos cientistas; a aprendizagem da fabricação de ampolas de vidro; o retorno a Manguinhos em 1926; a seção de vidraria; a saída do IOC em 1936; o trabalho na colocação de vitrais nas igrejas; a tradição de vidraria em Manguinhos; os auxiliares e o processo de sucessão de Carlos Chagas; as gratificações recebidas por alguns técnicos; perfil de J. Pinto; a descoberta do carteiro especialista em borboletas; a dedicação dos auxiliares ao trabalho; a criação do Centro Espírita Oswaldo Cruz em Bonsucesso; a experiência como professor do curso de vidraria na Universidade do Brasil; o trabalho com Walter Oswaldo Cruz.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Transcrição e sumário

Área de condições de acesso e uso

Condições de acesso

Sem restrição

Condições de reprodução

Sem restrição

Idioma do material

Forma de escrita do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de pesquisa

Área de fontes relacionadas

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

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Área de notas

Nota

Resenha biográfica
Hamlet William Aor nasceu em 22 de setembro de 1910, no Rio de Janeiro. Foi o terceiro dos sete filhos do imigrante austríaco Basílio Aor, que trabalhou como mestre-de-obras do arquiteto Luiz de Morais, autor do projeto arquitetônico do complexo de Manguinhos, tombado pela Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), em 1981. Com a morte do pai, em 1919, Hamlet foi obrigado a trabalhar e ingressou na tipografia do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) aos dez anos. Durante esse primeiro período em Manguinhos, trabalhou também na seção de embalagem de soros e vacinas, mas, devido a sucessivos desentendimentos com a chefia, abandonou o IOC, em 1924. Nessa ocasião, foi trabalhar numa empresa de fabricação de ampolas que pertencia ao zelador do Instituto, Manuel Gomes. Lá começou o aprendizado da profissão de vidreiro. Retornando ao IOC em 1926, foi incorporado à seção de fabricação de ampolas, onde permaneceu até a sua saída definitiva de Manguinhos, em 1936. Depois disso, começou a frequentar o curso de fabricação de vidro, ministrado por um professor alemão, na Faculdade de Farmácia da Universidade do Brasil, atual UFRJ. A partir daí, profissionalizou-se como vidreiro e, nessa condição, refez contato com o IOC, em 1966, quando, a convite de Walter Oswaldo Cruz, passou a prestar serviços ao laboratório de hematologia. Com a morte de Walter Oswaldo Cruz, em 1967, Hamlet afastou-se de Manguinhos e não mais voltou. Faleceu em 1986, poucos meses após a realização da entrevista para o Programa de História Oral da Casa de Oswaldo Cruz.

Notação anterior

Pontos de acesso

Ponto de acesso - assunto

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Ponto de acesso - nome

Pontos de acesso de género

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Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status da descrição

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Fontes utilizadas na descrição

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